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	<title>OsubversivO Zine &#187; Cinema</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<title>RUIDO DAS MINAS – A ORIGEM DO HEAVY METAL EM BELO HORIZONTE</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 01:43:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Holocausto]]></category>
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		<category><![CDATA[SARCÓFAGO]]></category>
		<category><![CDATA[Sepultura]]></category>

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		<description><![CDATA[RUIDO DAS MINAS – A ORIGEM DO HEAVY METAL EM BELO HORIZONTE(Idem, Brasil, 2009) Direção: Filipe SartoretoRoteiro: Filipe SartoretoElenco: Paulo Pinto, Jairo Guedez, Claudio David, Paulo CaetanoDuração: 82 min Idealizado como um projeto final para a faculdade, o documentário de Filipe Sartoreto alçou vôos maiores. Em um momento que documentários musicais estão em ascensão e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/10/cartaz_ruido.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1497" title="cartaz_ruido" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/10/cartaz_ruido-214x300.jpg" alt="cartaz_ruido" width="214" height="300" /></a>RUIDO DAS MINAS – A ORIGEM DO HEAVY METAL EM BELO HORIZONTE(Idem, Brasil, 2009) Direção: Filipe SartoretoRoteiro: Filipe SartoretoElenco: Paulo Pinto, Jairo Guedez, Claudio David,  Paulo CaetanoDuração: 82 min</p>
<p>Idealizado como um projeto final para a faculdade, o documentário de Filipe Sartoreto alçou vôos maiores. Em um momento que documentários musicais estão em ascensão e registram bons números nas bilheterias, o metal não ficaria de fora e em Ruído das Minas vemos porque Belo Horizonte é considerada o berço do gênero no Brasil.</p>
<p>O filme conta como bandas do porte de Sepultura, Overdose e Sarcófago ganharam reconhecimento dentro de fora do país por quem viveu intensamente os primórdios do metal em Belo Horizonte. A cena mineira sempre foi cercada de polêmicas e embates egocêntricos que mesmo com o sucesso regional, lotando casas de shows, mantinha a certeza que “união” não era uma palavra adequada para definir o circuito roqueiro de minas.</p>
<p>Com o surgimento da gravadora Cogumelo e com a explosão do Sepultura no exterior, a imaturidade foi abandonada. O misticismo não é esquecido, mas fica em segundo plano para ser substituído pelo profissionalismo e abrir as portas para uma carreira bem sucedida, que segundo muito deles, o próprio Sepultura fechou.</p>
<p>Seja com duras críticas ou elogios apaixonados, o valor do Sepultura não é esquecido. Max Cavalera sempre teve ideais e pretensões maiores que apenas tocar som pesado, ficar bêbado e sair com garotas. Ele buscava o que acontecia lá fora e mantinha um intenso contato com fãs de metal de outros continentes, fora seu interesse por outros estilos musicais.</p>
<p>Mas é importante lembrar que Ruído das Minas é um projeto experimental. Ele tem falhas e limitações. Algumas explícitas, outras não, mas que ficam dormentes quando batem de frente com o conteúdo do filme, porém a qualidade técnica acaba atrapalhando o desenvolvimento das emoções do espectador sugeridas pelo filme.</p>
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		<title>Notícias de Uma Guerra Particular</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Feb 2009 02:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias de uma Guerra Particular]]></category>

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		<description><![CDATA[A GUERRA DE TODOS NÓS Por MARCELO JANOT No momento em que o Rio de Janeiro vive a maior crise de violência de sua história, chega às locadoras um DVD que talvez possa ser considerado um dos lançamentos cinematográficos mais importantes do ano: antes restrito a exibições muito esporádicas, o documentário Notícias de Uma Guerra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="titulo">A GUERRA DE TODOS NÓS</span></p>
<div id="attachment_840" class="wp-caption alignleft" style="width: 510px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/guerra-particular.jpg"><img class="size-full wp-image-840" title="guerra-particular" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/guerra-particular.jpg" alt="Notícias de uma Guerra Particular" width="500" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Notícias de uma Guerra Particular</p></div>
<p><span class="textocinza"> <strong> Por<a class="textocinza" href="http://www.criticos.com.br/new/quem_somos/quem_somos.asp"> MARCELO JANOT </a> </strong><br />
</span> <span class="cinzaitalico"> <strong></strong></span><br />
<span class="textocinza">No momento em que o Rio de Janeiro vive a maior crise de violência de sua história, chega às locadoras um DVD que talvez possa ser considerado um dos lançamentos cinematográficos mais importantes do ano: antes restrito a exibições muito esporádicas, o documentário <em>Notícias de Uma Guerra Particular</em>, de Katia Lund e João Moreira Salles, realizado em 1998/99, agora está disponível para aqueles que quiserem entender um pouco mais a fundo porque vivemos à mercê do medo e da insegurança, no meio de um triângulo nefasto composto por políticos demagogos, polícia corrupta e bandidagem inescrupulosa.</span></p>
<p>A “guerra particular” a que o título se refere, extraído de uma frase do ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, é o combate sem trégua entre policiais e traficantes nas favelas cariocas. O filme, realizado sob encomenda da TV francesa, causou impacto na época em que foi lançado por permitir que o espectador do asfalto tivesse acesso ao que se passa no morro sem a abordagem sensacionalista e maniqueísta oferecida pelos veículos de imprensa. Katia e João ouviram do já citado capitão do BOPE ao gerente de tráfico do Morro Dona Marta, Adriano. Depoimentos como o de Gordo, um dos fundadores do Comando Vermelho, de Paulo Lins (em sua primeira entrevista, muito antes do sucesso de <em>Cidade de Deus</em>) e do chefe da Polícia Civil, Helio Luz, traçam um histórico do desenvolvimento do tráfico nas favelas e como ele se encaminhava rumo à barbárie que vemos nos dias de hoje.</p>
<p>Embora algumas das imagens (muitas de arquivo de TVs ou emprestadas de outros documentários) impressionem, como a do jovem soldado do morro apresentando sua farta artilharia, ou a do confronto entre policiais e traficantes à luz do dia, é nos depoimentos que reside a força de <em>Notícias de Uma Guerra Particular</em>, e que infelizmente nos faz perceber, anos depois, que não é com atitudes desesperadas tipo blindar o carro ou defender o porte de armas que vamos viver num Rio de Janeiro mais seguro.</p>
<p>Os extras do DVD incluem a ótima faixa de comentário, em que é possível rever o filme e entender a estrutura e os bastidores do documentário com Katia Lund e João Moreira Salles respondendo as perguntas inteligentes do cineasta Eduardo Coutinho e do nosso companheiro de <strong>Críticos.com.br</strong>, Carlos Alberto Mattos. Estão presentes também a íntegra de algumas entrevistas realizadas para o filme, inclusive a do General Nilton Cerqueira (que ficou de fora), com destaque absoluto para a do músico, “filósofo” e morador da favela Adão Xalebaradã, que virou até tema de curta-metragem do irmão de João, Walter Salles.</p>
<p>Como se isso tudo não bastasse, o filé mignon vem agora: o DVD traz também o documentário <em>Santa Marta: Duas Semanas no Morro</em>, de Eduardo Coutinho, rodado em 1987. Comparando os dois filmes (que têm um intervalo de 11 anos) e os dias de hoje, é assustador ver como a situação se deteriorou. O vídeo de Coutinho deixa muito claro como a força que o tráfico adquiriu nos dias de hoje se deve, em grande parte, à deterioração da relação entre a polícia e os moradores da favela. Se há quase 20 anos, como mostram os depoimentos dos favelados, a polícia já cometia todo tipo de abuso contra os moradores do morro, não é de se estranhar que ao longo desse tempo os traficantes tenham assumido o papel de “defensores da comunidade”, e essa evolução está bem clara nos dois documentários.</p>
<p>Ao mostrar o cotidiano dos moradores da favela,  <em>Santa Marta: Duas Semanas no Morro</em> nos revela um período em que quase não se falava da presença de traficantes e “chefes do morro”, como se eles simplesmente não existissem. O foco das reclamações dos moradores estava no tratamento ruim que eles recebiam da polícia em suas incursões ao morro e também na esperança de um futuro em que as desigualdades entre a favela e o asfalto fossem um pouco menores. Um jovem franzino de olho meio puxado elogiava as meninas do morro, mais “liberais”, e reclamava que gostaria de ser desenhista profissional “caso as universidades dessem chance aos pobres”. Este mesmo jovem se transformaria alguns anos depois em Marcinho VP, chefe do tráfico do Dona Marta, e foi com ele que João Moreira Salles conversou e pediu autorização para poder rodar <em>Notícias de Uma Guerra Particular</em>. Acreditando que Marcinho ainda poderia se regenerar e voltar a ser aquele de 1987, lhe ofereceu uma bolsa mensal para que ele escrevesse um livro e largasse o tráfico. O livro nunca foi escrito, Marcinho foi preso e em 2003 foi encontrado morto dentro de uma lixeira no presídio de Bangu 3, onde cumpria pena.</p>
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		<title>Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 13:02:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[DOCUMENTÁRIO Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço Filme enfoca o problema da obesidade nos Estados Unidos de maneira irreverente: o diretor Morgan Spurlock fez uma longa &#8220;dieta alimentar&#8221; baseada no cardápio do McDonalds Quando duas norte-americanas obesas tentaram processar o McDonald´s por causa do aumento de peso, a rede de fast-food rebateu com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4><span><span style="color: red;">DOCUMENTÁRIO</span></span><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/c-supersizeme_r.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-404" title="supersizeme" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/c-supersizeme_r-300x202.jpg" alt="" width="300" height="202" /></a></h4>
<div>
<h1><span><span style="font-size: medium;"><strong>Super Size Me &#8211; A Dieta do Palhaço</strong></span></span></h1>
</div>
<div>
<h2><span><span style="color: #808080;"><em>Filme enfoca o problema da obesidade nos  Estados Unidos de maneira irreverente: o diretor Morgan Spurlock fez uma longa  &#8220;dieta alimentar&#8221; baseada no cardápio do McDonalds</em></span></span></h2>
<p><span>Quando duas norte-americanas obesas tentaram processar o  McDonald´s por causa do aumento de peso, a rede de fast-food rebateu com o  argumento de que não era possível provar sua responsabilidade pelas condições  delas. Ao ver a história, Morgan Spurlock teve a idéia de fazer <strong>Super Size  Me</strong>, no qual quis verificar o que aconteceria com uma pessoa que passasse um  mês comendo nos restaurantes da rede. Para provar as alterações físicas, o  diretor fez exames antes, durante e depois do documentário e teve um rígido  controle médico no período.</span></p>
<p>Para sua &#8220;McDieta&#8221;, Spurlock impôs a si  mesmo algumas regras: não poderia ingerir nada que não fosse vendido pelo Mc  Donald´s (nem água), teria de experimentar todos os itens do cardápio pelo menos  uma vez e sempre que a porção &#8220;super&#8221; fosse oferecida, ele teria de aceitar. O  resultado foi desastroso para sua saúde. Além de engordar 11 quilos, o  acompanhamento das taxas nos exames de sangue mostrava elevações que nem os  médicos esperavam. Fora isso, o diretor passou a sentir fraqueza, náuseas,  desânimo, dores de cabeça, entre outros sintomas. Para desintoxicar seu corpo e  voltar ao peso normal, Alex, a namorada de Spurlock, preparou um cardápio  balanceado.</p>
<p>Sensação no Sundance Film Festival deste ano, <em>Super Size  Me</em> traz também entrevistas com especialistas e vem carregado de acusações  contra o McDonald´s, mas a empresa não quis se manifestar no filme. As ações da  rede de fast-food para &#8220;apagar o incêndio&#8221; causado por Morgan Spurlock foram  eliminar a porção <em>super size</em> do cardápio, distribuir a tabela de calorias  e ainda tentar processar o diretor.</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Diretor:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">Morgan Spurlock</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Elenco:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">(documentário)</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Nome Original:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">Super Size Me</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Ano:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">2004</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>País:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">EUA</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Duração:</strong></span></td>
<td><span style="font-family: verdana;">98 minutos</span></td>
</tr>
<tr>
<td align="right" valign="top"><span style="font-family: verdana;"><strong>Site:</strong></span></td>
<td><a href="gds_externo.asp?st=www.supersizeme.com.br" target="_blank"><span style="font-family: verdana; color: #000000;">Oficial</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Documentário a Casa Da Mãe</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 23:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[a casa da mãe]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>

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		<description><![CDATA[sinopse:  Em formato de romance,  a mostra é um documentário que conta um pouco da batalha árdua de uma dona de casa, Antônia de Sousa. Viúva e com quatro filhos, ela nunca sucumbiu aos problemas cotidiano. Como se não bastasse as dificuldades que a vida lhe plantou, agora tem como missão ver um de seus filhos longe do Cárcere. 33&#8242; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="attachment_330" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/acasadamae.jpg"><img class="size-medium wp-image-330" title="acasadamae" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/acasadamae-300x184.jpg" alt="Documetário A CASA DA MÃE" width="300" height="184" /></a><p class="wp-caption-text">Documetário A CASA DA MÃE</p></div>
<p>sinopse:  <span style="font-family: verdana,sans-serif; color: #3366ff;">Em formato de romance,  a mostra é um documentário que conta um pouco da batalha árdua de uma dona de casa, Antônia de Sousa. Viúva e com quatro filhos, ela nunca sucumbiu aos problemas cotidiano. Como se não bastasse as dificuldades que a vida lhe plantou, agora tem como missão ver um de seus filhos longe do Cárcere.</span></div>
<div><span style="font-family: verdana,sans-serif; color: #3366ff;">33&#8242;</span></div>
<div><span style="font-family: verdana,sans-serif; color: #3366ff;">Documentário</span></div>
<p><span style="color: #3366ff;"><span style="font-family: Times New Roman;">DF</span></span></p>
<p>ESTE DOCUMENTARIO ESTARÁ SENDO EXIBIDO DIA 20/11 no festival de Brasilia e no Gama.</p>
<div class="gmail_quote">Na praça Itapuã às 20:00 hras</div>
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		<title>Documentário “Ouro de Sangue”</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Nov 2008 16:34:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[nurro no olho]]></category>
		<category><![CDATA[ouro]]></category>
		<category><![CDATA[sandro neiva]]></category>
		<category><![CDATA[sangue]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário realizado em Paracatu (MG) participa de Festival Internacional de Cinema na Bahia e Festival Socioambiental de Nova Friburgo (RJ) O documentário “Ouro de Sangue”, média-metragem de 44 minutos – inteiramente realizado em Paracatu (MG), dirigido pelo jornalista e cineasta Sandro Neiva (ex-Murro no Olho) e pelo produtor audiovisual Alessandro Silveira, e que aborda as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_163" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/dsc05451.jpg"><img class="size-full wp-image-163" title="Documetário Ouro de Sangue" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/dsc05451.jpg" alt="Documetário Ouro de Sangue" width="500" height="245" /></a><p class="wp-caption-text">Documetário Ouro de Sangue</p></div>
<p>Documentário realizado em Paracatu (MG) participa de Festival Internacional de Cinema na Bahia e Festival Socioambiental de Nova Friburgo (RJ)</p>
<p>O documentário “Ouro de Sangue”, média-metragem de 44 minutos – inteiramente realizado em Paracatu (MG), dirigido pelo jornalista e cineasta Sandro Neiva (ex-Murro no Olho) e pelo produtor audiovisual Alessandro Silveira, e que aborda as consequências sócio-ambientais da mineração aurífera na cidade  - participou da mostra competitiva na XXXV Jornada Internacional de Cinema da Bahia, realizada em Salvador entre os dias 11 e 18 de setembro de 2008. O grande vencedor  foi o filme “El Circulo”, de Jose Pedro Charlo e Aldo Gray, documentário de 92 minutos produzido no Uruguai.</p>
<p>Na opinião de Sandro Neiva, que compareceu à capital baiana para acompanhar a Jornada, apesar de “Ouro de Sangue” não ter faturado nenhum prêmio, a oportunidade de levar o documentário a outras partes do país já representa uma grande conquista. “A exploração de ouro a céu aberto, em perímetro urbano e sem nenhuma fiscalização da Prefeitura de Paracatu foi um dos temas questionados por intelectuais de diferentes nacionalidades, que reuniam-se após as sessões para discutir ações que contribuam para a solução dos inúmeros e graves problemas que ameaçam dramaticamente a vida na Terra”.</p>
<p>Ainda de acordo com o jornalista, os inúmeros festivais de cinema espalhados pelo país representam o canal ideal para a exibição de documentários de denúncia, pois o meio cinematográfico, segundo ele, não estaria corrompido ou omisso como outros segmentos da comunicação, órgãos ambientais e diversas esferas do poder público. “O cinema é o veículo perfeito para a apresentação de idéias alternativas, que não conseguem penetrar nos famigerados espaços midiáticos da TV aberta no Brasil”.</p>
<p>Os grandes homenageados na noite de abertura foram os atores Antonio Pitanga e sua filha Camila Pitanga, em apresentação de gala no Teatro Castro Alves. Paralelamente à exibição dos filmes, aconteceu durante os oito dias de evento um ciclo de debates tendo como tema central o revolucionário ano de 1968 após 48 anos, com a presença de nomes ilustres como Frei Betto, Leonardo Boff e Nelson Pereira dos Santos.</p>
<p>Em seu trigésimo quinto ano consecutivo, a Jornada Internacional de Cinema da Bahia teve a participação de 87 filmes e vídeos produzidos no Brasil, Espanha, Portugal, Chile, Venezuela, Uruguai e Argentina.</p>
<p>Saiba mais detalhes em <a href="http://www.jornadabahia.com/" target="_blank">www.jornadabahia.com</a></p>
<p>O documentário “Ouro de Sangue” participou também entre os dias 15 e 19 de outubro do festival Inernacional de Cinema Socioambiental de Nova Friburgo (RJ). Mais detalhes em <a href="http://www.fricine.com.br/" target="_blank">www.fricine.com.br</a></p>
<p>Segue a sinopse do filme:<br />
Ouro de Sangue é um documentário que aborda as consequências sócio-ambientais da mineração de ouro em Paracatu (MG) desde 1987. A transnacional canadense que atua na cidade conseguiu junto aos órgãos ambientais legalmente responsáveis a aprovação de um plano de expansão da mina por mais 30 anos. O que sobra para os paracatuenses são enormes feridas abertas pelas lavras a céu aberto, venenos químicos, poeira tóxica, população enferma e mortes. Há falas de vizinhos da mineradora, um médico, um geólogo, um Procurador de Justiça Criminal e um diretor da mineradora. A trilha Sonora conta com uma música do Murro no Olho, Amorphis, Type of Negative e outros.</p>
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		<title>Última Parada 174</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Oct 2008 17:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[colorida]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[galeria]]></category>
		<category><![CDATA[ultima parada 174]]></category>

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		<description><![CDATA[Sinopse:Recriando a tragédia do ônibus 174 no Rio de Janeiro em 2000, conta-se a história de dois meninos vindos da pobreza que caem na criminalidade, enquanto a mãe de um deles procura o filho perdido. Crítica cineweb: 23/10/2008 Neusa Barbosa Concorrente brasileiro a uma das cinco vagas concorrentes ao Oscar de filme estrangeiro, “Última Parada; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/10/ultima.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-50" title="ultima" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/10/ultima-300x153.jpg" alt="" width="300" height="153" /></a></p>
<div id="sinopse">
<div class="label">Sinopse:Recriando a tragédia do ônibus 174 no Rio de Janeiro em 2000, conta-se a história de dois meninos vindos da pobreza que caem na criminalidade, enquanto a mãe de um deles procura o filho perdido.</div>
</div>
<p><strong></strong></p>
<p><!---sinopse---> <!---BOX---> <!---BOX---> <!---CRÍTICA---></p>
<div class="label">Crítica cineweb:</div>
<div class="data_publicacao">23/10/2008</div>
<div id="assinatura">Neusa Barbosa</div>
<p style="text-align: justify;">Concorrente brasileiro a uma das cinco vagas concorrentes ao Oscar de filme estrangeiro, “Última Parada; 174”, de Bruno Barreto revisita a tragédia de junho de 2000, quando um seqüestrador, Sandro do Nascimento, manteve reféns num ônibus no Rio de Janeiro durante várias horas. Ao final do dia, a última refém, Geisa Gonçalves, de 21 anos, foi morta por Sandro, que acabou também assassinado na viatura, depois de rendido, pelos policiais que o prenderam.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com a parceria do experiente roteirista Bráulio Mantovani, que participou da escrita de <strong>Cidade de Deus</strong>, <strong>Tropa de Elite</strong> e <strong>Linha de Passe</strong> &#8211; três filmes candentes sobre a realidade brasileira contemporânea –, o que mais incomoda é a falta de organicidade de <strong>Última Parada 174</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">A sucessão de eventos trágicos que molda a trajetória perdida de dois meninos (os bons atores Michel Gomes e Marcello Melo Jr.) flui de maneira atravancada, forçada, dramaturgicamente inconsistente. A personagem fundamental da mãe de um dos meninos não tem, igualmente, um desenvolvimento dramático à altura da ótima atriz Cris Viana. Assim, o filme perde credibilidade e, o que é pior, conexão emocional com o público &#8211; o que seria, justamente, sua própria razão de existir.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tanto material explosivo, quanto assassinato de uma mãe, abandono de crianças, seu engajamento no crime e na violência, a chacina de meninos de rua diante da igreja da Candelária (ato real ocorrido em julho de 1993) e outros que sustentam o enredo, Barreto não se mostrou o diretor ideal para trazer à tona elementos que complementariam a história tão bem desenhada no documentário <strong>Ônibus 174</strong>, de José Padilha – obra que fecha seu foco na tragédia do ônibus seqüestrado por Sandro, que era mesmo um sobrevivente do massacre da Candelária. Uma história real assim forte dificilmente comportaria uma recriação melhor na ficção. Foi o que aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nome:</strong> Última Parada 174<br />
<strong>Nome original:</strong> Última Parada 174<br />
<strong>Cor filmagem:</strong> Colorida<br />
<strong>Origem:</strong> Brasil<br />
<strong>Ano produção:</strong> 2008<br />
<strong>Gênero:</strong> Drama<br />
<strong>Duração:</strong> 110 min<br />
<strong>Classificação: </strong>14 anos<br />
<strong>Direção:</strong> Bruno Barreto<br />
<strong>Elenco:</strong> Marcello Melo Junior, Chris Vianna, Michel de Souza</p>
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