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	<title>OsubversivO Zine &#187; destaques</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<title>Entrevista NOSSA ESCOLHA</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Escolha]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista por PHABY Eles não bebem, não fumam e não usam drogas, e são punks, pra quem não conheçe o straight edge, tah ai uma boa oportunidade pra conheçer através do trabalho dessa banda que vêem crescendo e atuando de forma significativa na luta por uma cena melhor na nossa cidade. Pra quem gosta de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista por PHABY</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/nossa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1829" title="nossa" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/nossa-199x300.jpg" alt="nossa" width="199" height="300" /></a>Eles não bebem, não fumam e não usam drogas, e são punks, pra quem não conheçe o straight edge, tah ai uma boa oportunidade pra conheçer através do trabalho dessa banda que vêem crescendo e atuando de forma significativa na luta por uma cena melhor na nossa cidade. Pra quem gosta de harcore de boa qualidade e com conteúdo. O Nossa Escolha não deixa nem um pouco a desejar. Desfrutem dessa entrevista e conheçam um pouco mais da história da banda e do pensamento dos seus integrantes.</span></p>
<p><strong>Aquela pergunta de praxe, como surgiu a idéia de montar a banda, no cenário brasiliense que tem pouquissimas bandas sxe?</strong></p>
<p>Bem, a idéia inicial surgiu em meados de 2009 com outra formação. Felipex era guitarrista junto com o Negrete e havia outro vocalista, o David (ex Tumor Kaos) e no baixo Cleuton (atual baixista da <a href="http://www.fotolog.com/lagartogro/71478943">¿Que Pasa Cabrón?</a>). Essa primeira fase da banda foi bastante conturbada por haver muitas dificuldades em reunir todos os membros. E quando conseguimos o tão esperado encontro, ficou muito abaixo de nossas expectativas e o projeto “Nossa Escolha” havia naufragado no primeiro ensaio. Um ano depois, no começo deste ano Nossa Escolha ainda permanecia na cabeça de alguns integrantes e aí foi re-erguida exatamente dia 02 de janeiro de 2010.</p>
<p><strong>O que é sxe para vocês?</strong></p>
<p>Straight Edge para nós é um modo de viver o punk, simplesmente. Nós tentamos buscar sintetizar a simples postura do não-uso de drogas enfatizando-a dentro de um contexto punk. Isso não nos afasta e nem nos faz sentir “superiores” sobre quem escolhe usar drogas (tanto ilícitas quanto licitas). Acreditamos que cada pessoa tem seu poder de escolha. NOSSA ESCOLHA é essa. Não vemos muito sentido em bandas que desvinculam as verdadeiras origens do sXe que, como NÃO HÁ como mudar, é totalmente oriunda do punk.</p>
<p><strong> Recentemento o James Hetfield, vocalista do Metállica, aderiu ao movimento sxe, o que vocês acharam disso, e como acham que serão a repercussão?</strong></p>
<p>Não achamos nada. “<em>Não existem verdades, o mundo é escasso</em>”. Começando que não vemos o sXe como um “movimento”. O punk sim, algum dia ou para muitas pessoas é/foi um movimento. Para nós é apenas uma postura aderida por hardcorers/punx. Nada de movimento. A repercussão disso pra mídia corporativa com certeza renderá algum destaque na MTV, revistinhas de rock ou qualquer coisa relacionada a isso meramente visando algum tipo de manipulação capital, longe do real contexto punk, da marginalidade das ruas. Pessoalmente espero que o senhor Hetfield esteja bem com sua choice. hehe</p>
<p><strong> Como vocês definem o som de vocês, e quais são as influências?</strong></p>
<p>Achamos que é um Youth Crew não-ganguero, mais bonzinho, entende? Gostamos de muitas coisas e as influências são bastante varidas por todos nós termos bandas paralelas de outros gêneros. Procuramos buscar elementos de bandas como Minor Threat, 7 Seconds, Bold, Side By Side e nossa maior influencia na verdade é a banda brasiliense (hoje extinta) Um Passo a Mais.</p>
<p><strong>Dentro da atual cena hardcoreana brasiliense, qual a análise que vocês fazem, do que foi e do que é hoje em dia?</strong></p>
<p>A cena brasiliense como em qualquer outra cidade vive de marés. Existem boas temporadas e outras nem tão boas assim. Atualmente acho que anda muito bem até, levando em consideração o pessoal do entorno como Águas Lindas e Formosa que sempre dão a maior força pra somar com a gente. Existe muita gente boa e interessada em somar e produzir coisas legais juntas, de forma mais ampla e tal. Existem pessoas que acham melhor limitar a cena a um pequeno grupo de amigxs também, bom, cada um faz o que acha certo. No mais estamos nos esforçando bastante pra produzir e mostrar o hardcore pra pessoas novas e trazê-las para as gigs.</p>
<p><strong>Como vocês vêem o papel do sxe dentro da juventude que está cada vez mais junkie? Ele surge como uma ideologia, ou apenas como aspecto pessoal?</strong></p>
<p>Pra nós o sXe jamais será um movimento de transformação social, é apenas uma postura adquirida por alguém que vive dentro da atmosfera do hardcore/punk. Existem outras “salvações” para a juventude, como, por exemplo, acesso a cultura, educação, o hardcore/punk (hehehe)&#8230; mas esse “poder” não vem do straight edge.</p>
<p><strong> Melhor show que já fizeram?</strong></p>
<p>A banda é muito nova ainda, muitas coisas estão por vir, mas certamente o melhor até agora foi o Rock Beneficente na UnB.</p>
<p><strong> Do que falam as letras de vocês, e como é o processo de composição das músicas?</strong></p>
<p>Essa primeira gravação as letras são um pouco introspectivas. Falam basicamente de escolhas que fizemos, ou concepções de “certo” ou “errado”, “verdadeiro” ou “falso” dentro da concepção de cada um. Estamos sujeitos a erros sempre, mas o que é errado pra mim pode ser certo pra você, entende? A maioria das idéias sai da cabeça retardada do Negrete, mas buscamos sempre uma produtividade coletiva das bases e das letras. Tem uma música que é de autoria do nosso amigo xBicudox, fala da indústria da carne, consumo etc.</p>
<p><strong>O que pensam sobre a tolerancia religiosa dentro da cena?</strong><br />
A maior prova  de tolerância é podermos juntar na banda dois ateus, um hare krishna  indisciplinado e um cristão. Nós conversamos muito sobre isso e temos em comum a  idéia de que o hardcore não é igreja onde um “pastor” nos dita o que devemos  pensar e agir. Questões de cunho religioso e crenças são coisas altamente  pessoais. Não achamos legal ateus fervorosos “pregarem” que odeiam deuses nas  gigs, acho que cada pessoa é livre pra ter suas crenças sejam quais quer que  forem. Entretanto, hardcore pra nós não é igreja nem culto satânico. Isso já  rendeu algumas tretas e respeito é bom e conserva os dentes.</p>
<p><strong> Como enxergam hoje o hip-hop ter um ligação com o SXE</strong></p>
<p>Ligação com o  straight edge, não entendi. Não temos absolutamente nada contra a cultura  hip-hop. Não temos muito, ou melhor, não temos embasamento nenhum pra falar  sobre essa associação. Nós gostamos de alguns grupos de rap, (e ponto). Acho que  você quis perguntar sobre a pegada “sxe” atual, né? A galera que prefere outros  roles fora do hardcore, entendi direito? Conhecemos e temos muitos amigos que se  assumem straight edges, mas não pilham mais de colar nos hardcore. São escolhas,  e não cabe a nós julgar se isso é straight edge ou não, o modo de ver o straight  edge pra nós é outro</p>
<p><strong> Pra finalizar, gostaria de agradecer a atenção de vocês, e abrir este espaço para considerações finais.</strong></p>
<p>É ano de eleição. Elxs estão aí, correndo atrás de nós, de você&#8230; Tentando nos convencer que farão algo justo e digno para a sociedade. Elxs aparecem nos propondo ajuda para fazer shows, panfletos e se mostram bonzinhxs apenas nesta época de mudanças governamentais. É triste ver bandas amigas aceitando tais ajudas, não só bandas como pessoas envolvidas em organizações de eventos, zines etc. Bandas que em suas letras falam justamente deles, do que fazem com a gente durante um mandato de longos quatro anos. Seria muito fácil chamarmos meia-dúzia de pessoas que gostamos e conhecemos de hipócritas, mas não é por aí que se mudam as coisas.</p>
<p>Contatos: <a style="color: #406480;" href="http://www.myspace.com/hcnossaescolha" target="_blank">http://www.myspace.com/hcnossaescolha</a></p>
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		<title>Vulcano em Brasília</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 02:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Vulcano]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1794" title="vulcano" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/07/vulcano1-212x300.jpg" alt="vulcano" width="212" height="300" /></p>
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		<title>Dr Sin em Brasília</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 21:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compre já seu antecipado post retirado do Cult 22 http://www.cult22.com/blog/2010/live-wire-ganha-promocao-dr-sin/ A banda brasiliense Live Wire foi a vencedora na votação promovida entre os internautas do blog Cult 22 e abrirá, ao lado do Kábula (previamente escolhido pela produção), o show da paulista Dr. Sinno dia 3 de julho (sábado), no Clube Cedec (912 Sul). A promoção rolou durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1774" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px"></p>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<dl id="attachment_1774" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-1774" title="drsin" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/06/drsin-211x300.jpg" alt="Compre já seu antecipado" width="211" height="300" /><p class="wp-caption-text">Compre já seu antecipado</p></div>
<p><img class="size-medium wp-image-1774" title="drsin" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/06/drsin-211x300.jpg" alt="Compre já seu antecipado" width="211" height="300" /></p>
</dt>
<dd class="wp-caption-dd">Compre já seu antecipado</dd>
</dl>
</div>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">post retirado do Cult 22 <a href="http://www.cult22.com/blog/2010/live-wire-ganha-promocao-dr-sin/">http://www.cult22.com/blog/2010/live-wire-ganha-promocao-dr-sin/</a></p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">A banda brasiliense <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Live Wire</strong> foi a vencedora na votação promovida entre os internautas do blog <strong style="padding: 0px; margin: 0px;"><em style="padding: 0px; margin: 0px;">Cult 22</em></strong> e abrirá, ao lado do Kábula (previamente escolhido pela produção), o show da paulista <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Dr. Sin</strong>no dia 3 de julho (sábado), no Clube Cedec (912 Sul). A promoção rolou durante quatro semanas e recebeu um total de <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">1.279 votos</strong>. Mas, como já havíamos avisado exaustivamente,<strong style="padding: 0px; margin: 0px;">só valia um voto por pessoa</strong>. Além disso, as pessoas tinham que preencher o formulário com nome completo, telefone e e-mail. Quem desobedeceu estas regras, teve o voto anulado. Assim, foram contabilizados como <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">“válidos” 985 votos</strong>.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">Em segundo lugar ficou o Art of Khaos, seguido por Red Old Snake, Tekilla Hell e Homem Carta. Também foram lembrados Scania, Ellfus, Red Line, Phrenesy, Black Bulldog, Os Caras do Rock, Khallice, Final Erosion, Blazing Dog, Slug, X-Hatred, John No Arms, Dark Avenger, Mark of Time, Dynahead, Misty Mountain, Embate, Totem, 14, Dog Savanah, Galinha Preta, Harllequin, Kábula<em style="padding: 0px; margin: 0px;">(que já estava no show)</em>, Strep, Underpain, Almah <em style="padding: 0px; margin: 0px;">(que não é de Brasília)</em>, Brazilian Blues Band, Bruto, Calipso <em style="padding: 0px; margin: 0px;">(!!!)</em>, Comodoro 77, Dependência Pulmonar, Evangelium, Flashover, Hyse, Inner Imensity, Lost in Hate, Madruga, Mercadores de Sonho, Moita, Mork, Mostarja, Mr. Gone, Parafernália, Rafael Cury, Rainha Vermelha, Rhevange, Seven Sky, Starchild, Terceira Capital, Terror Revolucionário, The Sink, Trampa, Vougan e Zilla.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">Grupo de hard rock formado em janeiro de 2007, o <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">Live Wire</strong> já se apresentou no Hard Rock Café (Rio de Janeiro), na Calourada da UnB e na edição deste ano do <em style="padding: 0px; margin: 0px;">Marreco´s Fest</em>, entre outros eventos. Em julho de 2008, lançou a demo <em style="padding: 0px; margin: 0px;">Get Your Mama Out Of My Bed</em>, com três faixas, e está trabalhando em mais dois singles que serão gravados em breve. Sua formação conta com Adriano Pasqua (voz e teclado), Tainan Britto (guitarra, teclado e voz), Leonardo Motta (baixo e voz), Marcel Papa (guitarra e voz) e Leo Sanacar (bateria e percussão). Mais informações:<a style="color: #b30000; text-decoration: none; outline-style: none; outline-width: initial; outline-color: initial; padding: 0px; margin: 0px;" href="http://www.myspace.com/livewireofficial" target="_blank">www.myspace.com/livewireofficial</a>. Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MARRECO’S FEST 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Jun 2010 00:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[MARRECO’S FEST 2010 Sábado, dia 19 de junho, a partir do meio-dia, no Camping Show. Nona edição do maior festival de heavy metal do Centro-Oeste, com shows de 20 atrações em dois palcos. Ingressos: 1º lote &#8211; R$ 30,00. 2º lote &#8211; R$ 40,00. Na hora &#8211; R$ 60,00. Pontos de venda: GTR Instituto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MARRECO’S FEST 2010</p>
<p>Sábado, dia 19 de junho, a partir do meio-dia, no Camping Show.</p>
<p>Nona edição do maior festival de heavy metal do Centro-Oeste, com shows de 20 atrações em dois palcos.</p>
<p>Ingressos: 1º lote &#8211; R$ 30,00. 2º lote &#8211; R$ 40,00. Na hora &#8211; R$ 60,00.</p>
<p>Pontos de venda: GTR Instituto de Guitarra (111 Sul e 708/709 Norte), lojas Porão 666 (Taguatinga, atrás do Alameda Shopping) e Berlin Discos (Conic).</p>
<p>Obrigatória a doação de 1kg de alimento não-perecível no dia e local do evento.</p>
<p>Line up:</p>
<p>13h30 – Rhevange (DF)</p>
<p>14h05 – Seconds of Noise (DF)</p>
<p>14h40 – ARD (DF)</p>
<p>15h15 – Live Wire (DF)</p>
<p>15h50 – Rafael Cury &amp; the Booze Bros. (DF)</p>
<p>16h25 – Flammea (DF)</p>
<p>17h – Amonicide (DF)</p>
<p>17h35 – Fallen Angel (DF)</p>
<p>18h10 – Uganga (MG)</p>
<p>18h45 – Totem (DF)</p>
<p>19h20 – Dark Avenger (DF)</p>
<p>20h15 – Tim Ripper Owens (EUA, ex-Judas Priest)</p>
<p>21h10 – Exibição do vídeo Brasília Magical Journey</p>
<p>21h25 – Almah (SP)</p>
<p>22h20 – Slug (DF)</p>
<p>23h05 – Heaven´s Guardian (GO)</p>
<p>23h45 – Mork (DF)</p>
<p>0h20 – Isolate (DF)</p>
<p>0h55 – Coral de Espíritos (DF)</p>
<p>1h30 – Sarcasmo (MG)</p>
<p>2h15 – Mystifier (BA)</p>
<p>Acesse www.marrecosfest.com.br e veja todas as informações sobre o festival</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1765" title="image002" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/06/image0021-211x300.gif" alt="image002" width="211" height="300" /></p>
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		<title>MALCOLM MCLAREN INVENTOU TUDO</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 04:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Adam and the Ants]]></category>
		<category><![CDATA[Annabella Lwin]]></category>
		<category><![CDATA[Better Red Than Dead]]></category>
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		<category><![CDATA[Vivienne Westwood]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista originalmente publicado no site Vince www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/ Malcolm McLaren começou a desenhar roupas no começo dos anos 70, depois de abandonar as aulas de arte. Em 1971, com a então namorada Vivienne Westwood, ele abriu uma butique chamada Let It Rock. Vendiam apetrechos para teddy-boys, rockers e greasers. Um saco. Mas então Malcolm conheceu os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1759" title="malcolm-mclaren1" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/05/malcolm-mclaren1-300x230.jpg" alt="malcolm-mclaren1" width="300" height="230" /></p>
<p>Entrevista originalmente publicado no site Vince <a href="http://www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/">www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/</a></p>
<p><a href="http://www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/"></a>Malcolm McLaren começou a desenhar roupas no começo dos anos 70, depois de abandonar as aulas de arte. Em 1971, com a então namorada Vivienne Westwood, ele abriu uma butique chamada Let It Rock. Vendiam apetrechos para teddy-boys, rockers e greasers. Um saco.</p>
<p>Mas então Malcolm conheceu os New York Dolls, vislumbrou uma luz para o futuro da música, e os convenceu a contratá-lo como seu empresário. Criou um visual completamente novo para eles, com direito a couro vermelho e símbolos soviéticos, mas foi um fracasso e a banda desmoronou. Tanto que até virou costume no meio punk culpar o McLaren pela morte do Dolls, mas nós achamos que o verdadeiro motivo foi eles terem poucas músicas boas e serem praticamente uns junkies imprestáveis.</p>
<p>Em uma viagem para Nova York lá pelo meio dos anos 70, McLaren conheceu Richard Hell. Ele tentou virar seu empresário também, mas Hell não quis. Então McLaren tomou sua melhor decisão: voltou para Londres, mudou o nome da sua loja para SEX e passou a vender camisetas diabólicas rasgadas e equipamentos de bondage. Aí veio o Sex Pistols e blá blá blá &#8211; você já deve estar careca de saber disso.</p>
<p>Depois dos Pistols, McLaren fundou a Bow Wow Wow. Ele não apenas começou com a influência da world music no pop, mas também inventou um visual para a menina-de-15-anos Annabella Lwin (ele chamou de pirate punk) que até hoje faz homens uivarem. Adam and the Ants também tentou o visual pirate punk, claro, só que eles não deixam mais ninguém de pau duro.</p>
<p>Depois, McLaren foi pro rap, praticamente introduzindo esse estilo no Reino Unido com seu álbum Duck Rock. Ele inventou o visual buffalo-gals, que praticamente consiste em se vestir como uma coroa mendiga cheia de camadas. Ah, e ele também roubou o passo voguing das drag queens bem antes da Madonna.</p>
<p>Enfim, Malcom McLaren é, pelo menos parcialmente, responsável por todas as boas ideias de 1970 em diante.</p>
<p>A Vice encontrou o McLaren em Paris recentemente. O cara é charmoso e hiper-inteligente. Ele estava de  jeans, camisa branca, cachecol laranja e um sobretudo marrom-claro. Comemos no Au Bascou, na Rue Réaumur, no 3º Distrito. McLaren pediu água com gás Badoit, carne de porco e repolho cozido.</p>
<p>Vice: Por que você se envolveu com toda a coisa de teddy-boy nos anos 70?</p>
<p>Malcon McLaren: Eu fiz isso como um ato de revolta contra os hippies. Fiz pra mim mesmo um terno azul, copiando a capa de um disco antigo do Elvis Presley, e desci a Kings Road para tentar fazer alguma coisa da minha vida. Queria ser explorado, mas ninguém olhava pra mim! Fui criado em uma família que trabalhava com moda e tive minha imaginação hooligan por causa da escola de arte. Essas duas coisas se juntaram acabei criando a antimoda.</p>
<p>Então, finalmente, depois de semanas, fui parado por um americano vestido de preto que apontou para um buraco na estrada e me convidou para vender roupas. Era na altura do 430 da Kings Road, e foi aí que eu comecei a criar o “visual escola de arte” para as ruas. Minha namorada naquela altura, a Vivienne Westwood, tinha um filho meu. Ela era professora, e eu tive que cuidar da criança. Convenci-a abandonar o trabalho e comprei algumas máquinas de costura.</p>
<p>Como era a sua primeira loja?</p>
<p>Chamava Let It Rock, mas depois mudou para Too Fast To Live Too Young To Die. Aquela parte da Kings Road era internacionalmente conhecida como a mais influente capital do rock and roll do mundo, então pessoas como os New York Dolls foram atraídas para lá junto com gente como o Iggy. Foi na época dos caftans e dos colares de contas, e eu coloquei uma jukebox lá que tocava rock and roll constantemente.</p>
<p>Mas quando a loja começou a fazer sucesso, passei a não suportar mais. Eu só gostava quando vendia para os jovens e perigosos. Quando passamos a vender para qualquer um, virou um exercício comercial. Quando começou a fazer dinheiro eu fechei. Isso deixou a Vivienne puta.</p>
<p>Você pode explicar o conceito do Dolls um pouquinho?</p>
<p>A ideia por trás do Dolls foi a de vesti-los com couro vermelho e debater a política do tédio. Escrevi um manifesto chamado “Better Red than Dead”. Foi no final da Guerra do Vietnã, e o escândalo do Watergate viria logo depois. A ideia era reinserir uma certa discussão política e social na cultura pop. Foi o começo da fase Sex Pistols.</p>
<p>Não foi um visual que funcionou muito bem pra eles, foi?</p>
<p>Foi eficaz no sentido de ter sido um fracasso monumental. Eu me recordo de uma jornalista da época, Lisa Robinson, correndo no backstage, vendo todos os seus queridinhos do do submundo do rock and roll e perguntando, especificamente, para o Johnny Thunders: “Você é comunista?” A resposta dele foi simples e comovente: “Sou. Você quer fazer alguma coisa a respeito?”</p>
<p>O que fez você querer abrir a loja SEX?</p>
<p>Queria vender coisas que eram normalmente vendidas por baixo da mesa em sacolas de papel marrons. Procurei fabricantes por todo o Reindo Unido… camisetas e capas-de-chuva de borracha preta, grampos para seios e anéis penianos. Vendemos tudo.</p>
<p>E o lugar parecia um sex shop?</p>
<p>As pessoas morriam de medo de entrar. Era fantástico. Bem no começo, nossa clientela incluía a brigada de velhos pervertidos e vários deles eram, na verdade, políticos famosos. Um deles era o apresentador do programa de TV News at Ten, e ele costumava dizer para a garota na loja: “Assista ao jornal hoje a noite porque estarei usando cuecas de látex!”</p>
<p>Daí a molecada começou a ir lá.</p>
<p>Claro. Eles amavam porque era um novo visual e era fora-da-lei.</p>
<p>Um dos nossos principais itens eram nossas camisetas eróticas. Eu as trazia da Christopher Street em Nova York. Tinha uma camiseta com um cara negro grande e seu pênis enorme murcho. Elas eram muito, mas muito justas, então você as usava e o pinto ficava ali abaixo do seu umbigo. Era uma colocação perfeita. Alguns dos moleques, só de andarem pela Kings Road até a Sloane Square, eram presos. A polícia deu duas batidas e fomos processados, mas eu não dava a mínima. Tudo foi confiscado, mas repusemos e a molecada toda pensou: “Esse é o lugar mais legal do mundo”.</p>
<p>Então por que você fechou a loja?</p>
<p>Foi no auge de popularidade do Sex Pistols. No começo eles tinham apelo junto aos intelectualmente curiosos e aos emocionalmente conectados, mas daí eles viraram uma porra de uma coisa domesticada.</p>
<p>E isso não é nada bom.</p>
<p>Então eu abri outra loja chamada Seditionary. Fui até um museu de guerra e peguei cópias de fotografias das ruínas de Dresden, as estourei e as usei como papel de parede. Daí  fiz um furo através do forro da loja porque eu queria que parecesse um pouco abandonada. Eu também tinha ratos embaixo da máquina registradora, correndo de um lado pro outro. Era muito divertido.</p>
<p>E gente como Boy George, Adam and the Ants e Bow Wow Wow iam lá te pedir para montar o visual deles, certo?</p>
<p>Sim, iam. O que aconteceu foi: eu estava envolvido com uma gravadora independente francesa chamada Barclay. Por fora eles costumavam fazer filmes pornô e queriam que eu arranjasse música pra colocar nos filmes. Eles disseram: “Não fode com a gente colocando música que tenha direitos autorais. Use música africana ou algo assim”.</p>
<p>Eu fui até a biblioteca no Centre Pompidou, em Paris, e lá tinha uma grande coleção de música. Eu gostava da menina que trabalhava lá, então ia todo dia para olhar para ela e ouvir música étnica. Ela tocou um dos discos, por engano, na velocidade errada, e eu fiquei maluco. Pensei: “Que porra é essa? É uma batida muito foda”. Então levei a ideia de volta para Londres e dei pra esses moleques que se chamavam Adam and the Ants.</p>
<p>Na mesma época, Vivienne estava embarcando na moda do século XVIII com esses vestidos de baile cafonas e eu disse: “Se você vai fazer isso, Vivienne, você tem que colocar um rótulo para que a molecada entenda”. A Vivienne respondeu; “Foda-se a molecada! Eu quero vender para mulheres elegantes”.</p>
<p>Mas nós não tínhamos uma loja desse tipo. Tínhamos que nos manter na cultura pop. Tínhamos que rotulá-la de algum jeito, então eu tive essa ideia de pegar imagens de piratas do século XVIII para que a molecada pudesse se identificar. Eu precisava de um grupo que se vestisse como os piratas. Falei para a molecada na loja: “Vocês têm que se vestir de pirata! Vocês não são mais desse beco cafona de Londres. Vocês vieram de Zanzibar e é isso que vai dar pra vocês a desculpa para tocarem essas percussões que eu vou te mostrar agora que tem essa batida étnica, e vocês vão se vestir como piratas!” Foi assim que o Bow Wow Wow começou.</p>
<p>Mas por que piratas?</p>
<p>Na época, uma grande notícia era a das fitas cassete, os boom boxes e a molecada gravando músicas do rádio. A indústria musical estava tentando colocar uma licença em cassetes virgens porque os moleques estavam gravando suas próprias músicas. Então tudo girava em volta da pirataria e os meus garotos se vestiam como piratas.</p>
<p>Foi um sucesso, então eu disse para Vivienne: “Vamos colocar essa porra de visual pirata na passarela!”.</p>
<p>Então foi mais ou menos nessa época que você começou a se desentender com a Vivienne Westwood?</p>
<p>Ela queria ser reconhecida como estilista e eu queria exatamente o oposto. Além do que, eu aprendi a trepar com algumas outras garotas quando estava naquele hiato em Paris. De qualquer forma, eu sabia que ela iria continuar a se esforçar para criar esses vestidos de baile do século XVIII, e eu não entendia. Não conseguia ver um osso rock and roll naquele corpo.</p>
<p>Decidi que não queria ser um sucesso comercial na moda. Pensei que iria custar uma fortuna e que daí nós não estaríamos mais de fora da cultura, estaríamos dentro. Sabia que acabaríamos irritando muito um ao outro, o que acabou acontecendo. Então fui embora e ela disse: “Bom, não tem que ser  assim”.</p>
<p>Eu disse: “Achei que isso era o que você queria fazer. Você pode assinar com alguma marca italiana e ficar totalmente envolvida com moda e toda essa herança que você teve comigo pode te direcionar para algo bom. E você vai conseguir viver desse legado e vai te dar toda a credibilidade que você precisa”.</p>
<p>E foi isso que ela fez. E eu fiz meu próprio disco, chamado Duck Rock. O single principal era “Buffalo Gals” e foi nisso que baseei a última coleção que fiz na vida.</p>
<p>Como isso pintou?</p>
<p>Eu pensei: “Como é o visual de uma buffalo-gal?” E tive a ideia de que seria uma garota grande e gorda que perambula como um búfalo pelo planeta. Era uma mendiga, basicamente.</p>
<p>O visual incluía grandes casacos de pele de ovelha, saias peludas gigantes e chapéus cinco vezes maiores do que o normal. Jogávamos alguns padrões de tecido étnico aqui e ali. Eu queria que os sapatos parecessem aquelas sacolas de plástico que as mendigas usam nos pés. Então eu os fiz com camurça.</p>
<p>Como essa coisa de buffalo-gal bateu no mundo da moda?</p>
<p>Eu nunca vou esquecer um momento quando, depois de um desfile em Paris, essa mulher da Vogue Itália foi ao backstage e me convenceu de que era melhor eu ir fazer outra coisa da vida.</p>
<p>Como ela conseguiu fazer isso?</p>
<p>Ela disse, “Malcolm, Malcolm, a música é bellissima, BELLISSIMA, mas as roupas, elas são tão pobres. Por que você faz todo mundo parecer tão pobre?”</p>
<p>Legal.</p>
<p>Eu não sabia o que dizer, então respondi: “Bom, você já ouviu falar em Robin Hood? Ele é um grande personagem, muito famoso na literatura inglesa. Estou tentando fazer os ricos parecerem pobres, porque assim os pobres podem parecer ricos! Essa é a ideia”.</p>
<p>Ela não engoliu?</p>
<p>Ela disse: “Malcolm, isso nunca via dar certo. A música é bellissima, mas esqueça as roupas”.</p>
<p>ENTREVISTA POR ANDY CAPPER</p>
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		<title>Matanza em Brasilia</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 14:04:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1733" class="wp-caption alignnone" style="width: 221px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/05/OgAAAJ8XtKaEDlCGuGeebCRibVb1ZOU1F7HJgWN5NKaWGxa56r0QzJ5aNBsS9saMOyQnjUKLbj60UmohJ3MrMNmCQx0Am1T1UJXpHokF7ooibsv-MW-mnicaeJv7.jpg"><img class="size-medium wp-image-1733 " title="Matanza em Brasilia" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/05/OgAAAJ8XtKaEDlCGuGeebCRibVb1ZOU1F7HJgWN5NKaWGxa56r0QzJ5aNBsS9saMOyQnjUKLbj60UmohJ3MrMNmCQx0Am1T1UJXpHokF7ooibsv-MW-mnicaeJv7-211x300.jpg" alt="Matanza em Brasilia" width="211" height="300" /></a><img class="aligncenter size-medium wp-image-1737" title="matanza" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/05/OgAAAJ8XtKaEDlCGuGeebCRibVb1ZOU1F7HJgWN5NKaWGxa56r0QzJ5aNBsS9saMOyQnjUKLbj60UmohJ3MrMNmCQx0Am1T1UJXpHokF7ooibsv-MW-mnicaeJv71-211x300.jpg" alt="matanza" width="211" height="300" /><br />
<p class="wp-caption-text">Matanza em Brasilia</p></div>
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		<title>The Varukers</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 15:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[The VarukersSábado, dia 17 de abril, às 22h, no subsolo do Conic. Show com a banda inglesa de punk e hardcore. Abertura: Os Maltrapilhos, Possuídos pelo Cão e Murro no Olho. Ingressos (somente no local): R$ 20,00]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1728" class="wp-caption alignleft" style="width: 220px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/varukers_450.jpg"><img class="size-medium wp-image-1728" title="varukers_450" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/varukers_450-210x300.jpg" alt="Varukers" width="210" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Varukers</p></div>
<p><strong style="padding: 0px; margin: 0px;">The Varukers</strong><br style="padding: 0px; margin: 0px;" />Sábado, dia 17 de abril, às 22h, no subsolo do Conic. Show com a banda inglesa de punk e hardcore. Abertura: Os Maltrapilhos, Possuídos pelo Cão e Murro no Olho. Ingressos (somente no local): R$ 20,00</p>
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		<title>Seletiva WACKEN 2010</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 01:42:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 221px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1703" title="OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs1-211x300.jpg" alt="OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs" width="211" height="300" /></a><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs.jpg"><img class="size-medium wp-image-1699" title="OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/04/OgAAAOj9gqJHEnDe71LdYTq5Q82Wukuk52Skn8Rm1p9vUvQt-fuuW4hmhp8T1tEGc_pGrJxdSmWb9LFga_bJZciy9uEAm1T1UEAzLmWNXpdobA9HgSgLFWp1DfJs-211x300.jpg" alt="wacken 2010" width="211" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">wacken 2010</p></div>
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		<title>Um coração que &#8220;Doy&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 13:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um coração que &#8220;Doy&#8221; Por Tomaz André, editor do Zine Oficial (www.zineoficial.com.br) Uma notícia estarrecedora quebrou a graça da sexta-feira, no dia 12 de março de 2010. Para quem ama quadrinhos e humor inteligente, a morte brutal de Glauco Villas Boas deixou no peito um coração que “Doy”. Criador de personagens hilários como Geraldão, Dona [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size: x-large;">Um coração que &#8220;Doy&#8221;</span></strong></p>
<p>Por Tomaz André, editor do Zine Oficial (<a href="http://www.zineoficial.com.br" target="_blank">www.zineoficial.com.br</a>)</p>
<p>Uma notícia estarrecedora quebrou a graça da sexta-feira, no dia 12 de março de 2010. Para quem ama quadrinhos e humor inteligente, a morte brutal de Glauco Villas Boas deixou no peito um coração que “Doy”. Criador de personagens hilários como Geraldão, Dona Marta e “Doy” Jorge, o paranaense Glauco começou a publicar suas tirinhas em 1976, em Ribeirão Preto, São Paulo, e se tornou um dos maiores ícones do humor desenhado no Brasil a partir dos anos 80, escrevendo também para programas como TV Pirata, que era transmitido pela Rede Globo. Lembram da TV Colosso, que tirou do ar o Xou da Xuxa? Glauco era um dos redatores daquele programa infantil.<br />
No entanto, o sucesso do humor produzido pelo artista estava ancorado pela criação de personagens que revolucionaram os quadrinhos de autor no País, influenciando gerações de novos “desenhadores”. Em parceria com os <a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/03/1227019636658_bigPhoto_0.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1681" title="1227019636658_bigPhoto_0" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/03/1227019636658_bigPhoto_0.jpg" alt="1227019636658_bigPhoto_0" width="300" height="300" /></a>cartunistas Angeli e Laerte, Glauco lançou &#8220;Los Três Amigos&#8221;, tira com histórias sarcásticas, nas quais os próprios autores apareciam como desastrados bandoleiros mexicanos chamados Angel Villa, Laerton e Glauquito. Mais tarde, em 1994, surge um quarto amigo: o cartunista Adão Iturrusgarai (autor da espevitada Aline) incorporou às aventuras de Los Três Amigos a dupla de cowboys gays Rock e Hudson.</p>
<p>O controverso personagem Doy Jorge, um roqueiro malsucedido que se deixou levar pelas drogas pesadas, foi o meio pelo qual Glauco registrou em quadrinhos a noite paulistana, inspirado em pessoas conhecidas e amigos. Ele aproveitava também para fazer uma corajosa advertência ao uso de cocaína, suas nóias e ressacas. Porém, não pensem que se tratavam de historinhas moralistas, carregadas de preconceitos contra roqueiros. O próprio Glauco era guitarrista. Pela prancheta do artista também passaram outros personagens que estão longe, muito longe, de serem preconceituosos ou moralistas. O ícone máximo era Geraldão, solteirão de 30 anos que morava com a mãe, consumia muito álcool, remédios e guloseimas e não conseguia arranjar namorada.</p>
<p>Doy Jorge foi criado nos anos 80 justamente para as revista do Geraldão e só depois, por ser considerado muito pesado, é que passou a sair regularmente na Folha de S.Paulo, onde Glauco também publicava charges que registraram com singular interpretação a vida política do Brasil.</p>
<p><strong>Adiós, Glauquito!</strong></p>
<p>Com a tragédia do dia 12 de março de 2010, sem dúvida alguma, o País perdeu um de seus mais bem humorados críticos. Com traços simples e aparente criancice nos textos, o cartunista contribuiu de maneira construtiva para mudanças de atitude que tanto procuramos na sociedade. Segundo a Wikipedia, Glauco Villas Boas (1957/2010) pertencia à família dos sertanistas  Orlando, Claudio e Leonardo Vilas Boas. Era do conhecimento dos fãs que ele seguia a doutrina do Santo Daime, que agrega ritos indígenas xamanistas ao cristianismo.<br />
No dia seguinte ao assassinato do cartunista, versões desencontradas tentavam noticiar na internet detalhes sobre o que aconteceu. Todos os sites, no entanto, apontavam como principal acusado Eduardo Sundfeld Nunes, de 24 anos.<br />
Segundo os primeiros relatos da imprensa paulista, a polícia teria registrado no boletim de ocorrência que o assassino era frequentador da Igreja Céu de Maria, fundamentada na doutrina do Santo Daime. Sundfeld teria exigido que Glauco, fundador da igreja, o acompanhasse até a casa de sua mãe para dizer a ela que o rapaz era &#8220;Jesus Cristo”. Essa versão foi colocada sob suspeita pelo advogado de Glauco: “Era um sequestro-relâmpago, com motivação ainda ignorada por nós&#8221;. A esposa de Glauco, Beatriz Galvão, afirmaria no domingo em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo, que também desconhecia os motivos que levaram ao assassinato do marido e do enteado Raoni, 25 anos, filho do cartunista. Segundo ela, o executor do duplo atentado apresentava sinais de estar drogado e invadiu sua casa em companhia de um segundo elemento, identificado como o estudante Felipe de Oliveira Iasi, de 23 anos, que serviu como motorista do assassino.<br />
Domingo, dia 14 de março, Iasi apresentou-se na delegacia de Osasco, cidade onde ocorreu o crime, na Grande São Paulo, acompanhado do advogado Cássio Pauletti. Após prestar depoimento no qual afirmou ter agido sob ameaças, ele foi liberado pelo delegado Archimedes Cassão Veras. Durante a noite do mesmo domingo, enquanto tentava fugir, o assassino confesso Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, Cadu, disparou 25 tiros contra uma viatura da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e contra policiais federais que ficam na Ponte da Amizade. De acordo com o delegado Cleo Mazzotti, da Polícia Federal (PF) em Foz do Iguaçú, a PRF interceptou o carro usado por Cadu, um Fiesta Sedan preto, na BR-277. O carro havia sido roubado na manhã de domingo em São Paulo. Já na Ponte da Amizade, a um passo de conseguir deixar o País, Cadu feriu um  policial federal no braço e só se rendeu depois de ter esgotado a munição.<br />
O desfecho dessa tragédia é bem diferente das historinhas com as quais Glauco divertia a todos. Aos familiares e aos amigos próximos do cartunista, que não cheguei a conhecer pessoalmente, peço licença para o trocadilho usando o nome de um dos seus personagens. Com certeza em sintonia com milhares de outros fãs, o meu coração “Doy” pela morte do grande artista que me inspirou na adolescência. Sempre me alegrarei ao folhear uma das antigas revistas que guardo há mais de 20 anos. Não fosse a forma trágica como morreu, certamente a galeria de personagens criados por Glauco logo aplacaria para todos a dor da perda.</p>
<p><strong>Legado</strong></p>
<p>Fica para sempre a obra de Glauco, que pode ser conferida  no site oficial do cartunista: <a href="http://www2.uol.com.br/glauco/" target="_blank">http://www2.uol.com.br/glauco/</a></p>
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		<title>Entrevista: Varg Vikernes: &#8220;Belus&#8221;, Tolkien, política.</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 16:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: www.wiplash.net O site Metal-Rules.com conduziu recentemente uma entrevista com o mentor do BURZUM, Varg Vikernes, com perguntas sobre &#8220;Belus&#8221;, o novo álbum da banda, e outros assuntos. Segue a tradução da entrevista na íntegra. NOTA: Varg é um assassino confesso, defensor da supremacia branca e possivelmente um incendiador de igrejas. As citações foram traduzidas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1655" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/02/BurzumEsterSegarra_7588.jpg"><img class="size-medium wp-image-1655" title="Burzum" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/02/BurzumEsterSegarra_7588-300x199.jpg" alt="Burzum" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Burzum</p></div>
<p>Fonte: www.wiplash.net</p>
<p>O site Metal-Rules.com conduziu recentemente uma entrevista com o mentor do BURZUM, Varg Vikernes, com perguntas sobre &#8220;Belus&#8221;, o novo álbum da banda, e outros assuntos.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;">Segue a tradução da entrevista na íntegra.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>NOTA: Varg é um assassino confesso, defensor da supremacia branca e possivelmente um incendiador de igrejas. As citações foram traduzidas da fonte citada e não expressam a opinião do site Whiplash! nem de nenhum outro senão a do próprio Varg Vikernes.</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: Um bom dia de inverno norueguês para você, Sr. Vikernes! Como vão as coisas por aí, provavelmente há muita <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">neve</a>&#8230;</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Bom dia para você também. As coisas vão bem na Noruega. Há muita neve, mas é assim que deve ser. Era assim quando eu era uma criança, e eu estou contente de ver o verdadeiro Inverno de volta. Por alguma razão ninguém mais tem falado sobre aquecimento global&#8230;</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: Depois de 11 anos sem lançar material novo, como você começou a criar as músicas e o conceito geral para o novo álbum, &#8220;Belus&#8221;? Foi um grande desafio compor grandes melodias e riffs que satisfizessem sua mente?</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Na verdade eu estive ativo todo o tempo, até certo ponto pelo menos, então eu nunca precisei retomar qualquer coisa. A música do disco &#8216;Belus&#8217; foi feita antes, durante e depois de meu encarceramento.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: Com uma base de fãs internacional, eu estou certo de que haverá alguns fãs que devem estar um pouco desapontados com o fato das letras do álbum serem todas em norueguês. Há um motivo para você não haver escrito nenhuma letra em inglês?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Sim, há uma razão; o imperialismo americano. Os romanos exigiram que todo o <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">mundo</a> falasse latim, e os E.U.A., um país moralmente falido, tenta e quer ser o novo Império Romano, e o seu latim é o idioma americano (“inglês”). Eu sei que tenho uma base de fãs internacional, e é por isso que você pode encontrar traduções das letras do álbum para o francês, russo, italiano e possivelmente outras línguas no website burzum.org.</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: Como você acha que o novo álbum será recebido pelos fãs do Burzum, tendo em mente que 11 longos anos se passaram desde que seu álbum anterior, &#8220;Hlidskjalf&#8221;, foi lançado?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Eles parecem gostar [do novo álbum].</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: Por que você decidiu não liberar todas as 11 músicas inicialmente planejadas para integrar o álbum &#8220;Belus&#8221;? As três faixas que ficaram de fora não se ajustavam ao conceito do álbum ou você planeja liberá-las mais tarde em outro lançamento do BURZUM?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> O tracklist que você viu não era definitivo. É assim que o processo de fazer álbuns funciona, você faz mudanças o tempo todo até se sentir satisfeito, e então você grava o álbum. Isso é tudo.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Agora que você tem à sua disposição tecnologias de gravação cujo acesso era sempre limitado ou simplesmente inexistia na prisão, as pessoas podem esperar uma produção para o novo álbum que soe diferente dos álbuns anteriores do Burzum?</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> A produção está melhor, assim como o som, mas não se diferencia muito dos álbuns de metal lançados anteriormente. Continua soando cru e áspero, exatamente como eu queria que soasse.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Há algo especial nas letras de &#8220;Belus&#8221; que você quer que as pessoas percebam e entendam sem provocar suas mentes com metáforas complicadas que você pode ter incluído nos seus textos?</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Eu realmente acho que é melhor que as pessoas possam ler as letras e terem suas próprias opiniões a respeito, ou caso não queiram ter uma opinião, que lhes seja permitido ouvir o álbum sem sentir que eu tento forçar goela abaixo um “verdadeiro” significado para as letras. A arte deve ser percebida da forma mais subjetiva possível, se qualquer um quiser ver algo em &#8220;Belus&#8221; que eu não tinha planejado está tudo bem.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: A arte gráfica dos álbuns do Burzum sempre refletiu sentimentos obscuros, frios, mas também uma beleza que enche os olhos. Qual o processo padrão a partir do qual você escolhe uma arte para a capa e a declara adequada para o BURZUM? Você tem uma certa visão em mente de como a arte de álbum deve ser?</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Eu sempre tenho uma certa visão.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Você ainda é um fã da obra “O Senhor dos Anéis” de J.R.R.Tolkien? Como muitos sabem, seu antigo pseudônimo &#8220;Count Grishnackh&#8221; provém do Orc Grishnákh. Eu sei que as histórias contadas por Tolkien devem muito às lendas escandinavas, e eu imagino que nisso consiste seu principal interesse, mas como um fã de Tolkien, eu estava um pouco curioso para saber sua opinião e de que forma a obra de Tolkien foi uma inspiração pra você.</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Isto pode te desapontar um pouco, mas eu devo confessar que meu interesse por Tolkien decaiu dramaticamente no decorrer dos anos. Suas habilidades lingüísticas são incríveis, suas histórias são ótimas e fascinantes, mas&#8230; sua perspectiva era muito Judaico-cristã, e o uso que faz das criaturas míticas é muito&#8230; ignorante. Ele até mesmo admitiu isso; quando escreveu o Senhor dos Anéis ele teve que corrigir seu engano de fazer o “hobgoblins” maiores que os “goblins” em seu trabalho anterior. Ele percebeu que na mitologia é o contrário disso que se observa, e assim ele criou os uruk-hai, para ter uma criatura que se assemelhava ao “hobgoblin” de sua obra anterior.</p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Suas outras criaturas <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">fantásticas</a>, como os anões e os elfos, também são muito, muito diferentes dos anões e elfos da mitologia que ele usou como fonte. Os anões mitológicos (também chamados elfos negros) são habitantes dos túmulos, feios e escuros, enquanto os elfos mitológicos (ou elfos claros, se preferir) são meros espíritos. Os anões são originalmente os corpos dos antepassados mortos, ao passe que os elfos são seus espíritos. É dito que os anões forjaram armas poderosas e outros objetos porque os mortos eram enterrados com os seus pertences, e os vivos entravam em suas tumbas (no Dia das Bruxas) para coletá-los, ou de fato para “tomá-los de volta”, já que eles se viam como os mortos renascidos – e estes objetos lhes pertenciam.</p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Agora, o mundo de fantasia de Tolkien ainda pode ser fascinante, maravilhoso e bonito, mas não é nada mais que fantasia, e eu prefiro o mundo de fantasia mitológico que o mundo de fantasia moderno de Tolkien. Em linhas gerais é isso.</p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Ah, e aquele filme hollywoodiano do Senhor dos Anéis foi realmente uma porcaria, uma verdadeira decepção. É o que Hollywood sempre faz, mesmo com as boas histórias&#8230;</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Todos os álbuns antigos do BURZUM são tidos como marcos do gênero black metal. Você se sente <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">orgulhoso</a> pelo papel essencial do BURZUM na definição deste gênero do Metal e pela imensa influência do BURZUM sobre bandas mais jovens?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Sim, eu me sinto orgulhoso se o que você diz é verdade.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Você considerou escrever uma autobiografia para dar sua versão completa da história em suas próprias palavras e acabar de vez com as mentiras e rumores que sempre acompanharam o BURZUM? <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">Entrevistas</a>, seu website, e artigos podem ajudar bastante nisso, mas um livro oficial cobrindo sua vida é algo que os fãs do BURZUM apreciariam bastante!</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Talvez, mas nesse momento estou ocupado com outras coisas. Pessoalmente eu gostaria que os artigos publicados no site burzum.org fossem o suficiente&#8230; eu gosto de manter algum anonimato e privacidade.</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Após passar tantos anos na prisão, foi estranho estar livre de novo no &#8220;lado de fora&#8221;? Você se considera um homem verdadeiramente &#8220;livre&#8221; agora?</strong></p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Não, na realidade eu não sou livre, nem mesmo no papel. Eu tenho que me apresentar uma vez por mês a um oficial de liberdade condicional, e isto é considerado parte da minha &#8220;pena”. Mentalmente e espiritualmente eu fui livre durante todo o tempo, mas agora que as paredes foram trocadas por leis eu ainda continuo sendo fisicamente um prisioneiro. Nós somos todos prisioneiros, e a maioria de nós tem sido desde a introdução da agricultura – em algum ponto na Idade de Pedra&#8230;</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Depois de estar afastado da sociedade por 16 anos, avanços modernos como cartões de débito, iPods, mp3s, internet, telefones celular etc te supreenderam? Você sente como se estivesse permanecido em algo como uma urdidura do tempo, tendo “ficado para trás” enquanto a sociedade evoluiu na sua ausência? Houve qualquer outra dificuldade de reintegração?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Estar a 120km por hora numa estrada apenas para descobrir em seguida que a “bem conhecida” estrada à frente foi completamente reconstruída pode ser uma revelação surpreendente, e isto aconteceu algumas vezes. Eu de fato me sinto como um homem de Idade de Pedra <a style="color: #ff7070; text-decoration: underline; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-bottom-color: initial;" href="http://whiplash.net/materias/entrevistas/103507-burzum.html#">em 2010</a>, mas o choque maior para mim é ver como a sociedade se degradou de tantas maneiras. &#8220;Liberdade” é atualmente algo ainda mais relativo que antes, e todo o mundo parece estar conformado com isto. Dificilmente há qualquer evolução para se ver em qualquer lugar, eu vejo principalmente degeneração.</p>
<p><strong>Varg Vikernes:</strong> Reintegração? Então você considera que eu alguma vez fui uma parte integrada desta sociedade? Eu acho que não. Não mais que um urso em um jardim zoológico, tentando dar o fora&#8230;</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Em muitas entrevistas você lamentou a atual situação de sociedade/humanidade moderna. O que está fazendo você para mudá-la ou, na sua perspectiva, salvá-la? A sociedade está perdida em a tal ponto que você não sente mais nada pelos humanos comuns e se tornou impiedoso?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Sim, este barco furado está navegando para o abismo, e eu escolhi pular no mar e nadar para a praia em lugar de tentar convencer a tripulação cega a acorrentar o capitão insano. Os outros homens inteligentes também já pularam no mar, e nós estamos melhores fora do que com esses que vão se afogar quando o barco afundar. Isso é a sobrevivência do mais apto&#8230;</p>
<p><strong>Metal-Rules.com: Enquanto o Cristianismo tem sido seu alvo primário, o que você pensa a respeito do Islã? É uma das religiões que mais crescem no mundo e que também tem seus extremistas. De acordo com ALGUMAS estimativas, a população de Europa será 40% muçulmana antes de 2020. Diante desse quadro, o Islã causa os mesmos sentimentos de desprezo?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Islã? Eu não preocupo muito na verdade; nós lidamos com grupos estrangeiros destrutivos em nosso meio antes, e provavelmente assim o faremos novamente. O humor está mudando na Europa, eu observo isso diariamente. Salve Ricardo Coração de Leão!</p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Metal-Rules.com: O que você achou do recente documentário sobre black metal &#8220;Until the light takes us&#8221;?</strong></p>
<p style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;"><strong>Varg Vikernes:</strong> Pelo que me disseram é ok, mas não assisti eu mesmo ainda, então eu realmente não posso falar muito a respeito.</p>
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