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	<title>OsubversivO Zine &#187; brasilia</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesticide – Hellish Warfare Com todos os holofotes apontados para a década de 1980 e inúmeras bandas resgatando o Thrash-Metal produzido naquela época, dá gosto ver que o grupo brasiliense Pesticide tentou remar em outra direção. Claro que aqui e acolá vão aparecer riffs que remetam ao old school oitentista, mas o Pesticide soube mesclá-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesticide – Hellish Warfare</p>
<div id="attachment_1805" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/pesticide.jpg"><img class="size-medium wp-image-1805" title="pesticide" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/pesticide-300x299.jpg" alt="Pestcide" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Pestcide</p></div>
<p>Com todos os holofotes apontados para a década de 1980 e inúmeras bandas resgatando o Thrash-Metal produzido naquela época, dá gosto ver que o grupo brasiliense Pesticide tentou remar em outra direção. Claro que aqui e acolá vão aparecer riffs que remetam ao old school oitentista, mas o Pesticide soube mesclá-los às influencias do Death-Metal do começo da década de 1990, em especial ao som produzido pelo saudoso Sepultura em álbuns como Schizophenia e Beneath de Remains. Hellish Warfare apresenta quatro faixas que não primam pela qualidade da gravação, mas que transmitem muita garra e segurança dos músicos. É nítido que a mulecada ouviu muito o Death-Thrash que marcou a transição dos anos 1980 para 1990, quando a simplicidade começava a dar lugar arranjos mais apurados. Alguns detalhes ainda precisam ser melhor lapidados, mas a Pesticide já mostra um belo trabalho que pode anunciar a nova tendência de resgate para a década de 2010.</p>
<p>Por: Fábio Guedes</p>
<p>Contatos: <a href="http://www.myspace.com/pestdeath">http://www.myspace.com/pestdeath</a></p>
<p>Veja o vídeo da Pesticide tocando um cover da banda Massacre e um som próprio:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iq7Eh52RrKY">http://www.youtube.com/watch?v=iq7Eh52RrKY</a></p>
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		<title>Entrevista Os Cabeloduro parte 01</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 21:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ OS CABELODURO é uma das melhores bandas surgidas nos anos 90, seu Punk Rock energetico e suas letras acidas, foram a combinação perfeita pra colocar a banda no topo. Acompanhe uma coversa franca com Hélio Gazu, baixista dos Cabeloduro sobre os 20 anos da banda. Essa entrevista foi dividida em duas partes. Segue a primeira    Ae Gazu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #c0c0c0;"><strong> </strong></span><span style="color: #c0c0c0;"><strong>OS CABELODURO é uma das melhores bandas surgidas nos anos 90, seu Punk Rock energetico e suas letras acidas, foram a combinação perfeita pra colocar a banda no topo. Acompanhe uma coversa franca com Hélio Gazu, baixista dos Cabeloduro sobre os 20 anos da banda. Essa entrevista foi dividida em duas partes. Segue a primeira</strong></span></div>
<div><span style="color: #c0c0c0;"><strong><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/os-cabeloduro.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1546" title="os cabeloduro" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/os-cabeloduro.jpg" alt="os cabeloduro" width="590" height="240" /></a></strong></span><span style="color: #c0c0c0;"><strong> </strong></span></div>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #c0c0c0;"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/os-cabeloduro.jpg"></a></span></p>
<div><span style="color: #c0c0c0;"><strong> </strong></span><span style="color: #c0c0c0;"><strong>Ae Gazu seja bem-vindo ao OsubversivO zine.20 anos se passaram desde a criação da banda, você como membro fundador, qual balanço faria da carreira dos Cabeloduro? Ascensão e queda.</strong></span></div>
<div><span style="color: #c0c0c0;"><strong> </strong></span> R: Em primeiro lugar gostaria de agradecer a oportunidade dos Cabeloduro expressar suas idéias e contar um pouco da nossa historia. Bom, são 20 anos de trabalho serio e de muita guerra com a cena local. Nos dos Cabeloduro sempre nos colocamos na posição de uma banda do Distrito Federal, fugindo um pouco do rótulo de banda de Brasília que sempre excluía vários artistas por não morar mo Plano Piloto. Parece discurso panfletário, mas demorou cerca de quatro anos para o nosso primeiro show acontecer no Plano Piloto, onde já existia uma cena diferente nas satélites e no entorno. Depois do nosso primeiro show no Projeto Meia Sola, lembra? As coisas começaram a mudar&#8230; Primeiro criamos nossa base com a garotada das satélites e quando acontecia o nosso show, era uma grande invasão nos espaços que existiam na época. O Teatro Garagem foi termômetro dessa geração! Ate hoje nos borderôs do Teatro os maiores públicos de rock foram dos cabeloduro. Outros projetos foram super importantes para Democratizar o Rock na Cidade, tais como: Feira de Musica, projeto Meia Sola e a Radio Cultura que abraçou várias bandas da cidade. Nunca houve ascensão ou queda, sempre corremos por fora, as margem do que estavam produzindo ou fomentando na cidade. Tiveram que nos engolir porque a banda arrastava uma <strong>Legião Suburbana</strong> para os nossos shows. Muita banda tinha medo de dividir o palco com a gente&#8230; Passávamos o trator e ninguém segurava a gente! Tudo que os Cabeloduro conquistaram foi no trabalho e muito suor. Algumas pessoas foram super importantes na nossa carreira: Luciano Lima (1º produtor da banda), Erick (patrocinou nossa 1ª Demo), Ricardo Retz, o Ceará do antigo Estúdio Jams. Outras apenas nos criticavam e nos rotulavam com os marginais do GUARÁ. Posso afirmar que a banda não se excluía, apenas tínhamos uma maneira diferente de pensar e agir, pois somos frutos do movimento Punk dos anos 80. E muito difícil ser você mesmo e manter uma atitude onde vários interesses estão em jogo, sempre fomos honestos na nossa proposta musical, e por isso, conquistamos vários fãs pelo Brasil afora, sem fazer caras e bocas ou babar o ovo de ninguém&#8230; Se o Diabo e o pai do rock eu não sei! Mas já passamos por coisas que ate ele duvidaria&#8230;</div>
<p> <strong><span style="color: #c0c0c0;">Lembro-me com se fosse hoje a repercussão entre a galera da cena quando saiu o primeiro registro em demo da banda. Estava à venda na Head Collection (antiga loja de Rock no conic). Sempre que ia lá nunca conseguia comprar a fita porque acabava muito rápido, e o jeito de conseguir uma, foi reproduzir a fita de amigos, e esse passa e repassa, acabou por ajudar vocês em popularidade. O que você poderia nos falar sobre a idéia de gravar a demo, a escolha das músicas, do estúdio? Que lembranças você traz dessa primeira vez dos Cabelo?</span></strong></p>
<p> R: Gravamos 13 musicas ao vivo em duas horas&#8230; Todas as músicas já eram conhecidas e facilitou o sucesso na distribuição e venda da Demo tape. Distribuímos cerca de 5.000 fitas por todo o Brasil. Em Brasília chegamos a vender mais de 2.500 fitas no Conic. Lembro que o Fábio Massari (ex MTV) quis premiar a gente com a DEMOTAPE de OURO. Os Cabeloduro era uma banda grande sem um disco e tocando nos principais festivais no Brasil pela repercussão e distribuição da Demo. Mandamos para todos os fanzine e Revistas Especializadas da época. A Rock Brigade fez uma critica negativa sobre a demo, não me lembro o nome do cara que falou sobre a banda&#8230; No mês seguinte, não parava de chegar carta na casa do Beto. Todo mundo queria conhecer ou receber a nossa Demo em todo o Brasil. Visitei quase todos os festivais com as Demos de baixo do braço, fazendo a divulgação, pois não existia internet, era tudo no canetão e no correio. Nosso primeiro show fora de Brasília foi graças a nossa Demo tape que chegou às mãos do J.R (92 Graus em Curitiba), ele me disse que quando recebeu a fita e abriu a caixa do sedex, tinha um pentelho junto com a Demo. O cara pirou! Foi um show depois de 24h00 de viagem para 03 pessoas&#8230; rsrsrsrs! A Head Collection foi um ponto de partida para varias banda do DF, o carro chefe era os Cabeloduro, o Geraldo me ligava e dizia: &#8211; Gazu acabou! Você tinha que reproduzir as fitas uma a uma, isso durava horas&#8230; Todo mundo participava, uns tiravam xerox no trampo da capinha outro comprava as fitas no Fujioka, era produção em serie&#8230; Por isso eu dou valor nas bandas das antigas, era tudo muito difícil e os custos eram enormes. A nossa fitinha já nos rendeu boas farras e nos livrou de muita fome por esse Brasilzão.</p>
<p> <strong><span style="color: #c0c0c0;">Por falar no conicão, hoje lugar de ninguém, não que naquela época tivesse algum dono. Mas desde a inauguração da Devil Discos a primeira loja de Rock do conic<span style="color: #c0c0c0;">.</span></span><span style="color: #c0c0c0;">A galera que freqüentava, além das primas, eram em sua maioria punks e metaleiros. Depois da Devil foram chegando os estúdios de tatuagem, de ensaio tipo o caustico lunar, e outras lojas de Rock, Subway, Berlin e a Head Collection, hoje não vejo mais o conic como um centro underground, mais parece um grande shopping dos descolados e afins&#8230;</span></strong></p>
<p> R: O Gilmar (ARD) e um guerreiro. Eu peço bênção pro cara! Como a cena local pode ser tão hipócrita ao ponto de esquecer tal figura. Eu pentelhava o Gilmar no Conic, na hora do almoço, dividia o meu tempo de office-boy do BRB entre o Cine Ritz e a Devil Discos&#8230; Quem começou o lado B do Conic foi o Gilmar&#8230; Depois outros chegaram e estão ate hoje. Ensaiávamos no Caustico Lunar, antes dos Cabeloduro&#8230; Que doidera! Na verdade o ponto de referencia era o Cine Centro São Francisco (antigo Janjão)&#8230; O Rock perdeu força e espaço e as lojas foram fechando, pois os mesmo não se adequaram as novas tendências&#8230; Hoje só existe a Berlin no seguimento do rock’n’roll. Raramente passo pelo Conic. Existe uma proposta de revitalização do espaço&#8230; Mas só fica no papel! De certa forma hoje a cultura underground respira no Conic&#8230;</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;"><strong> Os cabeloduro participaram de 2 coletâneas lançadas em Portugal, “Vozes da Raiva” e “Um Xute na Oreia”, você se lembra da repercussão dessas coletâneas lá fora? Receberam muitas cartas ou convites pra tocar por lá?</strong></span></p>
<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/Um-chute-na-oeia.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1554" title="Um chute na oeia" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/Um-chute-na-oeia.jpg" alt="Um chute na oeia" width="283" height="281" /></a> R: A coletânea foi fruto da divulgação da Demo e do nosso antigo baixista Hamilton Pernão que mora em Portugal até hoje. Ele levou nosso trabalho e apresentou pra uma galera da cena local. Depois as coisas foram acontecendo tudo ao seu devido tempo. Participamos da coletânea com outras bandas portuguesas antes do primeiro disco sair (Com todo amor e carinho), o nosso som era diferente por isso chamou a atenção dos portugas&#8230; Recebemos varias cartas do mundo inteiro na época, pois a distribuição aconteceu em toda Europa. Aqui no Brasil a repercussão foi bem legal, lembro que um grande jornal de São Paulo fez uma matéria muito grande sobre os Cabeloduro e o CD lançado fora. Alguns amigos viajando pela Europa se depararam com algumas historias maluca com os Cabeloduro pelo mundo. Certa vez o nosso ex-baixista estava num festival de verão na Espanha quando der repente ouviu a musica pinga com limão num carro parado onde algumas pessoais estavam pogando, ele se aproximou e disse que conhecia a banda e que era do Brasil e que tinha tocando com a gente&#8230; Os caras fizeram uma festa enorme, pois eram fãs da banda e não acreditavam no que estava acontecendo. Eles são muitos antenados na nossa cena e musica Brasileira. Não são burros e dão muito valor no que acontece por aqui.</p>
<div><strong><span style="color: #c0c0c0;"> O primeiro disco, “Com todo amor e carinho”, de 96 é um clássico do Punk Rock nacional, até hoje todas as músicas desse disco são cantadas em coro pelos mais velhos e pela nova geração também. De quem são as letras e quais músicas não pode faltar em um show de vocês?</span></strong> </div>
<p> <a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/l_3153dc1621dbf49799a2fca919bf9561.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1555" title="com todo amor e carinho" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/l_3153dc1621dbf49799a2fca919bf9561.jpg" alt="com todo amor e carinho" width="283" height="283" /></a>R: Tudo foi composto em parceria com a banda e alguns amigos como o Bolão&#8230; Pinga com limão a gente já tocava em outra banda antes dos Cabeloduro&#8230; De 1989 a 1993, a banda só tocava 03 musicas (pinga com limão, foda-se e uma instrumental). Lembro que a gente tocava por cerveja no Bar do Lincon no Guará, tocávamos as mesmas musicas 100 vezes ate enjoar&#8230; Não tínhamos instrumentos e nem local para ensaiar! Depois fizemos um show juntos com os Raimundos e ficamos proibidos de tocar no Guará, depois dessa experiência começamos a levar a banda mais a serio&#8230; Fizemos da casa do Daniel nosso QG e preparamos algumas musicas que fizeram parte do 1º CD. E difícil fazer um set list do primeiro Cd, todas as musicas são boas, nos últimos shows tocamos todas&#8230;</p>
<p><strong><span style="color: #c0c0c0;"> Depois da excelente repercussão do disco de estréia, veio o segundo disco “1#EP” e quando todos pensavam que Os Cabelo Duro fosse se entregar a alguma gravadora ou se “venderia” como se falava na época, no entanto a banda voltou com a mesma fúria de sempre, com a velha atitude Punk Rock. O disco saiu por um selo independente. Mas não obteve a mesma repercussão do anterior. Vocês receberam muitas propostas de selos Majors?         Que análise você faria entre os 2 primeiros discos?</span></strong></p>
<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/11/1-ep.jpg"></a> R: “COM TODO AMOR E CARINHO” está entre os 10 melhores CDS no estilo nos anos 90, um disco difícil de encontrar&#8230; Achei o CD na Galeria do Rock em São Paulo por R$ 50,00&#8230; Ele tem um valor histórico e poderia ter vendido muito na época. São dois CDs completamentes diferentes, com propostas diferentes, porém o mesmo não teve tanta popularidade quanto o primeiro. Recebemos uma proposta da Tamborete Records depois de um show que fizemos no Rio de Janeiro, o CD foi feito na correria e o resultado não foi tão bom quando o primeiro ficou um trabalho meio obscuro, mais era Cabeloduro do mesmo jeito. Lembro que pregaram uma matéria sobre as banda que poderiam gravar com a Sony, na porta da Head Collection, gerou vários comentários sobre os Cabeloduro, não recebemos nenhuma proposta de verdade das Major, tudo foi especulação e muita fofoca. Não vejo problemas em você crescer com o seu trabalho, hoje o mercado alternativo ganhou força com a internet, antes não era assim. Algum tempo depois o Rafael Ramos me ligou (ex-tamborete, hoje Deck Discos), estava à procura de uma banda que tinha o perfil dos Misfts e a pegada dos Cabeloduro, precisávamos produzir quatro musicas para uma audição&#8230; Não gerou! Logo depois apareceu o Cpm 22. Entendeu? Perdemos algumas oportunidades, mais agarramos outras bem melhores&#8230; Graças ao nosso trabalho tivemos a oportunidades de abrir vários shows memoráveis e grandes festivais, tais como: Dead kennedys, Planet Hemp, Shelter, Tsol, Agente Orange, Ratos de Porão e etc&#8230;</p>
<p><span style="color: #c0c0c0;"><strong> Os Cabeloduro também possuem um mascote que saiu em todas as capas dos discos da banda. Quem criou o mascote? Tem nome o dito cujo?</strong></span></p>
<p> R: A criação foi do Túlio do DFC&#8230; Ficou uma marca da banda! Batizamos com o nome de Francisco em homenagem ao nos falecido amigo Chiquinho, que era uma espécie de Guru muito doido e aprendiz de roadie e botafoguense fanático!</p>
<p> Semana que vem tem mais</p>
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		<title>Entrevista RHEVANGE</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 02:23:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Clique aqui e ouça a música &#8220;Breaking the Nigth Silence&#8221; RHEVENGE – Prontos para liberar o poder! Com quase uma década de estrada, a banda Rhevenge lança seu debut álbum e prepara para firmar seu nome no cenário do Heavy-Metal tradicional. Conversamos com o baterista Júnior Brasil, que nos contou sobre o novo direcionamento no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_936" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/revenge1.jpg"><img class="size-full wp-image-936" title="revenge1" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/revenge1.jpg" alt="RHEVANGE – Prontos para liberar o poder!" width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">RHEVANGE – Prontos para liberar o po</p></div>
<p><span class="style61"> </span></p>
<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/03-faixa-31.mp3">Clique aqui e ouça a música &#8220;Breaking the Nigth Silence&#8221;</a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: 18pt; font-family: Arial;">RHEVENGE – Prontos para liberar o poder!</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Com quase uma década de estrada, a banda Rhevenge lança seu debut álbum e prepara para firmar seu nome no cenário do Heavy-Metal tradicional. Conversamos com o baterista Júnior Brasil, que nos contou sobre o novo direcionamento no som banda, além da mudança na formação, processo de gravação do primeiro CD e sobre o perigo da grande exposição de uma banda. </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Por: Fábio Guedes</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">1 – Olá, para começar apresente o Rhevange para aqueles que ainda não o conhece. </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange – Olá Fábio e pessoal do subversivo. Antes de tudo, queríamos te agradecer pela oportunidade de conceder essa entrevista para o zine, valeu brother! Pois bem, o Rhevange é uma banda de heavy metal que surgiu em 2000, com intuito de fazer heavy metal tradicional oitentista. Da formação original restaram o baixista Wannder Carlo e o baterista Junior Brasil. Mais tarde completaram o time, os guitarristas Limark Matos e Nathan Brasil.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">2 – Depois quase cinco anos de silêncio, o Rhevange retorna à cena lançando seu debut CD. Como está sendo a aceitação do disco UNLEASH THE POWER? </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange – Aproveitando a oportunidade, é importante frisar que apesar deste tempo afastados da cena, nunca deixamos de trabalhar na banda. O que ocorreu foi que após a saída do Wellington (antigo vocalista), precisávamos de tempo para organizar a banda, ou seja, encontrar outro cara que tivesse o espírito da banda. Isso não seria uma tarefa fácil, já estamos tanto tempo tocando juntos. Por isso tivemos que fazer essa transição com muita calma, esse foi o motivo da demora. Quanto ao disco, a aceitação do disco está muito boa. Recebemos criticas muito positivas em zines e sites especializados. Temos muitos acessos no site e myspace da banda. A divulgação está melhorando a cada dia, e o interesse da galera em ouvir o nosso som vem aumentando gradativamente.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">3 &#8211; Quem acompanha o Rhevange há algum tempo, pôde notar certa mudança no direcionamento do som da banda. A saída do Wellington tem alguma ligação direta com essa mudança?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; É verdade que a saída do Wellington tem alguma influência sim, tivemos que moldar as músicas já existentes para a voz do Wannder. Com essa mudança, as músicas novas ficaram um pouco mais agressivas do que as composições anteriores. Nesse disco também utilizamos alguns recursos que contribuíram bastante para essa notável mudança, fazendo com que o som ficasse um pouco mais pesado, como o uso de guitarra de sete cordas em algumas músicas.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">4 – Voltando a falar sobre o disco, ele tem uma boa produção, feita pelo guitarrista Nathan Brasil. Vocês consideram que o resultado final foi o esperado?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Sim, <span style="font-family: Arial;">neste disco foi dedicado um tempo razoável para se obter essa sonoridade, fizemos tudo com calma, desde a pré-produção até a masterização. Para podermos chegar a esse resultado final, algo que agradou bastante a banda, fizemos tudo naquele esquema, faça você mesmo. O Nathan está muito bom nesse esquema de produção. Além de um excelente arranjador, toda a experiência que ele adquiriu com as produções de outras bandas, contribuiu bastante para o sucesso do nosso trabalho. </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">5 – E quanto às participações especiais, qual influência teve no resultado final do disco?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange – Teve uma influência legal no seguinte aspecto, tivemos participações especiais de três grandes músicos da cena. Teve o Carlos Zema (Vougan, ex-Outworld e ex-Heavens Guardian), o qual é um grande vocalista e sempre admiramos o trabalho dele, além de ser um cara muito gente fina e muito profissional. Foi um prazer contarmos com a participação dele na música “The Tyger”. Teve a participação do baixista Michel Brasil (Inner Immensity e Mental Asylum), um grande amigo da banda, irmão do Nathan e do Júnior. Para nós, ele é considerado o 5° membro da banda. Sempre acompanhou nosso trabalho de perto nos dando toda força necessária. Participou na Intro da música “Darkness or Light”. Inclusive o título do debut “Unleash The Power”, foi idéia dele! E por último a participação do Deniel Moraes (Joy Band, ex-Zero 10), excelente baterista, trabalhou com a gente na gravação da batera e na mixagem e masterização do disco. É um grande brother da gente, participou na faixa “Walking With the Wolves”. Isso tudo foi um aspecto muito positivo que obtivemos em nosso trabalho, pois tanto tivemos pessoas que admiramos como pessoa e como músico no nosso Debut.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: small;">6 &#8211; Vocês acabaram de fazer um vídeo-clip para a música Walking with the wolves, como foi o processo de produção do mesmo? </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> <span style="color: #ffffff;">Bom, lançamos o disco e tivemos a idéia de gravar o clip para auxiliar na divulgação do disco. Tivemos a idéia inicial do clip, depois qual seria a música, o local, e por último entramos em contato com Marx Menezes do Programa Synergia, o qual vem fazendo um trabalho muito legal no que diz respeito a vídeos de bandas daqui da cidade. Passamos  toda nossa idéia em relação ao tema, e o resto ficou por conta dele.</span></span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">7 &#8211; É interessante essa facilidade de se veincular vídeos pelo YOU TUBE. como o rhevange tem aproveitado essa nova tecnologia, e como está a divulgação do clip de Walking with the wolves em outros meios alternativos?</span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">Estamos aproveitando esse e outros veículos de divulgação na web da melhor forma possível, mandando o link pra galera para baixar ou só para visualizar. Isso está servindo, para o clip, para as músicas e tudo de novo que a banda faz. Hoje em dia a facilidade está muito grande, você quer mostrar o som da banda para um cara que está do outro lado do mundo, você manda o link do myspace, Youtube, ou do site da banda, e o cara acessa! Essas são ferramentas muito comuns, porém, de grande importância, que vieram para nos dar o suporte suficiente para divulgar a banda. </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: small;">8 – Com a saída do vocalista Wellington, o baixista Wander passou a ser o frontman do Rhevange. Vocês chegaram a procurar outra pessoa que ocupasse o posto?</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Sim, chegamos a entrar em contato com alguns caras. De fato a idéia inicial era arrumar um vocalista de ofício para o posto, mas com o passar do tempo tivemos receio de trazer alguém novo ao grupo. Não queríamos que alguém se juntasse a nós e um ano ou depois, estivesse de saída. Já tivemos esse mesmo problema no passado. E isso não é legal. Após alguns meses quando colocamos ordem na casa e voltamos a ensaiar, o Wannder começou a fazer o vocal para nos guiar. Então, chegamos a uma conclusão que seria melhor para a banda, ele seria o novo vocal! Ele já fazia alguns backing vocals na época do Wellington e como já conhecia as letras, a adaptação foi bem tranqüila. Foi legal porque ele cresceu junto com a banda, fez parte da história dela, então, a decisão foi justa!</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">9 &#8211; Apesar de já está na estrada há quase uma década, não é muito comum ver o Rhevange se apresentar pelo DF. Há alguma razão para essa falta de shows?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Tem alguns pontos que devem ser citados em relação a isso, tocamos bastante na época da demo e do EP. Tocar aqui em Brasília é muito legal por que somos daqui, mas em nossa opinião é um pouco complicado, pois se tocarmos demais por aqui, a banda pode deixar de ser algo atrativo se tornar algo enfadonho. Temos que ter alguns cuidados em relação a isso. Outro fator é que a cidade está meio escassa de shows. Eles acontecem, mas não como antigamente que rolava show quase todo final de semana e a galera comparecia em peso. Hoje ainda existem bons shows e festivais de porte, que já é um marco no calendário do metal aqui em BSB, só que infelizmente o público não é o mesmo. Mas esperamos esse ano tocar mais vezes por aqui, e esperamos também que a galera compareça mais nos eventos daqui de nossa cidade para prestigiar as bandas e os organizadores que se empenham tanto para a essa cena. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: small;">10 – Agora com o disco em mãos, como estão os contatos para shows pelo Brasil?</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Estamos em contato com vários organizadores de shows de vários lugares do Brasil, e vamos fazer o possível de divulgar esse disco nos mais diversos lugares, sempre na medida do possível é claro. A princípio já existem alguns shows marcados para Anápolis e Goiânia, lugares estes que sempre nos acolheram muito bem, e que também possuem uma cena muito marcante e respeitada. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">11 – E pelo exterior, algo previsto?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Para tocar não, estamos começando a divulgação do “Unleash the Power” por lá, em mídias especializadas e pessoas do ramo. Levando em consideração que o EP “The Way to Follow” teve uma boa aceitação lá fora em diversos países, o pessoal lá gostou bastante do nosso trabalho, esperamos que com esse debut seja da mesma forma.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;">12 – O Rhevange faz parte de uma época em que as bandas de Heavy-Tradicional/Melódico estavam em evidência no Brasil. Como a banda vê esse cenário musical nos dias de hoje?</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Rhevange &#8211; Como dissemos anteriormente a cena mudou bastante, várias bandas de nome acabaram, outras surgiram, apareceram espaços muito bons para a realização dos mais variados estilos. O estilo ficou em evidencia por algum tempo, depois ficou menos evidente e por aí vai. Mas é assim mesmo, o underground e os músicos vivem em constantes transformações. Com certeza o que escutávamos há 05 anos, não é a mesma coisa que escutamos hoje, passamos por evoluções. Isso acontece e sempre acontecerá, mas no final das contas, a essência do heavy metal é mesma, independente da forma que é transmitida pelo som.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: small;">13- Gostaria de agradecer a vocês por colaborarem com o Subversivo. Desejamos que em 2009 o Rhevange possa “liberar o poder”, e mostrar toda a força do metal por esse mundo afora. Encerrem deixando um recado para galera <span style="color: #ffffff;">que curte o som do Rhevange, e para a que ainda vai curtir&#8230;</span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Arial;"> </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #ffffff;"> Rhevange &#8211; P</span><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000;"><span style="color: #ffffff;">ara finalizarmos queremos mais uma vez agradecer ao brother Fábio (Frajola) e o pessoal do Subversivo Zine pelo incentivo ao underground, pelo espaço e pela oportunidade concedida ao Rhevange. Quem tiver a oportunidade e curiosidade de conhecer a banda acessem:</span> <a href="http://www.rhevange.com.br/" target="_blank">www.rhevange.com.br</a> ou <a href="http://www.myspace.com/rhevange" target="_blank">www.myspace.com/rhevange</a>. <span style="color: #ffffff;">Lá vocês encontrarão todas as informações pertinentes a banda, é só acessar! Apóiem o undergound compareçam nos shows de nossa cidade e adquira o material das bandas. Isso é um puta incentivo para nós do Rhevange e para outras excelentes bandas que estão na estrada batalhando pelo seu espaço. Valeu! Abração.</span></span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span></span><span style="font-weight: bold; color: #000080;">Por Fábio Guedes</span><br style="font-weight: bold; color: #000080;" /> <br style="font-weight: bold; color: #000080;" /> <span style="font-weight: bold; color: #000080;">(61) 9635 &#8211; 4621</span><br style="font-weight: bold; color: #000080;" /> <span style="font-weight: bold; color: #000080;">(61) 3032 &#8211; 1303</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><a href="http://www.noticiasdefato.wordpress.com/" target="_blank">www.noticiasdefato.wordpress.com</a></span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><a href="http://www.acidfartedzine.blogspot.com/" target="_blank">www.acidfartedzine.blogspot.com</a></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;">Fotos: </span><span style="font-family: Times New Roman;">Nilson Júnior</span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #444444;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #444444;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Link do vídeo no YOU TUBE: </span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=wVZur3VkmC8" target="_blank"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">http://www.youtube.com/watch?v=wVZur3VkmC8</span></a></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="color: #444444;"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;">Contatos: </span><a href="http://www.rhevange.com.br/" target="_blank"><span style="font-size: small;">www.rhevange.com.br</span></a><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> <a href="http://myspace.com/rhevange" target="_blank">myspace.com/rhevange</a></span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span><a href="mailto:rhevange@hotmail.com" target="_blank"><span style="font-size: small;">rhevange@hotmail.com</span></a><span style="color: #000000; font-size: small;"> </span><a href="mailto:rhevange@gmail.com" target="_blank"><span style="font-size: small;">rhevange@gmail.com</span></a><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"><span style="font-family: Arial;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"> (61) 9238 48 33 / 9244 8193</span></span></span></p>
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		<title>Besthoven/Terror Revolucioário</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 15:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fofão faz tudo Besthoven manda notícias frescas sobre os proxímos lançamentos envolvendo sua banda. Ai estão em primeira mão as capas da reedição de &#8220;A bomb&#8230;&#8221; que saira no peru, e do Split  com o Terror Revolucionário que deve ser editado no Brasil mesmo. Segue ai o comentário de Fofão sobre os lançamentos. &#8220;VERSÃO DO [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_746" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/besthoven.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-746" title="besthoven" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/besthoven-150x150.jpg" alt="Versão Peruana " width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Versão Peruana </p></div>
<div id="attachment_745" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/terror-besth.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-745" title="terror-besth" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/terror-besth-150x150.jpg" alt="Split Besthoven / Terror Revolucionário" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Split Besthoven / Terror Revolucionário</p></div>
<p>Fofão faz tudo Besthoven manda notícias frescas sobre os proxímos lançamentos envolvendo sua banda. Ai estão em primeira mão as capas da reedição de &#8220;A bomb&#8230;&#8221; que saira no peru, e do Split  com o Terror Revolucionário que deve ser editado no Brasil mesmo. Segue ai o comentário de Fofão sobre os lançamentos.</p>
<p>&#8220;VERSÃO DO PERÚ&#8230;ALÉM DA CAPA NOVA, TEM O TITULO QUE MUDEI PARA &#8220;EM SEUS OUVIDOS&#8221;, AO INVÉS DE &#8220;DENTRO DA SUA MENTE&#8221; SACA?? O LP &#8220;A BOMB&#8230;&#8221; SÓ TINHA OS SONS DE 2002 E 03=16 SONS!! ESTE TERÁ 11 A MAIS=27 SONS!!! POIS TERÁ TODA OS SONS DE 2004!!!!<br />
INCLUINDO 2 INÉDITOS!!! SENDO QUE UM É VERSÃO DIFERENTE DE &#8220;WIFE OF DEAD&#8221;&#8230;.O ENCARTE TRAZ AINDA TODAS AS CAPAS ORIGINAIS , LETRAS, ETC&#8230;</p>
<p>++O SPLIT COM A TERROR TRAZ TODOS OS SONS DA BESTHA GRAVADOS EM 2007!!! E QUE SÓ SAIRAM NO EXTERIOR EM VINIL!!! AGORA ESTARÁ NESSE SPLIT CD!!</p>
<p>INCLUI SPLITS COM ALTERNATE SYSTEM+SEE//GET+WARVICTIMS+4 WAY COMP EP NOS EUA&#8230;.E DOIS COVERS=DISCLOSE E DISASTER&#8230;.&#8221;</p>
<div id="attachment_745" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/terror-besth.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-745" title="terror-besth" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/terror-besth-150x150.jpg" alt="Split Besthoven / Terror Revolucionário" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Split Besthoven / Terror Revolucionário</p></div>
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		<title>Besthoven gravação do DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven.jpg"><img class="size-full wp-image-584" title="besthoven" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven.jpg" alt="Besthoven " width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Besthoven </p></div>
<p>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven' title='besthoven'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Besthoven" title="besthoven" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-13' title='besthoven_galpaozinho-13'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-13" title="besthoven_galpaozinho-13" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-6' title='besthoven_galpaozinho-6'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-6" title="besthoven_galpaozinho-6" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-4' title='besthoven_galpaozinho-4'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-4" title="besthoven_galpaozinho-4" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-20' title='besthoven_galpaozinho-20'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-20-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-20" title="besthoven_galpaozinho-20" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-3' title='besthoven_galpaozinho-3'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-3" title="besthoven_galpaozinho-3" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-14' title='besthoven_galpaozinho-14'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-14" title="besthoven_galpaozinho-14" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/295etd0-2' title='295etd0'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/295etd0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Flyer" title="295etd0" /></a>
<br />
Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90. E outra quantas bandas em Brasília de hardcore se mantém na ativa durante tanto tempo até hoje??? Da pra contar nos dedos. O Gama é reduto das mais antigas bandas de Hardcore punk em atividade em Brasília, ARD 25 anos, Alarme 20 anos e o Besthoven agora com 18, são bons exemplos, o que mantêm a fama do gama como Punk city.<br />
Cheguei bem cedo no galpão ainda deu pra dar uma ajuda nos retoques finais pra grande noite que viria mais tarde, Frango (vocalista do Galinha Preta) foi o mentor da montagem deste espetáculo, o palco estava impecável telão com imagens de guerras atrás do palco, movies,canhões de luz e o raio lazer dava o tom de uma produção poucas vezes vista no galpãozinho e olha que esse não é o primeiro DVD a ser gravado por lá, Rattus, Death Slam e ARD já gravaram seus receptivos registros nesse palco.<br />
A dedicação do Frango que inclusive já foi membro do Besthoven, para com o show me deixou feliz, é bom saber que boa parte da cena foi construída na base de amizades sólidas, que resistem ao tempo. Tudo feito na base da amizade e confiança na coletividade, esse foi o espírito deste evento, durante todo o show encontrei varias pessoas ligadas a cena punk do gama e do DF, que passaram por lá ou pra relembrar suas épocas em que eram mais atuantes no movimento que fervia no gama, e contar histórias hilariantes e por vezes trágicas também comuns a maioria ali presente de tretas, gangues,mortes, shows, discos enfim assuntos relacionados a cena ou para prestigiar essa gravação.<br />
A expectativa já era grande durante a tarde por parte dos envolvidos na produção. Quando o céu escureceu, era  o prénuncio da desgraceira sonora que viria,  tarde foi chuvosa e esse era um temor que poderia atrapalhar o show se a mesma se estendesse  noite adentro. Mas, por sorte que apenas um pedaço da noite choveu.<br />
A primeira banda a subir no palco foi o Prisão Civil banda do Ed um dos produtores mais repeitados da cena e dono de um dos  mais conhecidos studios de gravação de Brasília, o ME estúdio, onde o Besthoven sempre faz suas gravações, punk rock da melhor qualidade bem old school fez uma apresentação excelente, os covers então nem se fala, pena que eles toquem tão pouco em Brasília.<br />
Seguido por Os Maltrapilhos que executam músicas de seu recente CD, como sempre mostram um show energético, bem que não foi um dos melhores shows deles mas, ao lado das bandas em atividade Prisão Civil, Alarme e Faces do Caos Formam a elite do punk rock de Brasília.<br />
Galinha preta foi a terceira a subir no palco, a tarde ouvi um comentário “Como o Frango consegue montar, tocar e operar mesa de som?” o cara é muito loco, é o se vira nos 30, seu carisma é evidente tanto em cima do palco como fora dele, é o que o faz um dos melhores front man da cena e faz a fama do galinha crescer a cada dia na cena candanga . A ultima vez que o Galinha tocou no gama foi em 2005 no Festival Face do Chaos.<br />
O show do Death From Above infelizmente não vi todo então prefiro não dar opinião sei que é uma banda que segue a linha do D beat e já vi outros shows deles que foram muito bons, eles são a melhor expressão do HC Goiano atualmente.<br />
Besthoven dono de um curriculum invejável tem vinil, tape e cd espalhados pelo mundo afora, o que os torna a banda de Hardcore de Brasília mais conhecida nas gringas. Deste show sairá um Dvd e um LP ao vivo, ambos comemorativos aos 18 anos da banda, será o primeiro registro do Besthoven ao vivo e também o primeiro em anos com uma banda completa, apesar dessa formação já esta junta a muito tempo, as gravações do Besthoven são feitas pelo Fofão a mente doentia por trás da banda que compõe e grava tudo sozinho.  Bem que atualmente o baterista Juliano (ARD, DEATH SLAM e MURRO NO OLHO) tem participado das gravações também, a banda de suporte que  acompanha o Fofão ao vivo é composta por: Adriana DriKaos (ex Kaos Klitoriano no Baixo) e Regis (Murro no Olho guitarra) e o já citado Juliano Bin Laden nas baquetas.<br />
Esses dois registros serão uma boa oportunidade pra mostrar a fúria ao vivo dessa famigerada banda gamense a todos que acompanham a banda, mas nunca tiveram a oportunidade de ver um show do besthoven já que é meio raro eles tocarem com freqüência, principalmente em outros estados como todos gostariam estará disponível em breve. Não faltaram os &#8220;sucessos&#8221; pois pra esse show foi montado um setlist que pode ser comparado a trilha sonora do fim do mundo, vale a pena aguardar os lançamentos destes registros.<br />
Bom ao final do show ainda teve nas picups Mingau de Goiânia (Death from Above) tocando Gotic rock pra animar os animos e mais ao final uma peguena confusão. Mas aposto que a grande maioria saiu do galpãzinho com a sensação de ter assistido um excelente show, é mais um que será lembrado e entra pro rol dos históricos eventos no galpão.</p>
<h3 class="smller">Besthoven grava seu 1ºDvD&#8230;</h3>
<div class="para">Participação das bandas:<br />
Os Maltrapilhos,<br />
Prisão Civil,<br />
Death From Above (GO)<br />
Galinha preta.<br />
Serviço:<br />
quando? dia 27 (sabado)<br />
Que horas? 19h<br />
quanto? 5 lascas<br />
onde? Galpãozinho (ao lado da rodoviária do Gama)</div>
<p>FOTOS BY KEILO C.F</p>
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		<title>Stuhlzapfchen Von &#8220;N&#8221; / BSB-H primeiro registro hardcore do Centro Oeste</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 23:42:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Matéria abaixo foi publicada no OsubversivO zine em sua versão impressa em 2006. Por Sandro Neiva O ano de 2006 tem significado especial no calendário do rock brasiliense. Há exatamente duas décadas, a cidade abriu suas portas para receber o rock agressivo, produzido em outras paragens do país e do mundo. O Ratos de Porão, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Matéria abaixo foi publicada no OsubversivO zine em sua versão impressa em 2006.</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por Sandro Neiva<br />
O ano de 2006 tem significado especial no calendário do rock brasiliense. Há exatamente duas décadas, a cidade abriu suas portas para receber o rock agressivo, produzido em outras paragens do país e do mundo. O Ratos de Porão, vindo de São Paulo, fizera uma memorável apresentação no extinto Gran Circo Lar, na qual João Gordo foi hostilizado pelos punk´s locais, que oacusavam de &#8220;traidor do movimento&#8221;, culpando-o pela transformação do som da banda de hardcore para metal. Os Inocentes, outra banda paulistana da primeira safra do punk nacional também se apresentaram em Brasília no ano de 1986. O show aconteceu ao lado do Park Shopping, num espaço chamado Circo Show. Na época, Clemente (atual Plebe Rude) ainda não era conhecido nacionalmente. Em dezembro daquele ano, os headbangers da cidade ainda puderam conferir o metal estrangeiro de Venon e Exciter. Liderado pelo alucinado Chronos, o Venon ainda é reverenciado no meio como um dos precursores do black metal. Aliás, a banda possui um álbum homônimo, gravado no mesmo ano. O show de abertura foi feito pela banda Vodu, liderada por André Cagni, jornalista e proprietário da revista Dynamite.<br />
Mas aquele ano de 1986 também fora muito promissor e de muito trabalho para as bandas underground da cidade. Foi nessa temporada o lançamento do primeiro registro em disco de uma banda punk/hardcore da região Centro-Oeste, afastada do famigerado meio musical mainstream do eixo Rio/São Paulo. Aliás, duas bandas . Trata-se do Split LP ATAQUE ÀS HORDAS DO PODER, com Stuhlzapfchen Von &#8220;N&#8221; (atual ARD) e BSB-H. Esse álbum, hoje disputado a tapas por aficcionados contumazes, é um clássico absoluto. Com apenas três meses de formação, o BSB-H surgiu como uma dissidência do Detrito Federal e contava os poderosos vocais de Alex Podrão, numa pegada mais punk rock.. O SThp. Von, supositório Nuclear, em alemão, surpreendia com canções como &#8220;Der wer to zen&#8221; executada em alemão e que já paga o disco. &#8220;Eixão da Morte&#8221; tratava das mortes por atropelamento no Eixão, problema que persiste até os dias de hoje. Devido à difícil pronúncia do nome da banda, mais tarde resolveram trocar o nome para ARD.<br />
Qualquer moleque que queira entender as origens da música punk/hardcore de Brasília tem a obrigação de conhecer essa preciosidade. O álbum foi gravado nos estúdios Vice-Versa e lançado pela Devil Discos, de São Paulo. Na capa, a Esplanada dos Ministérios cercada por aviões invasores, prenunciando em quae duas décadas a tragédia norte-americana do 11 de setembro. Reza uma lenda punk que Bin Laden teria tirado a idéia do ataque ao World Trade Center após ganhar uma cópia do disco. No encarte, todas as letras, várias fotos antológicas e a primeira tentativa de união entre punk´s e skins. A sonoridade absolutamente caótica era a prova  de que enquanto outras bandas da cidade &#8211; como Legião Urbana e Capital Inicial – trilhavam por caminhos mais pop, o underground estava mais furioso e ativo do que nunca. Enquanto Renato Russo curtia &#8220;meninos e meninas&#8221;, os pioneiros desbravadores Gilmar, Podrão, Bosco etc. estavam anos luz à frente de seu próprio tempo, &#8220;acreditando no caos como forma de protesto&#8221;. It´s punk, man.</p>
<div id="attachment_566" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/ataque-as-hordas-do-poder.jpg"><img class="size-full wp-image-566" title="ataque-as-hordas-do-poder" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/ataque-as-hordas-do-poder.jpg" alt="Stuhlzapfchen Von &quot;N&quot; / BSB-H primeiro registro hardcore do Centro Oeste" width="600" height="601" /></a><p class="wp-caption-text">Stuhlzapfchen Von &quot;N&quot; / BSB-H primeiro registro hardcore do Centro Oeste</p></div>
<p>Bandas: BSB.H e Stuhlzapfchen Von &#8220;N&#8221; (atual ARD)<br />
Album: Ataque às Hordas do Poder<br />
Ano: 1986</p>
<p>Lado A &#8211; Stuhlzapfchen Von &#8220;N&#8221;<br />
01. Fome<br />
02. Drunk with Power<br />
03. Polícia nas Ruas<br />
04. Desumano<br />
05. Não<br />
06. Der Weg Zu Zweit<br />
07. Eixão da Morte</p>
<p>Lado B &#8211; BSB.H<br />
01. Punk e Desordem<br />
02. Kaos<br />
03. Ódio<br />
04. Juízo Final<br />
05. Sistema Furado<br />
06. Alienação e Repressão<br />
07. Dead Neves<br />
08. Sobrevivência<br />
09. Realidade<br />
10. Convocado</p>
<p><a href="http://rapidshare.com/files/178837790/BSB-H_e_STUHLZAPFCHEN_VON_N__split_LP_Ataque_as_ordas_do_Poder.rar.html">Download &#8211; Split LP ATAQUE ÀS HORDAS DO PODER</a></p>
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		<title>xLinha de Frentex novo album em breve!</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 00:43:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[linha de frente]]></category>

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		<description><![CDATA[Maneko vocalista da banda brasiliense  Linha de Frente manda noticias, 2009 a banda volta renovada, nova formação, novo som menos metal e mais Hardcore, nova postura agora mais positiva. O nome do SP será “still the same struggle” e terá duas musicas em inglês, uma em português e uma em espanhol  deve sair em Fevereiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_555" class="wp-caption aligncenter" style="width: 342px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/l_2f3779744565428e8b4cb1442a1208df.jpg"><img class="size-full wp-image-555" title="l_2f3779744565428e8b4cb1442a1208df" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/l_2f3779744565428e8b4cb1442a1208df.jpg" alt="xLinha de Frentex novo album em breve" width="332" height="677" /></a><p class="wp-caption-text">xLinha de Frentex novo album em breve</p></div>
<p>Maneko vocalista da banda brasiliense  Linha de Frente manda noticias, 2009 a banda volta renovada, nova formação, novo som menos metal e mais Hardcore, nova postura agora mais positiva. O nome do SP será “still the same struggle” e terá duas musicas em inglês, uma em português e uma em espanhol  deve sair em Fevereiro de 2009  em Vinil.<br />
Enquanto isso vocês podem baixar os 3 cds da banda na nossa seção de downloads e ler a entrevista feita ano passado na seção de entrevistas<br />
<a href="http://www.myspace.com/xlinhadefrentex">http://www.myspace.com/xlinhadefrentex </a><br />
<a href="http://www.veganstraightedge.ch/">http://www.veganstraightedge.ch </a></p>
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		<title>Entrevista xLinha De Frentex</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 00:24:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista linha de frente]]></category>

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		<description><![CDATA[linha-de-frenteDando seguenguencia a comemoração dos 3 anos do OsubversivO zine no ar estamos disponibilizando  essa entrevista que foi postada em 07 quando a banda estava prestes a sair em tour, agora com nova formação e uma mudada significativa no som o LDF em breve estara soltando material novo.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 class="post-title" style="text-align: justify;"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/linha-de-frente.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-547" title="linha-de-frente" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/linha-de-frente.jpg" alt="linha-de-frente" width="590" height="240" /></a><span style="color: #ff0000;">Dando seguência a comemoração dos 3 anos do OsubversivO zine no ar, estamos disponibilizando  essa entrevista que foi postada em 07, quando a banda estava prestes a sair em tour, agora com nova formação e uma mudada significativa no som o LDF em breve estara soltando material novo.</span></h3>
<p style="text-align: justify;">A banda brasilience Linha de Frente se prepara pra uma tourne europeia, e aproveitando esse momento fiz uma entrevista com o Maneko, mentor da banda. aonde fala sobre Straight Edge e o recente cd THE CHAIN que acaba de ser lançado na Europa por um selo Suiço.<br />
Leia e passe adiante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Osub– Gostaria de começar agradecendo pela atenção dada. Maneko o Linha de Frente esta prestes a participar do festival TOTAL LIBERATION TOUR Europe, uma turne Européia em mais de 10 países exclusivamente direcionada ao vegetarianismo e a uma vida livre de drogas que acontece entre janeiro e fevereiro de 2007, serão mais de 25 shows por lá. Qual a expectativa da banda em relação a esta primeira tour internacional?</strong><br />
Antes de mais nada nós que agradecemos pelo espaço!! Sem palavras!!!</p>
<p>Então Amarildo, estamos bastante animados para essa tour pois será uma possibilidade que nos foi dada de concretizar nossa mensagem por outras partes do mundo, para nós o mais importante não é irmos tocar ou que sejamos nós a faze-lo, mas principalmente por que é uma tour direcionada à divulgação das atrocidades que são diariamente cometidas com os animais. Pois as pessoas envolvidas com o hardcore e o metal vêm voltando suas atenções para essa questão e isso precisa ser firmado e divulgado sem parar, já que esta é a única chance para os animais de se livrarem disso.</p>
<p><strong>Osub- O Linha De Frente é uma banda nova, mas que já conquistou terrenos importantes para uma banda com apenas 4 anos de existência tendo lançado os discos “Campo de batalha (2003 ep)”, “tomando conta dos negócios Split CD w/ DEZPERO (2005)” e já em 2006 a banda junta se junta ao &#8220;cast&#8221; do Selo suíço STORM OF JUSTICE, O Full intitulado &#8220;THE CHAIN&#8221; que acaba de ser lançado na Europa você poderia nos fazer um breve comentário sobre os discos da banda e suas diferenças entre si, letras, musicas etc?</strong></p>
<p>Bem, o campo de batalha é nosso primeiro EP e ele é ainda mais cru, apenas com um vocal e uma guitarra, é bem mais hardcore que os novos, as letras já tinham mesma seriedade e dureza.O Split é mais mosh, mais hardcore ny com partes metal, o “the chain” já é bem mais metal que os demais, agora nós conseguimos o que queríamos desde o começo da banda em relanção ao som e a formação da<br />
banda .</p>
<p><strong>Osub– as letras da banda pelo menos as que estão disponíveis na rede são bem fortes “Alerta” e “Gritos de silencio” você poderia nos falar das letras e os temas abordados e qual o objetivo delas?</strong></p>
<p>Nossas letras são bem fortes, direcionadas e claramente posicionadas do lado dos oprimidos. Assuntos de situação crítica requerem que tenham críticas às alturas, por isso às vezes as letras podem soar fortes, mas essa é exatamente a intenção, demonstrar a firmeza e convicção das nossas posturas do jeito que elas estão presentes em nossas vidas. Nos opomos incondicionalmente à opressão e tirania de qualquer natureza, seja lá no que for baseada.</p>
<p><strong>Osub – O Linha De Frente tem um som muito brutal que soa muito mais metal com algumas passagens hc, e um fato incomum é que na formação da banda tem 3 vocalistas. Como é o processo de composições das musicas?</strong><br />
Normalmente escrevemos a letra e dividimos as partes entre os 3, este tipo de formação é tradicional em bandas que seguem a linha vegan straightedge militante como a clássica banda que deu origem à isso, o “Path of resistance”. As bases das músicas são sempre levadas por algum de nós no ensaio e trabalhada por todos em conjunto.<br />
<a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/694775684_l.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-546" title="694775684_l" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/694775684_l-300x295.jpg" alt="694775684_l" width="300" height="295" /></a><br />
<strong>Osub – A capa de The Chain é muito chamativa quem a fez? E por falar na capa o visual da banda é gagstar isso é proposital?</strong></p>
<p>A capa que fez foi nosso parcero Mauro de São Paulo, ele, além de grande amigo é excelente tatuador e hardcoreano a muito tempo, e acho que ele passou exatamente a idéia do disco na capa,ele compartilha conosco muita coisa em relação á postura hardcore. O squema do ganguismo não é questão de paracer, mas sim uma questão de ser. A gente curte mesmo esse esquema de lealdade incondicional, mas principalmente “defender suas idéias com seus punhos e com sua mente”.</p>
<p><strong>Osub– Ainda não tive a oportunidade de ver um show do LDF, mas pelos vídeos parece ser bem energéticos e a reação do publico é positiva. como é a relação do Linha De Frente com as demais bandas de Brasília? Que não seguem a mesma linha de pensamento.</strong></p>
<p>Como não? A gente já tocou junto! Haha! A gente tem grandes parceiros no DF e entorno, e acho que isso fortifica muito e só tem a somar, tocamos com bandas de amigos e pessoas que compartilham determinadas posturas conosco, mas não necessariamente que sejam exatamente como nós, evitamos tocar ou estar associado á bandas que estão no caminho inversso do nosso, acho que é necessário o mínimo de coisas em comum pra nossa banda não terminar sendo descredibilizada por estar associada com pessoas não tão sérias.</p>
<p><strong>Osub – o Linha De Frente é uma banda Straight Edge creio que é a primeira do DF a seguir totalmente esta linha. Por ser eu um leigo sobre o Straight Edge pesquisei algumas coisas e achei muitos textos conflitantes entre si pra definir o termo. Na sua visão de dentro, Straight Edge é um movimento ou apenas um comportamento?</strong></p>
<p>Para mim, e acho que pra todos na banda, o straightedge é uma questão pessoal, um compromisso que a pessoa assume consigo mesmo e com as demais pessoas, que assumiram isso antes dela, de seguir uma vida livre de drogas. Não é um movimento propriamente dito, e sim um caminho</p>
<p><strong>Osub– Segundo o Livro “A filosofia do Punk” Na metade dos anos 80 os Straight Edge’s eram considerados um movimento de jovens radicais e intolerantes que condenavam o punk e muitas dos seus ideais. E a tendência atual do Straight Edge tem sido a de separar-se do punk e criar diferenças bastante criticas. Se essa tendência continuar acontecer as 2 cenas podem torna se totalmente incompatíveis. Você acha que essa tendência se aplica também aqui na capital?</strong><br />
Bem, a muito tempo estou afastado da cena punk daqui e não posso falar muito, mas já tocamos muitas vezes em shows punk e com banda punks, temos muitos amigos e parceiros punks, mas sempre pessoas mais maduras que sabem lhe dar com isso. Normalmente rolam problemas com o pessoal mais novo que ainda não aprendeu muito sobre tratar as pessoas com respeito. Mas punk é uma coisa e straight edge é outra, possa ser que hajam alguns punks straihgtedge mas isso não faz com que seja um único caminho. O Straightedge surgiu exatamente quando o hardcore estava sendo arruinado pelas drogas e pelo álcool, muitos dos punk desta época não passavam de zumbis, e o straightedge surgiu em contrapartida disso, ou seja, partindo do ponto que se enterpecer não tem nada de contestador e/ou revolucionário, e que seria exatamente o contrário, que o álcool e as drogas são usados pelas elites para anestesiar o potencial revolucionário da juventude e manter os ânimos entorpecidos e sob controle das elites que se beneficiam com isso. Aqui em Brasília quando tocamos vemos uma cena straightedge mais á parte , o que não é positivo nem negativo, mas somente um curso natural das coisas, acho que as duas posturas podem e devem existir no mesmo lugar (hardcore), mas pra isso é necessário maturidade de ambas as partes.</p>
<p><strong>Osub– Pra terminar desejo sorte ao Linha De Frente e o espaço esta aberto a suas considerações finais.</strong><br />
Mais uma vez ficamos muito agradecidos mano! Esperamos um dia poder retribuir de alguma forma! O Que podemos deixar de mensagem aí pro pessoal é que não se deixem intimidar por nada nem ninguém, procurem ler e estudar bastante pra não ser apenas mais uma peça neste sistema que não funciona para pessoas como nós, valorizem as pequenas coisas da vida e respeitem suas família. E principalmente honrem todos os sacrifícios que foram feitos para você está onde está hoje. Você não está sozinho! NUNCA!</p>
<p><a href="http://www.myspace.com/xlinhadefrentex">http://www.myspace.com/xlinhadefrentex </a><br />
<a href="http://www.veganstraightedge.ch/">http://www.veganstraightedge.ch </a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/xlinha-de-frentex/attachment/linha-de-frente' title='linha-de-frente'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/linha-de-frente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="linha-de-frente" title="linha-de-frente" /></a>
</p>
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		<title>Murro no Olho em dose dulpa</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 21:04:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras. Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 213px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de.jpg"><img class="size-medium wp-image-533" title="murro no olho" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de-203x300.jpg" alt="Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;" width="203" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;</p></div>
<p>MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras.</p>
<p>Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro Neiva vocal, jackob Baixo e Fofão (Besthoven) bateria</p>
<p>Demo &#8220;Mar de cadaveres&#8221; 2007 Regis guitarra e vocal, Jackob baixo, André pé de pano Guitarra e Juliano (ARD, DEATH SLAM e BESTHOVEN) bateria.</p>
<p>Formação atual com Régis (vocal e guitarra), Amadix (baixo) e Juliano (bateria).</p>
<p><a title="Murro no olho" href="http://rapidshare.com/files/177634297/Murro_no_olho_Mar_de_cadaveres_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank">DOWNLOAD CD &#8220;Mar de cadaveres&#8221;</a></p>
<p>DOWNLOAD demo &#8220;A nova catatumba&#8221; (Link removido pois as nomes músicas estão trocadas assim q resolver o link volta)<a href="http://rapidshare.com/files/177641484/Murro_no_olho___a_nova_catatumba_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p>Saiba mais <a href="http://www.myspace.com/murronoolhocore" target="_blank">http://www.myspace.com/murronoolhocore</a></p>
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		<title>DFC Nordeste mini Tur 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 22:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com mais de 15 anos de carreira, o D.F.C. comemorou seu aniversário em uma Mini Tour por três capitais do Nordeste brasileiro acompanhado da NaKara (PE) Recife foi a Primeiro Estado que Foi Instalado o Inferno]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_523" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-523" title="dfc1" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/dfc1.jpg" alt="Resenha DFC em Recife" width="590" height="240" /><p class="wp-caption-text">Resenha DFC em Recife</p></div>
<p>DFC Nordeste mini Tur 2008</p>
<p>Com mais de 15 anos de carreira, o D.F.C. comemorou seu aniversário em uma Mini Tour por três capitais do Nordeste brasileiro acompanhado da NaKara (PE) Recife foi a Primeiro Estado que Foi Instalado o Inferno e a Primeira Banda a tocar foi o Metal-Core da XDISCÓRDIAX(PE) http://www.myspace.com/xxdiscordiaxx na Ativa desde 2004 e já passou por vários estados do Nordeste com seu som pesado e agressivo.</p>
<p>Quando a Banda começou a tocar por volta das 22h não tinha Muita gente dentro do local foi quando a galera começou a entrar pra ver a destruição da Banda que fez uma incrível apresentação em seu estado.</p>
<p>Logo após veio a (Lei do Silencio)(PE) desde 2002 na Ativa Link: www.purevolume.com/fobiarock antes chamada Fobia.</p>
<p>A Banda se apresentou muito bem com um Grindcore infernal destacando com um cover do D.F.C estigando mais e mais a espera da Grande Banda da noite que a anos não pisava em Solo Recifense. Em Seguida veio Nakara (PE) Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx acompanhou o D.F.C em toda Mini Tur uma Banda nova porem com integrantes Velhos na cena do Rock do Recife fizeram uma Ótima apresentação e deixando o publico de boca aberta com suas musicas Próprias e uma Performance Animal o  Som da Banda se resume a HARDCORE com muitas influencias do Metal-core, Muito parecido Candangos do Macakongs 2099 e influenciada por Muitas Bandas de Hc.</p>
<p>(Vocal Anderson NAKARA)</p>
<p>Na hora que estávamos tocando a casa começou a lotar não sei muito bem se era o som da Banda que estava Chamando a Galera ou os Grandes esperados da noite.</p>
<p>A Banda Promete Lançar seu Material em 2009 e Fazer outra Tur Infernal com D.F.C Novamente, Quando a Banda Terminou de Tocar não Tinha espaço pra mais ninguém era a Grande Hora do D.F.C tocar.</p>
<p>Então já estava um Calor Infernal o Publico Gritando “SE FODE D.F.C SE FODE D.F.C E VAI “ em Voz alta.</p>
<p>Quando o D.F.C http://www.myspace.com/dfc começou a Tocar o Inferno</p>
<p>Já estava próximo uma agonia Tamanha Todo Publico querendo Cantar o sucesso da Banda era Notável que iria ser a Melhor apresentação da Mini Tur tocaram todos os Sucessos da Banda e as Novas do Split com PRESTO?(SP). Rolou os sucessos de todos os álbuns da Banda e split e Pra Finalizar a noite Não poderia Faltar Molecada 666 e Assim Terminou a apresentação da Banda com Muita Gente sangrando olho roxo, e todos felizes com a Melhor apresentação do Ano em Recife o Publico já esta esperando a volta da Banda em 2009.</p>
<p>Mais a Noite não tinha acabado Faltava 1 Banda o REVOLTA CIVIL (PE)</p>
<p>http://www.myspace.com/revoltacivil Fez uma Boa apresentação mais o Publico não agüentava mais nada e Sobraram ainda 30 sobreviventes do Inferno Hellcife pra prestigiar o som da Banda.</p>
<p>Depois posto os Vídeos do Evento pra a galera ver o Verdadeiro Inferno na Terra. ANDERSON Nakara,Produtor e Vocal.</p>
<p>Credito Foto: <strong>Rafael Passos</strong></p>
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