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	<title>OsubversivO Zine &#187; death metal</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:16:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesticide – Hellish Warfare Com todos os holofotes apontados para a década de 1980 e inúmeras bandas resgatando o Thrash-Metal produzido naquela época, dá gosto ver que o grupo brasiliense Pesticide tentou remar em outra direção. Claro que aqui e acolá vão aparecer riffs que remetam ao old school oitentista, mas o Pesticide soube mesclá-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesticide – Hellish Warfare</p>
<div id="attachment_1805" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/pesticide.jpg"><img class="size-medium wp-image-1805" title="pesticide" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/pesticide-300x299.jpg" alt="Pestcide" width="300" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Pestcide</p></div>
<p>Com todos os holofotes apontados para a década de 1980 e inúmeras bandas resgatando o Thrash-Metal produzido naquela época, dá gosto ver que o grupo brasiliense Pesticide tentou remar em outra direção. Claro que aqui e acolá vão aparecer riffs que remetam ao old school oitentista, mas o Pesticide soube mesclá-los às influencias do Death-Metal do começo da década de 1990, em especial ao som produzido pelo saudoso Sepultura em álbuns como Schizophenia e Beneath de Remains. Hellish Warfare apresenta quatro faixas que não primam pela qualidade da gravação, mas que transmitem muita garra e segurança dos músicos. É nítido que a mulecada ouviu muito o Death-Thrash que marcou a transição dos anos 1980 para 1990, quando a simplicidade começava a dar lugar arranjos mais apurados. Alguns detalhes ainda precisam ser melhor lapidados, mas a Pesticide já mostra um belo trabalho que pode anunciar a nova tendência de resgate para a década de 2010.</p>
<p>Por: Fábio Guedes</p>
<p>Contatos: <a href="http://www.myspace.com/pestdeath">http://www.myspace.com/pestdeath</a></p>
<p>Veja o vídeo da Pesticide tocando um cover da banda Massacre e um som próprio:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=iq7Eh52RrKY">http://www.youtube.com/watch?v=iq7Eh52RrKY</a></p>
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		<title>Moretools</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Moretools – Idem Junte na mesma banda o guitarrista do Galinha Preta, o baixista do Deceivers e o baterista que entre inúmeros grupos fez parte do Câmbio Negro . Logo vem a cabeça uma salada musical se precedentes. Porém, não é isso que se encontra no Moretools. Completado vocalista Ravi, e pelo guitarrista Alu, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Moretools – Idem<img class="alignleft size-medium wp-image-1800" title="moretolls" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/moretolls-300x299.jpg" alt="moretolls" width="300" height="299" /></p>
<p>Junte na mesma banda o guitarrista do Galinha Preta, o baixista do Deceivers e o baterista que entre inúmeros grupos fez parte do Câmbio Negro . Logo vem a cabeça uma salada musical se precedentes. Porém, não é isso que se encontra no Moretools. Completado vocalista Ravi, e pelo guitarrista Alu, o MoreTools destroça um singelo Death-Metal com fortes influências da banda inglesa Carcass. Vocal rasgado, riffs cortantes e certeiros e bateria extremamente competente dão o molho do CD-Demo de três sons que uma faixa multimídia que contém um vídeo-clipe gravado ao vivo no estúdio. Tudo bem temperado com o jeitinho brasiliense de fazer Death-Metal.</p>
<p>Por: Fábio Guedes</p>
<p>Contatos: <a href="mailto:moretools@hotmail.com">moretools@hotmail.com</a> <a href="http://www.myspace.com/moretools">www.myspace.com/moretools</a></p>
<p>Veja a apresentação do Moretolls no Festival Rolla Pedra 2009:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DaUF1jOTHyQ">http://www.youtube.com/watch?v=DaUF1jOTHyQ</a></p>
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		<title>Isolate – Promo Rehearsal 2008</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 14:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isolate – Promo Rehearsal 2008 Quando a experiência de diferentes pessoas é reunida com um propósito em comum, as idéias fluem bem. Esse é o caso da banda brasiliense Isolate. A reunião de músicos que firmaram seus nomes na década de 1990, e agora mesclam a experiência adquirida em torno de um único propósito, produzir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isolate – Promo Rehearsal 2008</p>
<p><img class="size-medium wp-image-1797 alignleft" title="isolate" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/isolate-290x300.jpg" alt="isolate" width="290" height="300" /></p>
<p>Quando a experiência de diferentes pessoas é reunida com um propósito em comum, as idéias fluem bem. Esse é o caso da banda brasiliense Isolate. A reunião de músicos que firmaram seus nomes na década de 1990, e agora mesclam a experiência adquirida em torno de um único propósito, produzir Death-Metal. O vocalista Luciano fez parte da Magistellus, o baterista Júlio tocou nas primeiras formações do Narcose, Os guitarristas Waallison e Rodrigo foram do Tides Of Eternity e Kiss cover, respectivamente e a baixista Michaela comandou as quatro cordas da banda Amadeus. A junção dessas diferentes idéias criou um som cujas principais características são a qualidade e originalidade. A demo ensaio gravada em 2008 conta com quatro faixas que mostram bem a proposta da Isolate, Death-Metal técnico com leves pitadas de metal tradicional, principalmente nos riffs de guitarra. Destaque para a ótima gravação e para o belo trabalho gráfico, que mostra como a banda é preocupada em apresentar um trabalho bem feito, mesmo se tratando de um ensaio.</p>
<p>Por: Fábio Guedes</p>
<p>Contatos: <a href="mailto:isolatedeathmetal@gmail.com">isolatedeathmetal@gmail.com</a> <a href="http://www.myspace.com/isolatemetalbend">www.myspace.com/isolatemetalbend</a></p>
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		<title>Krig -: Human Mission: Destroy [2009]</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 00:50:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Krig]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Mercenary Pastor 2. Fatality Brutality 3. Chaos in the Air 4. Fast Food 5. My Intestine is Displayed 6. You Will Be Hated 7. My Abstract Side 8. Amazon Bleeds 9. Politicians in the Pigsty 10. Beautiful Mutilation Download]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/01/a1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1595" title="Krig" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/01/a1-300x278.jpg" alt="Krig" width="300" height="278" /></a>1. Mercenary Pastor<br />
2. Fatality Brutality<br />
3. Chaos in the Air<br />
4. Fast Food<br />
5. My Intestine is Displayed<br />
6. You Will Be Hated<br />
7. My Abstract Side<br />
8. Amazon Bleeds<br />
9. Politicians in the Pigsty<br />
10. Beautiful Mutilation</p>
<p><a href="http://www.mediafire.com/?jaw90ayfjte" target="_blank">Download</a></p>
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		<title>Device cd Behold Darkness</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 19:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Device Brasília tem a tradição de apresentar boas revelações dentro do Death Metal, e a Device é mais uma delas. O grupo acaba de lançar seu primeiro trabalho oficial, gravado em SMD, uma mídia mais econômica que o Cd convencional, porém com a mesma qualidade. O ep xxx contém cinco faixas embaladas em uma ótima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/08/device.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1402" title="device" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/08/device-300x295.jpg" alt="device" width="300" height="295" /></a>Device</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Brasília tem a tradição  de apresentar boas revelações dentro do Death Metal, e a Device é  mais uma delas. O grupo acaba de lançar seu primeiro trabalho oficial,  gravado em SMD, uma mídia mais econômica que o Cd convencional, porém  com a mesma qualidade. O ep xxx contém cinco faixas embaladas em uma  ótima produção. Gravação impecável e um belo trabalho gráfico.  O som é uma mescla do velho Death Metal a lá Hypocrisy antigo com  coisas mais atuais e melódicas como Amon Amarth, destaque para os riffs  de guitarras, com umas palhetadas que há muito tempo não se via em  bandas brasilienses, e para a precisão do batera. Uma banda que tem  tudo para apontar como a mais nova promessa do Death Metal brasileiro. </span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000080;">Fábio Guedes</span><br style="font-weight: bold; color: #000080;" /><br style="font-weight: bold; color: #000080;" /><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><img src="http://gfx2.hotmail.com/mail/w3/pr01/emoticons/mobile.gif" alt="" />(61) 9635 &#8211; 4621</span><br style="font-weight: bold; color: #000080;" /><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><img style="width: 19px; height: 20px;" src="http://gfx2.hotmail.com/mail/w3/pr01/emoticons/phone.gif" alt="" width="19" height="4" /></span>(61) 3032 &#8211; 1303</span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><a href="http://www.noticiasdefato.wordpress.com/" target="_blank">www.noticiasdefato.wordpress.com</a></span></p>
<p><span style="font-weight: bold; color: #000080;"><a href="http://www.acidfartedzine.blogspot.com/" target="_blank">www.acidfartedzine.blogspot.com</a></span></p>
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		<title>Empity Grace cd Subterranean Soul’s March</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 00:29:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Subterranean Soul’s March]]></category>

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		<description><![CDATA[Empity Grace é uma grata surpresa vinda do distante Piauí, se eu colocar Brasília como meu ponto de referência claro, sei que a cena no nordeste fervilha e que tem um dos melhores públicos pra se tocar, segundo amigos meus que já tocaram em palcos nordestinos. Formada por volta de maio de 2001, o Empity [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/223286.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1251" title="223286" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/223286.jpg" alt="223286" /></a>Empity Grace é uma grata surpresa vinda do distante Piauí, se eu colocar Brasília como meu ponto de referência claro, sei que a cena no nordeste fervilha e que tem um dos melhores públicos pra se tocar, segundo amigos meus que já tocaram em palcos nordestinos.<br />
Formada por volta de maio de 2001, o Empity Grace vem ao longo dos anos conquistando um lugar na escuridão do Death Metal Brasileiro, com certeza em breve devem alcançar esse lugar, a julgar pela forma insana como executam sua música.<br />
O trio Marcus Borralho (baixo e vocal), Nanno T.(guitarra) e Hugo M.(bateria) mostra bastante entrosamento nessse debut cd Subterranean Soul’s March, diga se impecável na produção do mesmo, rápido agressivo na medida certa.<br />
Não tive oportunidade de ouvir as demos anteriores, mas a julgar por esse cd estão no caminho certo, são 11 músicas Rotten Reflections, Faith&#8217;s Owners,.Distorted Visions of God,.Sacrifice the Holy Man, Bloody Battles in Great Field, Surrounded by Suffering, Rising in Blood, Perpetual Blasphemy, Subterranean Soul&#8217;s March, Concerning the Humanity, Blasphemous Creations,  rápidas e extremamente empolgantes, transitando entre os diversos elementos do atual Death Metal com uma produção bem cuidada, se surpreendera quem ouvir esse CD. A parte gráfica do cd é caprichadissima, um atrativo a mais, muito bonito, na verdade todo o material promocional desse cd foi bem elaborado.</p>
<p>1.Rotten Reflections03:18<br />
2.Faith&#8217;s Owners03:38<br />
3.Distorted Visions of God04:01<br />
4.Sacrifice the Holy Man04:46<br />
5.Bloody Battles in Great Field04:49<br />
6.Surrounded by Suffering04:27<br />
7.Rising in Blood03:21<br />
8.Perpetual Blasphemy04:23<br />
9.Subterranean Soul&#8217;s March02:58<br />
10.Concerning the Humanity04:35<br />
11.Blasphemous Creations03:40<br />
Discografia<br />
Promo 2003 Demo, 2003<br />
Through The Lands Of Agony Demo, 2003<br />
Subterranean Soul&#8217;s March Full-length, 2009</p>
<p>Para adquirir se CD, deposite o valor de R$ 20,00 (Vinte reais) referente ao CD (R$ 15,00) + frete (R$ 5,00) na conta abaixo:</p>
<p>Banco do Brasil<br />
Agência 3178-x<br />
Conta 11102-3<br />
Favorecido: Nanno Raphael Tinoco Tajra Freitas</p>
<p>Em seguida, envie os dados do comprovante juntamente com seu endereço para: contato@emptygrace.com</p>
<p>Assim que confirmado o pagamento seu CD será enviado.</p>
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		<title>Valhalla &#8220;My Choice&#8221; (Nargoroth Show)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Apr 2009 22:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<title>Valhalla Demo INNER STORM 2009</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Feb 2009 20:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Valhalla andou nas sombras durante algum tempo, seu ultimo registro foi o maravilhoso CD Petrean Self de 2002 que foi bem recebido pelos fãs e obteve boas resenhas por parte da critica especializada. Agora depois de 6 anos a Valhalla rompe o silencio e ressurge das sombras totalmente renovada,e revigorada, da formação de Petrean [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_812" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/logo_capa.jpg"><img class="size-full wp-image-812" title="logo_capa" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/logo_capa.jpg" alt="Demo Inner Strom 2009" width="600" height="562" /></a><p class="wp-caption-text">Demo Inner Strom 2009</p></div>
<p>A Valhalla andou nas sombras durante algum tempo, seu ultimo registro foi o maravilhoso CD Petrean Self de 2002 que foi bem recebido pelos fãs e obteve boas resenhas por parte da critica especializada.<br />
Agora depois de 6 anos a Valhalla rompe o silencio e ressurge das sombras totalmente renovada,e revigorada, da formação de Petrean self restou apenas a guitarrista fundadora Adriana, que injetou sangue novo na banda: Ariadne, Amanda e Mônica respectivamente baterista, baixista e vocalista reforçam o front e a nova fase da banda, e nos presenteiam com a maravilhosa demo “Inner Storm” com três pancadas nos tímpanos “Eyes of the anti”, “Inner storm” e “My choice” .<br />
Apesar da formação ser outra, isso não afetou em nada a identidade delas, ainda é fácil identificar que se trata da Valhalla, o trabalho de guitarras não deixa duvidas, Adriana continua detonando o som com riffs extremamente agressivos, é perceptível a falta que a recém saída Alessandra faz, por causa do trabalhos anteriores, da cozinha, baixo, bateria e vocais não deixam por menos nem deve a qualquer outra banda do mesmo estilo. Mesmo sendo a primeira gravação delas em estúdio como Valhalla não decepcionam.<br />
A front woman Mônica, a ultima a entrar na banda mostra todo seu fôlego nas variações em sua voz ao longo das músicas. Ela passeia entre os guturais e urrados de forma muito convincente. Ariadne, também foi uma boa escolha, a mina é uma excelente baterista . Não se pode esquecer o baixo marcante de Amanda que não deixa por menos.<br />
O único defeito da demo é a de ser apenas 3 músicas, a faixa titulo Inner Storm é destaque por sintetizar essa nova, as pedradas de Inner Storm tem formas cadenciadas e pesadas até com a força de blasting beats e riffs matadores,tudo muito bem encaixados.<br />
Esse retorno é a marca da perseverança da dedicação de 20 anos dessa banda que merece todo nosso respeito porque 20 anos de banda não é pra qualquer um.<br />
Depois desse aperitivo só fico imaginando o CD e quando virá????<br />
Essa demo é a chave mestra que abrirá os caminhos a seguir. Death Metal till death.<br />
Conheça mais sobre essa banda:</p>
<p><a class="alignright" style="cursor: pointer;" href="http://www.myspace.com/valhalladeathmetal" target="_blank">www.myspace.com/valhalladeathmetal</a></p>
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		<title>Entrevista VALHALLA</title>
		<link>http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Feb 2009 23:21:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Valhalla  esse ano completa 20 anos de Death Metal,  fato raro hoje em dia.  A Valhalla é uma das remanescentes de uma época que em Brasília e porque não dizer no Brasil,  o metal era tratado quase como religião. Em duas décadas muita coisa mudou, a própria banda também sofreu com essas mudanças, principalmente na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_781" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/modelo-590x240-valhalla.jpg"><img class="size-full wp-image-781" title="modelo-590x240-valhalla" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/modelo-590x240-valhalla.jpg" alt="Valhalla de volta ao front" width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Valhalla de volta ao front</p></div>
<p><strong></strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Valhalla  esse ano completa 20 anos de Death Metal,  fato raro hoje em dia.  A Valhalla é uma das remanescentes de uma época que em Brasília e porque não dizer no Brasil,  o metal era tratado quase como religião. Em duas décadas muita coisa mudou, a própria banda também sofreu com essas mudanças, principalmente na parte que mais afeta uma banda, que é a constante troca de integrantes, que atrapalhou muito no crescimento delas como banda, só não afetou a identidade e dignidade e tão pouco o estilo que elas na figura de Adriana, única integrante desde o primeiro disco defendem tão bem. Nesta entrevista Adriana relata bem todas essas mudanças ocorridas ao longo desses longos anos.</strong></span><br />
<strong><span style="color: #ff6600;">Osubversivo: Saudações, sejam bem vindas as páginas do OsubversivO zine.  Apesar do nome Valhalla lembrar uma banda viking, esse não é o tema central da banda. Qual é a temática abordada por vocês e como é o processo de composição das músicas? </span></strong><br />
Adriana: Na época em que formamos a banda, o nome foi escolhido pela Andrea (1ª vocalista e fundadora da banda) que sempre gostou e leu muito sobre a mitologia nórdica, e isso se mostrou evidente nas letras até o lançamento do LP em 1994.  Hoje não seguimos mais um tema específico e as letras falam um pouco do que acreditamos e sentimos como força, raça, persistência e racionalidade para atingirmos os objetivos, além de falar das angústias interiores. Já no que se refere ao processo de composição, as músicas sempre foram feitas primeiro nas guitarras por mim e Alessandra e depois passávamos para a bateria e o arranjo de um modo geral.<br />
<strong><span style="color: #ff6600;">Osubversivo: foi formada por três irmãs, por você Adriana e Alessandra nas guitarras e Andréa no vocal, com essa formação gravaram 2 demos e o primeiro disco “&#8230; In the Darkness of Limb&#8221; (1994). Depois deste disco Andrea sai, e agora recentemente Alessandra também resolveu seguir outro caminho. Coube a você dar seguimento a saga, em algum momento foi pensado em encerrar as atividades da Valhalla? </span></strong><br />
Adriana: Apesar dos últimos acontecimentos na banda como as mudanças na formação, em nenhum momento eu pensei no fim da Valhalla. Lógico que essas últimas mudanças foram muito sentidas por mim, mas somos livres e é natural que as pessoas optem por trilhar outros caminhos no decorrer do percurso, e é preciso que isso seja aceito, pois o que importa em primeiro lugar é você estar satisfeito com aquilo que está sendo feito, mesmo que seja outra coisa senão a banda. Se você acredita naquilo que faz, conseqüentemente se dedica, agarra e defende com unhas e dentes suas idéias e objetivos.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: 2008 termina com injeção de sangue novo na banda, a atual formação tem um fato que chama atenção, desta vez em muito tempo a valhalla volta a ter apenas mulheres em sua formação. Qual é o ponto forte desta nova formação em relação às anteriores? E como foi a escolha das novas integrantes. E os antigos membros da banda vocês ainda tem contatos com elas? </strong></span><br />
Adriana: Nossa intenção nunca foi ter uma banda formada exclusivamente por mulheres, isso foi mais conseqüência do que propriamente escolha. Eu não faria comparações entre as pessoas que passaram pela banda até agora. Todas as formações pela qual a banda passou, foram válidas, em todos os momentos acreditávamos nelas. A nossa busca sempre foi por pessoas que se “encaixassem” na Valhalla e isso nem sempre foi fácil, principalmente em relação a encontrar um baterista. Muitas vezes quando achávamos que tínhamos acertado, de repente o castelo se desmoronava e tínhamos que reconstruir tudo de novo, mas nunca ficamos no desespero procurando alguém, as coisas foram acontecendo. Tanto a Ariadne, como a Monica e Amanda foram quem vieram nos procurar interessadas em ocupar os respectivos postos. Acho que no momento estamos todas focadas em um mesmo objetivo em relação à Valhalla e isso é muito importante para que as coisas possam acontecer naturalmente. Eu espero que a banda torne-se coesa com esta formação, mas acho que só o tempo é quem vai dizer. Quanto aos antigos integrantes, tenho contatos esporádicos com quase todos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Ao contrário dos registros anteriores, &#8220;Petrean Self&#8221; foi lançado por uma gravadora de maior porte, tendo distribuição inclusive no exterior. Quais foram os saldos deste álbum até agora? Houve algum interesse de selos gringos pela banda? A parceria com a Hellion Records esta mantida? Quanto a banda pretende soltar algum registro novo? Já estão ensaiando musicas novas? </strong></span><br />
Adriana: Quando gravamos “&#8230;For the might of chaos, for the force inside” em 2001 , a finalidade era conseguirmos lançar um CD , e o que fizemos foi enviar este CD Demo para algumas gravadoras. Recebemos algumas propostas e a melhor foi a da Hellion Records que acreditou no nosso potencial e então assinamos um contrato com eles e lançamos o &#8220;Petrean Self&#8221;(2001). Através da gravadora tivemos uma boa divulgação do CD em revistas e zines especializados mesmo antes do lançamento. Após, a receptividade do CD foi muito boa e isso nos ajudou muito a fazer shows e divulgar o CD que realmente era a nossa cara. As músicas com mais velocidade e precisão representavam toda a nossa força e raça para continuar fazendo o que realmente estávamos dispostas a fazer, tocar Death metal. Acabamos de gravar agora em janeiro/2009 um CD demo com 3 sons. Estamos ensaiando direto e com repertório praticamente pronto para um futuro lançamento, mas ainda não temos uma gravadora certa para isso.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: A cena de Brasília teve uma época que deixou saudades tanto em nível de bandas, só pra citar algumas: ABOMINATION, PUS, RESTLESS, CREMATÓRIO, FLAMMEA, VOLKANA, TORINO, FALLEN ANGEL etc&#8230; Que faziam a alegria geral, como em termos de quantidade e qualidade de shows. Varias bandas nacionais e internacionais, SEPULTURA, MUTILATOR, MX, SARCOFÁGO, VULCANO, KORZUS, CHAKAL, KREATOR, SODOM etc&#8230; Já pisaram em palcos Brasilienses. Hoje a cena metal de Bsb, ao meu ver esta mais fraca, mais fragmentada, poucos shows, infestada de bandas cover. Mesmo assim ainda mantêm uma cena rica e diversificada em termos de estilos como, por exemplo: VULTOS VOCIFEROS, MIASTHENIA, VOGAN, VIOLATOR, HARLLEQUIM, VALHALLA, mas cada uma no seu canto como água e óleo. Você que esta na cena de Bsb á tempos, como avalia a atual cena em relação à antiga? </strong></span><br />
Adriana: Com certeza foi uma época muito boa e aconteceram muitas mudanças ao longo desses anos. No início  tudo era mais difícil, a estrutura que se tinha para ensaios, gravação e até shows, eram muito inferiores das que temos agora, mas era muito mais divertido, pois diante de todas essas dificuldades, fazíamos de tudo para estar tocando e o público era fiel e fazia questão de comparecer em todos esses eventos. Contudo, sempre houve e sempre haverá um pouco desta dita “separação” na cena, seja ela por divergências de pensamentos, atitudes e mesmo, estilo de som.  Eu particularmente estou fazendo exatamente aquilo que eu gosto e acredito, e não me preocupo com picuinhas, fofocas e críticas não construtivas. A banda amadureceu naturalmente e nos tornamos mais seguras e convíctas dos nossos objetivos, com isso mantemos fiéis um grande número de pessoas que nos apóiam desde o início, assim como os mais novos que respeitam o trabalho da Valhalla, e isso é muito gratificante.<br />
<strong><span style="color: #ff6600;"> Osubversivo: A Valhalla é a única banda feminina de metal extremo que tem projeção nacional, você acha que essa visibilidade possa a vir a encorajar outras garotas a montarem uma banda? Você poderia nos dizer como surgiu a idéia de se montar uma banda feminina de Death Metal há 20 anos atrás. </span></strong><br />
Adriana: Acho que todos esses anos de banda tiveram sua devida importância. Foram anos de dedicação, aprendizado, garra, decepções, diversão e muita,muita persistência. A vontade sempre foi de ter uma banda com um som brutal. Era até engraçado, pois eu mesma estava começando a aprender a tocar guitarra sozinha, isso foi em 1988. Então os ensaios eram uma bagunça, mas começamos alí, toda uma trajetória. A Valhalla mesmo começou a ser montada em 1989.Na verdade, tudo o que de alguma forma conquistamos até hoje, foi batalhando da mesma maneira que tantas outras bandas fizeram e fazem, independente de ser formada por mulheres ou não, pra gente nunca houve essa diferença.Hoje existem muitas garotas já inseridas no metal de um modo geral no Brasil, e se a Valhalla de alguma forma serviu ou serve de exemplo, fico bastante satisfeita com isso.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Das 10 músicas do ultimo cd “Petrean Self” apenas 4 são novas, as outras 6 são regravações de registros anteriores, 2 do primeiro LP &#8220;&#8230;In The Darkness Of Limb&#8221; (1994), &#8220;The Last Of Beings&#8221; e &#8220;In The Darkness Of Limb&#8221; e 4 da demo “&#8230;For the might of chaos, for the force inside” (2001), “Celebration Of Circle”, “Inside”, “Labyrinth Of Memories” e “Raven” Porque optaram por regravar musicas antigas em vez de um CD com inéditas.? </strong></span><br />
Adriana: Como foi dito antes, a finalidade ao gravamos as 4 músicas da demo “&#8230;For the might of chaos, for the force inside”(2001) era enviar para algumas gravadoras mostrando os sons novos e com isso tentarmos um contrato para um CD, então essas músicas já eram da fase atual da época e entrariam no CD com certeza, como aconteceu. Já as duas do 1º LP &#8220;&#8230;In The Darkness Of Limb&#8221; (1994), resolvermos gravar para relembrar realmente uma época marcante pra gente e chamar a atenção para este 1º trabalho da banda, que muita gente nem conhecia.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Acho que a ultima vez que vi a banda ao vivo foi no show do Porão do Rock, Porque a Valhalla toca tão pouco? Principalmente em Brasília, acredito que não seja por falta de convites. Os fãs da banda estão sedentos em vê las em ação novamente. 2009 pode se esperar muitos shows?</strong></span><br />
Adriana: No ano passado (2008) realmente não tocamos aqui em Brasília, mas fizemos shows em Manaus e Belém. A última vez que tocamos aqui foi em dezembro/07. Realmente não é por falta de convites. Mas não acho que seja interessante pra banda estar tocando direto no mesmo lugar, nosso objetivo não é “aparecer”. É legal criar uma certa expectativa, chegar e mostrar um bom show. Aí sim, as pessoas comparecem realmente para ver a banda tocar e não apenas para poder ter um lugar para sair no final de semana, por pura falta de opção. Com certeza estamos ansiosas em tocar na nossa cidade, e mostrar o trabalho atual da banda para o nosso público.<br />
<span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Vocês já cogitaram a possibilidade de lançar uma versão em cd do “&#8230;In The Darkness Of Limb” que foi lançado apenas em vinil? Ou aproveitar o material das demos antigas? </strong></span><br />
Adriana: Com certeza já pensamos nisso sim. Muitas pessoas nos procuram atrás destes materiais, tanto aqueles que nunca tiveram acesso a estas gravações, como antigos admiradores do trabalho da Valhalla, já que não há mais cópias disponíveis no mercado. Quem sabe futuramente a gente consiga concretizar essa idéia, lançando um CD com DVD Bônus.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Em 18 anos de banda muita coisa mudou. Nos dias atuais temos a internet que torna uma banda acessível num simples clicar no mouse. Mp3, youtube, orkut, myspace, e-mail são ferramentas indispensáveis pra qualquer banda se tornar conhecida, à maioria dos zines de hoje também são virtuais. Um cd lançado hoje, amanhã todo mundo poderá baixá-lo de graça, seu show pode ser gravado até por um celular e ficar disponível no youtube com permissão ou não da banda. Pergunta como vocês usam todos esses canais de comunicação em beneficio próprio? </strong></span><br />
Adriana: Realmente, mudou muito! Não há como negar. Hoje você tem meios muito mais rápidos e eficientes para mostrar sua cara ao mundo. Como o acesso a internet está muito mais acessível para quase todos, é muito importante para qualquer banda estar inserida neste meio. Basicamente nós usamos o myspace e o Orkut para divulgação da banda e lá as pessoas conseguem ter acesso a informações diversas. Inclusive, quero aproveitar o espaço para dizer que agora no início de fevereiro/09 estaremos disponibilizando no myspace abaixo, músicas novas do CD demo que acabamosde gravar agora em janeiro/09.                       <a class="alignright" href="http://www.myspace.com/valhalladeathmetal " target="_blank"></a></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Osubversivo: Gostaria de agradecer a sua atenção Adriana e desejar que a Valhalla volte com tudo em 2009. Caso tenha algo a acrescentar que não tenha sido perguntado aqui fiquem a vontade. </strong></span><br />
Adriana: Bem, primeiramente gostaria de agradecer a você Amarildo pela oportunidade nos dada para expor certas informações que muitas vezes são difíceis de serem passadas. A existência de fanzines como OsubversivO zine continua sendo um forte e oportuno meio de divulgação para as bandas. Queria agradecer também, a todos que de uma maneira ou de outra apóiam a Valhalla. A proposta original da banda se mantêm, fazer Death metal. Valeu!!</p>

<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/modelo-590x240-valhalla' title='modelo-590x240-valhalla'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/modelo-590x240-valhalla-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Valhalla de volta ao front" title="modelo-590x240-valhalla" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla' title='valhalla'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Primeira formação" title="valhalla" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-apresentacao' title='valhalla-apresentacao'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-apresentacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Atual formação" title="valhalla-apresentacao" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-5' title='valhalla-5'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Alessandra, Ariadne, Michelle e Adriana" title="valhalla-5" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-4' title='valhalla-4'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Primeiro LP" title="valhalla-4" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-6' title='valhalla-6'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Alessandra" title="valhalla-6" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhllla' title='valhllla'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhllla-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Ariadne, Adriana, Amanda, Alessandra e Michelle" title="valhllla" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-3' title='valhalla-3'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Demo For the Might of Chaos ...for the Force Inside" title="valhalla-3" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-2' title='valhalla-2'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cd Petrean Self" title="valhalla-2" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/valhalla-2/attachment/valhalla-1' title='valhalla-1'><img src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/02/valhalla-1.bmp" class="attachment-thumbnail" alt="Adriana e Alessandra (Guitas) Michele(baixo) e (Carol Vocal) Formação do Petrean Self" title="valhalla-1" /></a>

<p><a class="alignright" href="http://www.myspace.com/valhalladeathmetal " target="_blank"> www.myspace.com/valhalladeathmetal</a></p>
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		<title>Hellhammer &#8220;Demon Entrails&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 21:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[CDs]]></category>
		<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
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		<category><![CDATA[death metal]]></category>
		<category><![CDATA[Demon Entrails]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8221; Hellhammer HELLHAMMER Demon Entrails Paranoid Records – nac. Lançado em 2008, este Demon Entrails lançado lá fora pela Century Media e agora pela Paranoid no Brasil, é o primeiro lançamento oficial das lendárias demos: Death Fiend/Triumph of Death e Satanic Rites desde suas versões em cassete de 1983. Isso mesmo, os primórdios da banda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span style="color: white;">&#8221; </span></span></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_540" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><span><span style="color: white;"><span><span><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/186854.jpg"><img class="size-medium wp-image-540" title="Hellhammer" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/186854-300x300.jpg" alt="Hellhammer " width="300" height="300" /></a></span></span> </span></span></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><span><span style="color: white;"><span><span>Hellhammer </span></span> </span></span></dd>
</dl>
</div>
<p><span></span><strong>HELLHAMMER</strong><br />
<strong><em>Demon Entrails</em></strong><strong> </strong><br />
<strong>Paranoid Records – nac.</strong><br />
Lançado em 2008, este <em>Demon Entrails</em> lançado lá fora pela Century  Media e agora pela Paranoid no Brasil, é o primeiro lançamento oficial das  lendárias demos: <em>Death Fiend/Triumph of Death</em> e <em>Satanic Rites</em><br />
desde suas versões em cassete de 1983. Isso mesmo, os primórdios da<br />
banda, os primórdios do Death Metal! As primeiras criações estavam<br />
aqui! Sim, pois se depois do Hellhammer acabar, ou na verdade, mudar de<br />
nome para Celtic Frost, este foi muito mais bem sucedido, lançou muito<br />
mais discos e foi um dos pioneiros do Black Metal, o Hellhammer foi um<br />
dos precursores do Death Metal. Gênio esse tal de Tom Warrior, ou<br />
Thomas Gabriel Fischer, seu nome de nascença e adotado depois, hein?<br />
Pois é, e esses primórdios até que enfim saem da penumbra e das trevas<br />
para ver a luz da noite através de <em>Demon  Entrails</em>, que ganha<br />
uma luxuosa versão em digipack duplo! Veja no track list da data das<br />
gravações destes clássicos! Eu que mal tinha nove anos na época e<br />
estava na quarta série do primário e estes caras estavam proliferando o<br />
mal na gélida Suíça. Aliás, eles foram uma das poucas bandas de<br />
expressão de seu país. Claro, a música na época era brutal, tosca, mal<br />
tocada, mal produzida, e foi aí que deu o charme e que fez tornar o<br />
Death Metal tão especial, assim como o Black Metal. O tempo passou e ao<br />
longo do tempo, tantos os pioneiros e baluartes dos dois estilos<br />
aprenderam a tocar, a compor e a produzir. E hoje, tanto no Death como<br />
no Black, só podem tocar um dos dois se realmente souber tocar (e<br />
muito) e só podem lançar discos se estes forem bem produzidos. Seja<br />
bandas veteranos ou seja bandas novas. Vemos muito moleque de 15 anos<br />
tocando absurdos e fazendo Death Metal! E aí, com essa evolução&#8230;<br />
Perdeu a graça! Ficou tudo igual e nada mais inova. Pois ganhou-se em<br />
técnica e tecnologia na produção, mas perdeu a paixão, o espírito e o<br />
feeling dos anos 80 e até algo dos anos 90. Aqui, você vai voltar no<br />
tempo e se deliciar, além de se questionar como com poucos recursos e<br />
poucos acordes, conseguiam fazer aquela barulheira fazer sentido,<br />
criando musicalidade sombria? Isso era Death Metal! E também isso era<br />
Black Metal, e não um monte de poser com sobretudos caríssimos, visuais<br />
patrocinados por lojas de moda “dita roqueira ou headbanguer” como<br />
temos hoje. Nestas demos tivemos os préstimos de Thomas Gabriel<br />
Fischer, depois Tom Gabriel Warrior, ou só Tom Warrior (na época das<br />
demos “Satanic Slaughter” nos vocais e guitarras, mais seu inseparável<br />
companheiro (até romperem de novo esse ano) Martin Eric Ain “Slayed<br />
Necros” no baixo e uma infinidade de bateristas que ficavam pouco mais<br />
de um mês no cargo. E claro, as faixas receberam um tratamento digital,<br />
dando uma remasterizada e uma “melhorada” nas faixas. Mas e a sua<br />
crueza e até ingenuidade que são a graça do negócio. Obrigatório! Ah, e<br />
Blackmetaller ou Deathmetaller que se preze é aquele que suporta a<br />
cena, seja as bandas ou os selos, comprando material, apoiando,<br />
colecionando e eternizando estas relíquias. Fazer download é coisa de<br />
forrozeiro e funkeiro, ou seja, gente sem cultura e sem interessada<br />
continuidade de nada. Se você “baixar” <em>Demon Entrails</em>,  caia fora da cena, alias, você nunca fez parte dela, seu parasite!</p>
<p><strong>CD 1: <em>Satanic Rites</em> Demo,  December 2/3/4/7, 1983:</strong><br />
1. Intro<br />
2. Messiah<br />
3. The Third of the Storms (Evoked Damnation)<br />
4. Buried and Forgotten<br />
5. Maniac (Re-Recorded Version)<br />
6. Eurynomos<br />
7. Triumph of Death (Re-Recorded Version)<br />
8. Revelations of Doom<br />
9. Reaper (Re-Recorded Version)<br />
10. Satanic Rites<br />
11. Crucifixion (Re-Recorded Version)<br />
12. Outro</p>
<p><strong>CD 2: <em>Death Fiend</em> and <em>Triumph  or Death</em> Demos, June: 10/11, 1983</strong><br />
1. Crucifixion<br />
2. Maniac<br />
3. (Execution) When Hell s Near<br />
4. Decapitator<br />
5. Blood Insanity<br />
6. Power of Satan<br />
7. Reaper<br />
8. Death Fiend<br />
9. Triumph of Death<br />
10. Metallic Storm<br />
11. Ready for Slaughter<br />
12. Dark Warriors<br />
13. Hammerhead<br />
14. Angel of Destruction<br />
15. Bloody Pussies<br />
16. Chainsaw<br />
17. Sweet Torment<span><span style="color: white;"><strong>on Entrails</strong>&#8220;</span></span></p>
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