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	<title>OsubversivO Zine &#187; metal</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<title>Entrevista VIOLATOR</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda Violator tem apenas seis anos de idade, essa jovem banda Brasiliense  já possui um histórico considerável, mais até que muita banda que esta na estrada há mais tempo. Coleciona boas criticas de seus álbuns, já fizeram três turnês internacionais, América do Sul, Japão e Europa, já foram assediados pela toda poderosa EARACHE Records. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_891" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator.jpg"><img class="size-full wp-image-891" title="violator" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator.jpg" alt="Conquistando novos horizontes" width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Conquistando novos horizontes</p></div>
<p class="MsoNormal">A banda Violator tem apenas seis anos de idade, essa jovem banda Brasiliense  já possui um histórico considerável, mais até que muita banda que esta na estrada há mais tempo. Coleciona boas criticas de seus álbuns, já fizeram três turnês internacionais, América do Sul, Japão e Europa, já foram assediados pela toda poderosa EARACHE Records.<br />
O Violator já se torna grande e só não é maior em detrimento da desprenteção de seus integrantes para com o “sucesso” iminente. As conquistas da banda vem através do carisma que possuem perante a seu publico que só cresce e do som honesto e enérgico, executado com paixão por seus integrantes,. Apesar de não ser um apreciador do estilo Thrash é inegável que são muito bons no que fazem. Representado aqui por seu baixista e vocalista Pedro Poney confira essa entrevista.</p>
<p class="MsoNormal">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Saudações Pedro. Queria começar perguntando sobre as recentes apresentações da banda na Europa e Japão. Você poderia comentar esses shows? Reação do publico, as bandas com quem dividiram o palco, e como surgiram os convites pra se apresentarem por lá?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Fala Amarildo, antes deixa eu te agradecer por essa entrevista, pelo interesse e pelo espaço. Obrigado. Então, foram 5 shows excelentes, 3 na Europa e dois no Japão. Um rolê em dezembro, o outro em fevereiro. Ambos compartilham da insanidade de dois caras que escreveram pra gente e perguntaram o que precisávamos para fazer uma viagem até os países deles. A gente respondeu “se você mandar o dinheiro das passagens, der comida e arrumar um lugar pra ficar, a gente está aí”. E assim aconteceu. Tocamos na Europa com o Tankard, mas o destaque pra mim mesmo foram o Strong as Tem e o Sock Troopers, excelentes bandas. No Japão, tivemos o prazer de dividir o palco com inúmeras excelentes bandas, a começar pelo Hirax, guiados pelo Katon, o cara que urina carisma. E aí tocamos com Rose Rose, Fastkill, Abigail, King’s Evil e uma porrada de bandas boas. Todos os shows estavam bem cheios e foram bastante animados. Conhecemos inúmeros lugares diferentes, comemos boa comida (nem sempre!), aprendemos um pouco mais sobre outros lugares, culturas e costumes e de alguma maneira conseguimos fortalecer um pouco essa rede de amigos subterrânea e internacional que a gente ama tanto e chama de underground. Resumindo, foi foda. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">E sobre a tour Sul Americana, em quantos paises vocês tocaram? E a diferença do publico vizinho ao nosso é muito grande?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Foram 9 países, 48 shows e quase 5 meses de rock, num total de 26,5 dias direto dentro de ônibus, trens, táxis e aviões. Por mais diferenças que possam haver entre culturas, quando se trata de stage dives, circle pits e balançar a cabeça freneticamente ao som de música rápida as coisas são bastante parecidas. Não se trata de uma homogenização, eu prefiro ver como a identificação das pessoas com essa cultura do thrash e do underground está acima de qualquer identidade nacional. O que é ótimo, pois nós sempre tivemos uma visão bastante internacionalista da cena, já tocamos com pessoas de três países diferentes (o batera é chileno e o Juan é mexicano/argentino) e sempre acreditamos que o sentimento de nação pode ser um grande muro, uma grande prisão. Underground é sobre quebrar muros, pelo menos foi sempre assim que entendi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Violator atualmente é a banda de Metal de Brasília com maior visibilidade em termos nacionais e internacionais. Não me lembro de outra banda daqui ter conquistado tanto em tão pouco tempo como o Violator. O que acho muito positivo, acaba abrindo portas pra outras bandas daqui. Como a banda lida com esse assédio? </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Sei lá, bicho. Tentamos lidar da maneira mais natural possível, porque temos a consciência e a noção de que o fato de estarmos tocando fora do país ou de que muitas pessoas têm ouvido o Violator não quer dizer que somos melhores ou mais legais do que ninguém. A gente se sente parte de uma cena, que não é só local, formada por pessoas que tocam, vão aos shows, lançam discos, fazem programas de rádio e muitas outras atividades que são igualmente importantes e ninguém é melhor do que ninguém dentro disso. Se tem uma coisa que detestamos é esse deslumbre rock star, e nesse momento (um dos raros momentos, é bom destacar) eu me sinto bastante apto a falar em nome de todos da banda. Esse anseio por grandeza, fama e status, além de ser brega e ridículo é muito prejudicial pra própria cena underground, que é o que estamos realmente interessados. Então a gente mantem os pés no chão, eu realmente não acredito que um dia vamos chegar a fazer uma boa quantidade de dinheiro com o Violator e isso realmente não me preocupa. Tocar sempre foi o que realmente importava. No mais, eu venho pro trabalho sofrendo todas as segundas-feiras (onde estou enquanto respondo essa entrevista) mas tenho a despreocupação de que nunca vamos fazer nada com o Violator com o interesse em dinheiro ou em status. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Todos os registros da banda têm sido lançados pelo selo brasilense Kill Again Records, por outro lado à banda tem tido uma ascensão meteórica principalmente lá fora, o Ep</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> <em><span style="font-family: Verdana;">Violent Mosh</span></em>, acaba de ser lançado na Europa em versão LP, pelos selos alemães Metaleros Records e Iron Bonehead Prods. R</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">ecentemente saiu uma coletânea em CD e LP pela Major EARACHE RECORDS, responsável por lançar grandes nomes do Metal Mundial, como CARCASS, NAPALM DEATH, MORBID ANGEL são algumas delas. Vocês têm recebido convites de outros selos gringos pra assinarem contrato?</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"><span style="color: #ff6600;">A</span> gente recebeu algumas propostas de alguns selos, sim, alguns bem grandes, mas optamos apenas por fazer apenas um licenciamento com a Earache para o lançamento do Chemical Assault. Foi uma boa para divulgar a banda, acho que talvez não tivéssemos conseguido tocar nem na Europa nem no Japão sem a intensa e ampla distribuição que a Earache possui. Mas uma coisa é certa, nossa parceria com a Kill Again não tem prazo de validade pois os nossos laços são de amizade e confiança e não de profissionalismo e dinheiro. Trabalhar com amigos e com a ética do faça-você-mesmo possibilitam uma liberdade e um prazer que não tem selo major no mundo que pague. Por mim, a gente continua assim pra sempre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">O CD Chemical Assault foi um divisor de águas mostra o amadurecimento da banda, a saída do antigo guitarrista Juan, recebeu boas criticas no Brasil, houve interesse por algum selo gringo em lança lo?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Como eu disse acima, ele foi lançado pela Earache ao redor do mundo em um contrato de licenciamento com a Kill Again. Ele também foi lançado em vinil na Alemanha, pela Iron Bonehead e a Metaleros, do nosso amigo Rainer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">A Kill Again Rec noticiou que esta pra sair dois EPs um chamado ”<em><span style="font-family: Verdana;">Annihilation Process”</span></em>, com 05 músicas inéditas e um  cover para <em><span style="font-family: Verdana;">You’ll Come Back Before Dying</span></em> da veterana banda paulista Executer. E um Split EP com o Bandanos, 02 faixas, inclusive mais um cover para <em><span style="font-family: Verdana;">Nausea</span></em> (Heresy). Quando virá o substituto para Chemical Assault?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Esses são os substitutos do Chemical Assault, ué. (risos) A gente ficou com vontade de lançar um EP e um split com uma banda que a gente gosta muito que é o Bandanos e foi o que resolvemos fazer. O split sairá pelos selos RAW Records (Brasília, do nosso irmão Pícaro Merchanda) e Cospe Fogo (do cara que sempre hospeda a gente em Sampa, Thiagon Dãr, do DER). Sobre um disco completo, quem sabe em 2010? Ou sei lá, se a gente resolver lançar outro split ou um 4 way ou somente uma tape a gente vai lá e faz. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Os membros do Violator têm outros projetos paralelos, como Pesticide (Death Metal), SCUMBAG (grind), SLAVER (thrash) e Possuído Pelo Cão (Crossover) essa ultima já tem status de banda uma vez que tem tocado bastante e tem recebidos boas resenhas do CD. Até que ponto esses projetos ajudam ou atrapalham a banda?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Eu não sei se dá pra chamar o P.P.C. de banda, com certeza é menos banda do que o Slaver ou o Pesticide (risos). Mas ao mesmo tempo eu não sei qual é exatamente a diferença entre um projeto e uma banda, se é que há uma. De qualquer maneira, eu posso responder da minha parte, todas as outras três bandas que eu toco (faltou falar o Ameaça Cigana, com o Pícaro) com certeza mais ajudam do que atrapalham o Violator. Primeiro porque nenhuma delas ensaia ou toca com a freqüência do Violas, segundo porque eu não dedico nem 1/10 do tempo que dedico ao Violator. Mas o mais importante, é que essas outras bandas me dão a liberdade musical pra eu tocar outros estilos de música que eu gosto sem comprometer nem uma vírgula a proposta do Violator. A gente pira muito em Napalm Death, por exemplo, muito mesmo, porém não acho que seria legal colocar as influências do Mick Harris nas nossas vidas no som do Violator, por isso montamos o Scumbag. O lance é que eu gosto de tocar, ensaiar, falar sobre rock e conhecer novas bandas. Brasília é uma cidade meio entediante e ainda por cima eu não bebo, então a diversão que resta é montar banda!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Apesar de a banda ser de Thrash Metal, pelo menos aqui em Brasília o Violator tem tocado somente em shows da cena Hardcore sei da admiração e respeito que vocês tem pela cena HC. Como é a relação do Violator com as outras bandas de metal de Brasília?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">A gente não tem tocado exclusivamente em shows punks, o nosso primeiro show em Brasília esse ano foi num show metal no Psul, organizado pelo Marcondes e o Lourenço. O lance é que a gente tem tocado muito pouco em Brasília e ainda por cima as coisas aqui, pelo menos da cena que mais nos identificamos, a cena Thrash é muito misturada com a cena Hardcore, o que eu acho ótimo. Talvez quem tenha começado a quebrar essas barreiras entre metal e punk, que hoje virou uma marca da cena de Brasília, que não vemos em muitos lugares do mundo e que torna as coisas por aqui tão empolgantes e divertidas foi o Fellipe CDC. A gente ta só ajudando a continuar isso, o que eu acho ótimo pois gosto tanto de metal quanto de punk e não gosto de ver muita diferença entre as duas coisas. Sobre as bandas de metal de Brasília e região minhas favoritas são o Massacre Bestial, o Slaver, o Pesticide, Acid Speech e o Orgy of Flies. São bandas que eu sou até meio suspeito pra falar, porque são todos grandes irmãos da gente. Tenho que falar também do Miasthenia, banda que somos muito amigos e sentimos uma aproximação bem legal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Desde a época do PUS que não vejo uma banda de Metal em Brasília ter um publico tão fiel como o Violator tem. Coisa rara hoje em dia. E apesar da pouca idade a banda já começa a fazer escola. Vejo bandas como Slaver, Massacre Bestial, Possuído pelo Cão trilhando o mesmo caminho.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Legal, muito obrigado. Tenho consciência de que muitas pessoas gostam do Violator e a gente de alguma maneira tem inspirado outras pessoas e bandas, por isso mesmo acho que temos o dever de fazer da banda um veículo de idéias e posturas bacanas. Por isso também o nosso esforço em desmistificar qualquer deslumbre em relação a banda, não cultivar nenhum teatro e matar o rock star que existe dentro de você (risos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Tempos atrás tínhamos um sistema de comunicação lento e precário, demo tapes, Fanzines impressos, cartas faziam parte de nosso universo. Hoje tem a revolucionária internet que mudou tudo isso, os tapes foram substituídos por mp3, os fanzines por webzines, blogs, as cartas por email. </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Qual sua opinião sobre isso até onde ajuda e atrapalha uma banda como o Violator?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">É uma pergunta que expõe uma situação complexa demais para responder apenas com um “ajuda” ou “atrapalha”. Acho que o fato de termos ido para o Japão e pra Europa são provas de que é possível transformar a rede mundial de computadores em uma boa ferramenta para a interação entre pessoas no mundo real. Por outro lado, existem pessoas preocupadas demais com seus fotologs e orkuts e que esquecem a vida real. A tecnologia pode ser uma coisa horrível quando aliena as pessoas do mundo e criam barreiras entre elas e o mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Acho que as pessoas envolvidas com underground deveriam ter a consciência de que ao comprar o disco de uma banda como o Terror Revolucionário, por exemplo, você não está simplesmente adquirindo um produto, como é o caso com um disco da Britney Spears. Você está ajudando e fazendo parte de uma cena, incentivando uma produção contracultural e de alguma maneira permitindo que ela continue. Então, no nosso caso é importante comprar discos sim. Essa história de que “músico ganha dinheiro é com show” é uma falácia que só funciona pros grandes artistas. A gente não é músico e não ganha dinheiro nenhum (risos) então precisamos sim de selos que banquem a gravação de discos pra que  bandas continuem existindo. Quem sabe quando o processo de gravação estiver completamente ao alcance de todos aí sim poderemos abrir mão de discos. Esse ainda não é o caso, infelizmente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Mas tem outra, essa substituição não é assim, compulsória. Tem muita gente, como eu, que é louca por discos de vinil e que vai continuar nessa caçada em busca de todas as bolachas do mundo mesmo que tenha tudo disponível em mp3 por um click. Ou como o lance do zine, no ultimo show em Brasília recebi três novos zines de papel, quanto tempo isso não acontecia? Acho que as diferentes tecnologias podem e devem conviver bem. Eu gosto de baixar filmes para ver em casa e ao mesmo tempo adoro ir ao cinema, entende?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Talvez essa excessiva democratização de acessos a tecnologia imploda os empregos de quem realmente vive daquilo, mas por mim tudo bem, se baixar mp3 vai acabar com a industria fonográfica eu não poderia dizer outra coisa a não ser “já vai, tarde”. Que coisa nojenta é essa tal da indústria musical, que transforma música em produto e que tudo é vendável, tudo é propaganda e dinheiro. Eu quero acreditar que os pequenos e dedicados selos, como a Kill Again, ainda encontrarão 1000 loucos espalhados pelo mundo pra bancar a gravação e a distribuição de discos. Mesmo que seja tudo cada vez menor, não me importo, de verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Pedro obrigado por sua colaboração, deixo esse espaço para suas considerações finais.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Obrigado Amarildo, continue subversivo. Obrigado a todo mundo que leu essa entrevista e que de alguma maneira dá força pra gente continuar. Mantenham o espírito underground, UFT!</span></p>

<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-9' title='violator-9'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-9" title="violator-9" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-8' title='violator-8'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Violator e Hirax" title="violator-8" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-7' title='violator-7'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-7" title="violator-7" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-6' title='violator-6'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-6" title="violator-6" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-5' title='violator-5'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-5" title="violator-5" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-4' title='violator-4'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Violator e Hirax 2" title="violator-4" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-3' title='violator-3'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-3" title="violator-3" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-2-2' title='violator-2'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-2" title="violator-2" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-1' title='violator-1'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-1" title="violator-1" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-2' title='violator'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Conquistando novos horizontes" title="violator" /></a>

<p>Listen here</p>
<p><a href="http://www.earacherecords.com/myspace/ViolatorInterview.mp3">Violator Interview in inglish Earache records</a></p>
<p>Frontman <strong>Poney</strong> of the Brazilian thrash metal band <strong>VIOLATOR</strong> was recently interviewed by <strong>Talita</strong> of the UK radio station <strong>Total Rock</strong>. You can now download the chat as an <a class="iAs" style="border-bottom: 0.2em dotted #2b65b0 ! important; font-weight: normal ! important; font-size: 100% ! important; text-decoration: none ! important; padding-bottom: 0px ! important; color: #2b65b0 ! important; background-color: transparent ! important;" href="http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&amp;newsitemID=101700#" target="_blank">MP3<img style="border: 0pt none; margin: 0pt; padding: 0pt; height: 10px; width: 10px; position: relative; top: 1px; left: 1px; float: none;" src="http://images.intellitxt.com/ast/adTypes/mag-glass_10x10.gif" alt="" /></a> audio file at <a href="http://www.earacherecords.com/myspace/ViolatorInterview.mp3" target="_blank">this location</a>.</p>
<p><strong>VIOLATOR</strong> released its debut album, <strong>&#8220;Chemical Assault&#8221;</strong>, in Europe on July 21 through <strong>Earache Records</strong>.</p>
<p>Fresh off a two-month tour of South America and having recently featured on the <strong>&#8220;Thrashing Like A Maniac&#8221;</strong> compilation, <strong>VIOLATOR</strong>&#8216;s CD remains available in Brazil on <strong>Kill Again Records</strong>. For vinyl freaks, the album is also available on LP from <strong>Metaleros Records</strong>/<strong>Iron Bonehead Productions</strong>.</p>
<p>For more information, visit <a href="http://www.myspace.com/viothrash" target="_blank">www.myspace.com/viothrash</a>.</p>
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		<title>Besthoven gravação do DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:43:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90.]]></description>
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<br />
Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90. E outra quantas bandas em Brasília de hardcore se mantém na ativa durante tanto tempo até hoje??? Da pra contar nos dedos. O Gama é reduto das mais antigas bandas de Hardcore punk em atividade em Brasília, ARD 25 anos, Alarme 20 anos e o Besthoven agora com 18, são bons exemplos, o que mantêm a fama do gama como Punk city.<br />
Cheguei bem cedo no galpão ainda deu pra dar uma ajuda nos retoques finais pra grande noite que viria mais tarde, Frango (vocalista do Galinha Preta) foi o mentor da montagem deste espetáculo, o palco estava impecável telão com imagens de guerras atrás do palco, movies,canhões de luz e o raio lazer dava o tom de uma produção poucas vezes vista no galpãozinho e olha que esse não é o primeiro DVD a ser gravado por lá, Rattus, Death Slam e ARD já gravaram seus receptivos registros nesse palco.<br />
A dedicação do Frango que inclusive já foi membro do Besthoven, para com o show me deixou feliz, é bom saber que boa parte da cena foi construída na base de amizades sólidas, que resistem ao tempo. Tudo feito na base da amizade e confiança na coletividade, esse foi o espírito deste evento, durante todo o show encontrei varias pessoas ligadas a cena punk do gama e do DF, que passaram por lá ou pra relembrar suas épocas em que eram mais atuantes no movimento que fervia no gama, e contar histórias hilariantes e por vezes trágicas também comuns a maioria ali presente de tretas, gangues,mortes, shows, discos enfim assuntos relacionados a cena ou para prestigiar essa gravação.<br />
A expectativa já era grande durante a tarde por parte dos envolvidos na produção. Quando o céu escureceu, era  o prénuncio da desgraceira sonora que viria,  tarde foi chuvosa e esse era um temor que poderia atrapalhar o show se a mesma se estendesse  noite adentro. Mas, por sorte que apenas um pedaço da noite choveu.<br />
A primeira banda a subir no palco foi o Prisão Civil banda do Ed um dos produtores mais repeitados da cena e dono de um dos  mais conhecidos studios de gravação de Brasília, o ME estúdio, onde o Besthoven sempre faz suas gravações, punk rock da melhor qualidade bem old school fez uma apresentação excelente, os covers então nem se fala, pena que eles toquem tão pouco em Brasília.<br />
Seguido por Os Maltrapilhos que executam músicas de seu recente CD, como sempre mostram um show energético, bem que não foi um dos melhores shows deles mas, ao lado das bandas em atividade Prisão Civil, Alarme e Faces do Caos Formam a elite do punk rock de Brasília.<br />
Galinha preta foi a terceira a subir no palco, a tarde ouvi um comentário “Como o Frango consegue montar, tocar e operar mesa de som?” o cara é muito loco, é o se vira nos 30, seu carisma é evidente tanto em cima do palco como fora dele, é o que o faz um dos melhores front man da cena e faz a fama do galinha crescer a cada dia na cena candanga . A ultima vez que o Galinha tocou no gama foi em 2005 no Festival Face do Chaos.<br />
O show do Death From Above infelizmente não vi todo então prefiro não dar opinião sei que é uma banda que segue a linha do D beat e já vi outros shows deles que foram muito bons, eles são a melhor expressão do HC Goiano atualmente.<br />
Besthoven dono de um curriculum invejável tem vinil, tape e cd espalhados pelo mundo afora, o que os torna a banda de Hardcore de Brasília mais conhecida nas gringas. Deste show sairá um Dvd e um LP ao vivo, ambos comemorativos aos 18 anos da banda, será o primeiro registro do Besthoven ao vivo e também o primeiro em anos com uma banda completa, apesar dessa formação já esta junta a muito tempo, as gravações do Besthoven são feitas pelo Fofão a mente doentia por trás da banda que compõe e grava tudo sozinho.  Bem que atualmente o baterista Juliano (ARD, DEATH SLAM e MURRO NO OLHO) tem participado das gravações também, a banda de suporte que  acompanha o Fofão ao vivo é composta por: Adriana DriKaos (ex Kaos Klitoriano no Baixo) e Regis (Murro no Olho guitarra) e o já citado Juliano Bin Laden nas baquetas.<br />
Esses dois registros serão uma boa oportunidade pra mostrar a fúria ao vivo dessa famigerada banda gamense a todos que acompanham a banda, mas nunca tiveram a oportunidade de ver um show do besthoven já que é meio raro eles tocarem com freqüência, principalmente em outros estados como todos gostariam estará disponível em breve. Não faltaram os &#8220;sucessos&#8221; pois pra esse show foi montado um setlist que pode ser comparado a trilha sonora do fim do mundo, vale a pena aguardar os lançamentos destes registros.<br />
Bom ao final do show ainda teve nas picups Mingau de Goiânia (Death from Above) tocando Gotic rock pra animar os animos e mais ao final uma peguena confusão. Mas aposto que a grande maioria saiu do galpãzinho com a sensação de ter assistido um excelente show, é mais um que será lembrado e entra pro rol dos históricos eventos no galpão.</p>
<h3 class="smller">Besthoven grava seu 1ºDvD&#8230;</h3>
<div class="para">Participação das bandas:<br />
Os Maltrapilhos,<br />
Prisão Civil,<br />
Death From Above (GO)<br />
Galinha preta.<br />
Serviço:<br />
quando? dia 27 (sabado)<br />
Que horas? 19h<br />
quanto? 5 lascas<br />
onde? Galpãozinho (ao lado da rodoviária do Gama)</div>
<p>FOTOS BY KEILO C.F</p>
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		<title>Murro no Olho em dose dulpa</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 21:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras. Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 213px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de.jpg"><img class="size-medium wp-image-533" title="murro no olho" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de-203x300.jpg" alt="Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;" width="203" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;</p></div>
<p>MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras.</p>
<p>Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro Neiva vocal, jackob Baixo e Fofão (Besthoven) bateria</p>
<p>Demo &#8220;Mar de cadaveres&#8221; 2007 Regis guitarra e vocal, Jackob baixo, André pé de pano Guitarra e Juliano (ARD, DEATH SLAM e BESTHOVEN) bateria.</p>
<p>Formação atual com Régis (vocal e guitarra), Amadix (baixo) e Juliano (bateria).</p>
<p><a title="Murro no olho" href="http://rapidshare.com/files/177634297/Murro_no_olho_Mar_de_cadaveres_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank">DOWNLOAD CD &#8220;Mar de cadaveres&#8221;</a></p>
<p>DOWNLOAD demo &#8220;A nova catatumba&#8221; (Link removido pois as nomes músicas estão trocadas assim q resolver o link volta)<a href="http://rapidshare.com/files/177641484/Murro_no_olho___a_nova_catatumba_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p>Saiba mais <a href="http://www.myspace.com/murronoolhocore" target="_blank">http://www.myspace.com/murronoolhocore</a></p>
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		<title>Lobotomia da morte no Blackout Bar</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 13:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Show no domingo é sempre ralo de gente e nem me animo em sair de casa. Morar longe e depender de busão no domingo é programa que até índio dispensa. Mas nesse caso, podia valer à pena: “Lobotomia é a forma de cura” (gritaria Marcão na última música). Perdi a estréia da nova banda do Bivis lokão, mas ainda consegui ver a apresentação da Prisão Civil, louvo o trampo do ED que como poucos, consegue operar a mesa e tocar no mesmo dia. O punk rock dos caras é total old school, canções incendiárias, com refrões que chamam à garganta, mesmo quando não se sabe a letra de cor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/lobotomia-da-morte-no-blackout-bar/attachment/lobotomia' title='lobotomia'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/lobotomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="lobotomia" title="lobotomia" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/lobotomia-da-morte-no-blackout-bar/attachment/panfleto-lobotomia-2' title='panfleto-lobotomia'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/panfleto-lobotomia-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="panfleto-lobotomia" title="panfleto-lobotomia" /></a>
</p>
<p>7/12  – Lobotomia da morte no Blackout Bar.. </strong> Show no domingo é sempre ralo de gente e nem me animo em sair de casa.  Morar longe e depender de busão no domingo é programa que até índio  dispensa. Mas nesse caso, podia valer à pena: “Lobotomia é a forma  de cura” (gritaria Marcão na última música). Perdi a estréia da  nova banda do Bivis lokão, mas ainda consegui ver a apresentação  da Prisão Civil, louvo o trampo do ED que como poucos, consegue operar  a mesa e tocar no mesmo dia. O punk rock dos caras é total old school,  canções incendiárias, com refrões que chamam à garganta, mesmo  quando não se sabe a letra de cor. Agradeço muito aos caras por incluírem  mais uma vez em seu set list a música Demófagos do ARD, é um puta  orgulho poder ouvir nossas criação na versão de outras bandas. Parabéns  pela perfomance!!! Depois viriam os Maltrapilhos, banda que não dispensa  apresentação, os caras estão afiadinhos e a cada gig ficam mais brilhantes  suas apresentações. A platéia animada, cantava aos berros cada refrão  do mais refinado punk rock dos “bão”! Fiquei só assistindo, tava  cansadão depois dos dois dias trampando de voluntário no palco do  Rock Cerrado. Depois do primeiro acorde do Terror Revolucionário, não  deu para segurar. Caí na roda de pogo e me diverti feito criança no  parque de diversões: só alegria e botinada nas canelas!!! Sangrei  por dentro, mas não pulei fora, agüentei como um moleque de 15 anos&#8230;Depois  viriam os marlokos do mundo hardcore: Sem baixo, guitarrona seca e timbrada  grave nos dois amp´s no volume máximo, bateria insana e com precisão  de guilhotina e na voz o cara mais feroz que já vi arrotando hardcore.  Sou suspeito para falar da banda. Mas deixo o recado a mim mesmo: ARD  tem que tocar com os caras antes que uma das bandas desista, mas pelo  visto a estrada é longa e o caminho cheio de oportunidades. Não vou  citar musicas específicas, mas posso garantir que de dentro da muvuca  sanguinolenta que se formou na frente do palco, eu era um dos mais animados.  Minha intenção era agüentar até a última, mas em um momento de  extrema empolgação, arrisquei um stage diving mal calculado e fui  direto ao chão como um torpedo exocet, quase explodi a cabeça no cimentão&#8230;  Agradeço muito aos caras do Maltrapilhos que me rebocaram prum canto  e prestaram os primeiros socorros. Sobrevivi à ponto de assistir o  resto do massacre hardcore sentado ao fundo, louco pra voltar pra agitação  e sendo segurado pela idade&#8230;Se alguém me ver babando verde por aí  é sinal que ficou seqüela!!!! Risos, risos e risos!!</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">por: Gimar Batista <a href="http://www.myspace.com/ardhc">www.myspace.com/ardhc</a><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pesticide Demo &#8220;Hellish Warfare&#8221; 2008</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 12:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faça seu Download autorizado pela banda de sua Demo "Hellish Warfare 2008" da banda Brasiliense de Death Metal PESTICIDE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<dd>Em agosto de 2007, Téo Meteoro (<a href="http://www.msplinks.com/MDFodHRwOi8vd3d3Lm15c3BhY2UuY29tL3NsYXZlcnRocmFzaA==" target="_blank">Slaver</a>), Luiz Souza e Yarlles Pinheiro, se unem em idéias com o objetivo de formar uma banda que soasse como à antiga escola do Death Metal. Algo que transitasse entre Pestilence, Benediction a Possessed e Kreator, flertando com todo aquele speed-thrash cru, sem espaço para modismos e feito aos antigos moldes.
</dd>
<dd>Escolados no metal dos anos 80 e, influenciados por bandas como: Pestilence, Sadus e Death.
</dd>
<dd>Após o Lançamento da promo &#8220;Veterans Of Death&#8221;, que renderam alguns shows em Brasília e entorno, em 2008 o Pestilançou a Demo &#8220;Hellish Warfare&#8221;, que com um som que remete às antigas ondas, e com letras que retratam cenários de guerra, violência, e conflitos gerados à subserviência do ser humano a credos e heróis.
<a href='http://www.osubversivozine.com/downloads/pesticide-demo/attachment/l_d20f12c6e129ed45a2adb715c79766cd' title='l_d20f12c6e129ed45a2adb715c79766cd'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/l_d20f12c6e129ed45a2adb715c79766cd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="l_d20f12c6e129ed45a2adb715c79766cd" title="l_d20f12c6e129ed45a2adb715c79766cd" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/downloads/pesticide-demo/attachment/l_e8d1dad95bdde4b6aaaf19638e906fc5' title='nova formação'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/l_e8d1dad95bdde4b6aaaf19638e906fc5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="nova formação" title="nova formação" /></a>
</p>
<p>em seu line-up oficial com:
</dd>
<p>Yarlles Pinheiro (Baixo/Vocal)<br />
Luiz Souza (Guitarra)<br />
Pedro Capaça (Violator)  (Guitarra)<br />
Téo Meteoro (Slaver)  (Bateria)</p>
<p><span class="searchMonkey-displayURL">http://www.myspace.com/pestdeath</span></p>
<p><a href="http://rapidshare.com/files/175145289/Pesticide_-__2008__Hellish_Warfare__Demo._MP3_.rar.html" target="_blank">Donwload: Demo &#8220;Hellish Warfare&#8221; 2008</a></p>
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		<title>Violator desembarca na Europa e Japão</title>
		<link>http://www.osubversivozine.com/news/violator-europa-e-japa</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 03:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[united for thrash]]></category>
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		<description><![CDATA[Os Thrash maníacos do Violator estão de malas prontas para desembarcar na Europa e no Japao. Após uma bem sucedida tour Sul Americana, que contou com mais de 50 shows, a banda agora está em contagem regressiva para invadir a Europa e o Japao. Em Dezembro deste ano, a banda fará seus três primeiros shows [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Thrash maníacos do <strong>Violator</strong> estão de malas prontas para desembarcar na Europa e no Japao. Após uma bem sucedida tour Sul Americana, que contou com mais de 50 shows, a banda agora está em contagem regressiva para invadir a Europa e o Japao.<br />
Em Dezembro deste ano, a banda fará seus três primeiros shows em solo europeu. As apresentações serão na França, Bélgica e Itália, respectivamente nos dias 26, 27 e 28 de Dezembro. O destaque desta incursão da banda em solo europeu será a participação no festival belga <em>Neckocalypse Fest</em> ( <a href="http://www.neckocalypse-fest.be/">www.neckocalypse-fest.be</a> ), onde os brasilienses tocarão ao lado de Tankard, Hyades, Rezet, Indemnity e Viggen. Além disto, a edição deste ano do evento será denomidada <em>United For Thrash</em> (nome de uma música da banda presente no debut álbum Chemical Assault). Nos dias 14 e 15 de Fevereiro de 2009, será a vez dos Asiáticos conferirem de perto a overdose  Thrash do Violator. A banda será uma das atrações principais do festival japones <em>True Thrash Fest</em> ( <a href="http://www.rockstakk.com/index2.html">www.rockstakk.com/index2.html</a> ) que será realizado em Osaka e contará, também, com as bandas Hirax, Abigail, Riverge, King’s Evil, Fast Kill, entre outras.</p>
<p><strong>Datas na Europa:</strong><br />
26/12/2008 &#8211; <em>Total Thrashing Assault Fest</em> &#8211; Nancy (França)<br />
27/12/2008 &#8211; <em>Neckocalypse Fest.- United for Thrash</em> Lido-Leuven (Bélgica)<br />
28/12/2008 &#8211; <em>United For Thrash Fest</em> &#8211; Brescia (Itália)</p>
<p><strong>Datas no Japão:<br />
</strong><em>True Thrash Fest</em><br />
14/02/2009 Umeda /Osaka<br />
15/02/2009 Soma Shinsai-Bashi/Osaka</p>
<p>Maiores informações: <a href="http://www.myspace.com/killagainrec">www.myspace.com/killagainrec</a></p>
<div id="attachment_338" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/enter.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-338" title="Violator" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/enter-150x150.jpg" alt="Violator europe e japan tour" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Violator europe e japan tour</p></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Entrevista DARKTHRONE</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 00:45:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[DarkThone é uma banda que dispensa longas indroduções, acabaram de lançar mais um classico &#8220;Metal Punk&#8221; da melhor qualidade possivél que só poderia ser feitos pelos mestres do black metal noruegues. O cd  &#8220;Dark Thrones And Black Flags&#8221; contem elementos punk. dIVIRTAM SE esta entrevista cedida pelo zine http://compendiohermetico.blogspot.com POR: Wagner Moloch 1 &#8211; A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_340" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/darkthrone-nc21.jpg"><img class="size-full wp-image-340" title="darkthrone-nc21" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/darkthrone-nc21.jpg" alt="Entrevista DarkThrone" width="500" height="255" /></a><p class="wp-caption-text">Entrevista DarkThrone</p></div>
<p>DarkThone é uma banda que dispensa longas indroduções, acabaram de lançar mais um classico &#8220;Metal Punk&#8221; da melhor qualidade possivél que só poderia ser feitos pelos mestres do black metal noruegues. O cd  &#8220;Dark Thrones And Black Flags&#8221; contem elementos punk. dIVIRTAM SE esta entrevista cedida pelo zine <a href="http://compendiohermetico.blogspot.com/" target="_blank">http://compendiohermetico.blogspot.c</a>om</p>
<p>POR: Wagner Moloch</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>1 &#8211; A princípio gostaria de perguntar: Você tem idéia do legado deixado pelo Darkthrone? &#8220;Land of frost&#8221; está muito distante? ou seja, sentem os anos de história da banda?</strong></span></p>
<p>Nós não poderiamos tocar &#8220;Land of Frost&#8221; hoje em dia, mas os vocais são ótimos! Eu sei por que eu tinha vergonha dessa demo e eu não tinha isso na minha coleção até 1989. Eu ouvi isso novamente pela primeira vez 1 mes atrás, porque eu sei que esse material será lançado junto com todas as outras demos num CD chama &#8220;Frostland Tape&#8221; ou “Frostland TAPAS&#8221; hahahaha. Como todos sabemos, Depois dessa demo nós tocamos Epic Thrash soando um pouco Punk(&#8220;Snowfall&#8221; Tape 88), Thrash Metal puro com um pouco de Death (&#8220;Thulcandra&#8221; demo), Pure Technical Death Metal (&#8220;Cromlech Demo&#8221;). Continuamos nesse estilo com nosso primeiro album &#8220;Soulside Journey&#8221;. Então nos próximos 2 albuns lançados &#8220;Blaze in the Northern Sky&#8221; e &#8220;Under a Funeral Moon&#8221; era mais Black Metal oitentista. Daí, &#8220;Transilvanian Hunger&#8221; era um Black mais estilo anos 90 (Um estilo mais chato, eu acho, muitas bandas tocando a mesma coisa etc.) &#8220;Panzerfaust&#8221; era um Black entre os 80&#8242;s e 90&#8242;s. Desde então nós lançamos muitos álbuns, mas o material realmente interessante aconteceu em 2005 quando nós compramos o estúdio Necrohell 2 e começamos o Darkthrone novamente. Isso significa que agora (eu posso somente falar por mim mesmo, eu sou Fenriz) Eu faço as musicas, somente agora nós temos a rotina e experiência de 20 anos tocando juntos. Nosso estilo é primitivo e efetivo, influenciado pelas milhares das maiores bandas do anos 60, 70 e 80. Nós NUNCA fomos inspirados por bandas dos anos 90, com excessão do VON e do BURZUM antigo. Oh, e claro, pelo &#8220;Live in Leipzig&#8221; do Mayhem.</p>
<p><strong>2 &#8211; Mais um diferencial que me agrada muito em relação ao Darkthrone, foi por terem optado pelo cover de &#8220;Love in the Void&#8221; do grupo Siouxie and the Banshees, algo foram dos usuais e costumeiros covers que costumam fazer, em repetência. De quem surgiu a interessante idéia de tocar esse cover? O que significa para você?</strong></p>
<p>Primeiro, eu me sinto como uma puta de 5 dólares quando toco coisas dos outros. Por isso nunca fizemos cover de ninguém. Mas Ted(Nocturno Culto) realmente quis que fizessemos um cover então eu disse OK, mas eu que escolheria a música que tocaríamos. Eu escolhi uma musica primitiva do Siouxie and the Banshees. Se fossemos outra banda tocaríamos outro som deles &#8220;Spellbound&#8221;. Exatamente um ano anos de fazermos esse cover, Ted nos pediu outro cover eu disse OK, eu escolho. Nós gravamos &#8220;Bad Attitude&#8221; dos The Testors. No começo nós tocávamos covers do Hellhammer e do Slaughter durante os ensaios, também &#8220;Under the Sun&#8221; do Black Sabbath, mas nunca foram gravados. A gente tocava só por diversão entre 90-92 .</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">3 &#8211; É evidente que você ouve outros estilos de música além do Black Metal. Quais bandas e estilos você ouve mais?</span></strong></p>
<p>Eu talvez ouça de 200 a 250 estilos e sub-gêneros de música. No começo como uma criança você vê as diferenças na música. Quando você ouve música tanto quanto eu e tem tantos discos (Mais de 10.000 títulos), isso se torna cada vez mais claro quanto a música se encaixa, como uma grande árvore genealógica. Então minha frase é &#8220;Quem ouve mais músicas ganha&#8221;. Eu acredito que em cada gênero musical existe música feita com alma e também um monte de MERDA SUPERFICIAL. Como exemplo, os últimos 2 CD´s que encomendei foram Tiger B Smith (Obrigado pela dica, Igor (Em Ruínas) e Edgar Broughton Band (Obrigado pela dica Tore(The Battalion). Tudo material dos anos 70.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>4 &#8211; Nós podemos encontrar alguns dados históricos sobre Natassja ou é uma concepção pessoal vinda de você? Isso me parece que deixou marcas importantes no Darkthrone ou mais específicamente em um membro&#8230;</strong></span></p>
<p>Sem comentários</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">5 – Em “Rust&#8221;, as mudanças de velocidade na música são muito interessantes (eu fico imaginando ao vivo). O Darkthrone desenvolve riffs simples e empolgantes, diretos, com vocais inconfundíveis, é uma música perfeita para a mensagem do álbum &#8230; HATE THEM. conte um pouco sobre a música e o álbum em sí.</span></strong></p>
<p>Eu não ouço esse album faz tempo. Se você gosta da &#8220;Rust&#8221;, acho que voce gosta mais do estilo de Ted para escrever músicas, é um estilo diferente do meu. O som da Bateria em &#8220;Hate Them&#8221; é diretamente inspirado pela musica &#8220;C&#8217;Mon Let&#8217;s Go&#8221; do Girlschool. O álbum foi o primeiro quando quebramos a corrente estupida do Black Metal em que estávamos enfiados e começamos a tocar o que queríamos: Death, Doom, Punk etc. Mas é claro que soa como Black metal. Nós começamos a notar isso quando fizemos &#8220;A Blaze in the Northern Sky&#8221; em 91, tinha mutas partes de Death Metal. Mas desde que parecesse Black metal, a maioria dos idiotas diziam que era Black Metal Puro hahahahaha. Então eu comecei a dizer que somente 10% daqueles que nos ouvem realmente entende o que fazemos. E ISSO AINDA É VERDADEIRO HOJE. HAIL a todos aqueles que nos entendem. O METAL REAL ESTÁ DE VOLTA</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>6 &#8211; Eu gosto da muito da atmosfera do video &#8220;Too old, Too cold&#8221;. Eu posso dizer que editei alguns videos das florestas de minha região com a trilha sonora de Burzum, Darkthrone e Satyricon&#8230; ficaram bem similar a esse hehe. Isso capta a verdadeira atmosfera do Darkthrone. Fale-nos um pouco sobre isso.</strong></span></p>
<p>Eu sempre fui CONTRA vídeos, depois de ver alguns chamados ótimos videos de BLACK METAL. Eu não sabia se eu ria ou se eu chorava. Sempre vendo estupidas imagens de crianças, fogo, mulher pelada, couro BLA-BLA-BLA ou efeitos de computador com máquinas ou robos lutando HAHAHA, triste pra caralho. Então eu era contra isso. Quando Ted quis fazer um video (como pode reparar, eu nasci contra tudo) Mas ele não poderia me induzir a fazer uma merda pra vender. Então foi algo mais natureza (Nosso estilo de vida) então soou bem natural.<br />
Mas eu admito que gostei de alguns videos de metal quando eu era criança, Killed by Death do Motorhead e You can&#8217;t stop Rocknroll do Twisted Sister. Eu gostei quando eles estavam tocando dentro de uma van pequena, não a parte ao vivo, arghhh eu odeio ao vivo. Wagner, eu vi uma filmagem do Moloch 2 semanas atrás. Filme mudo de 1927 chamado Metropolis, bom pra caralho.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>7 &#8211; Plenamente concordo, filme pra lá de histórico com certeza hehehe, apesar de eu ter tirado meu pseudônimo de um dicionário de satanismo e demonologia em 1988 hehe&#8230; mas voltando, Taakeferd, Ferdasyn&#8230; são artes perfeitas para o conceito necessário ao Darkthrone. Sempre tive curiosidade em saber quem os fez e imagino que muitas pessoas também.</strong></span></p>
<p>Minha ex-esposa pintou esses. ficamos juntos de 91 até 94. Eu acho que foi uma grande idéia usar suas pinturas como capas desses albuns, yeah. A razão pelo qual as pessoas gostam disso é porque eles não sabem muito o que está por tras disso, eu não sei nem perguntei pra ela e EU NÃO QUERO SABER, eu quero PENSAR POR MIM na arte e música. Uma vez conheci um cara que queria saber de tudo, agora perdeu seus amigos, Mr Teflon.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">8 &#8211; Temos a necessidade de saber mais sobre o ambicioso projeto, o DVD the Misanthrope, onde podemos encontrar isso?</span></strong></p>
<p>É o filme do Ted, não meu. novamente não é material tipico, eu odeio muito estilos típicos (isso significa clichês). No retrospecto, a maioria dos estilos são chatos quando começam a crescer como uma fábrica e os caras da grana invadem. Eu sempre gostei de coisas mais antigas. eu gosto de Doom, Death, Black, Thrash, Prog, Hard Rock, Heavy metal antigo ETC. Mas não quando milhares de bandas começam a tocar e lançar através de mercenários. Agora nós tocamos SPEED/NWOBHM/BLACK/THRASH/PUNK/DOOM como no segundo álbum do SACRILEGE, mas nós soamos totalmente diferentes. ESSA é a vida, essa é a verdade.<br />
<span style="color: #ff0000;"><strong><br />
9 &#8211; O que você acha to Black Metal hoje? Você acredita que tudo caiu na repetição estão mais interessadas em lançar um CD &#8220;legal&#8221; pra ganha dinheiro do que para expressar algo?</strong></span></p>
<p>1 &#8211; Eu acredito duramente que o Black Era Perfeito em 1989. Num precisaria mais de Black Metal então. Mas para aqueles de nós que tiveram a chama tem que continuar tocando isso. Depois de 1994, estava encarando a primeira morte, estava velho e cansado, muitos começaram a copiar, outros começaram a tocar com muitos sintetizadores tornando o som muito plástico de estúdio.<br />
2 &#8211; O Black Metal ointentista não era muito diferente dos estilos pré estabelecidos, era qualquer banda que te dava o Sentimento do Black Metal. Nos anos 90 os estilos se tornaram pré programados, pessoas começaram a fazer seus pequenos projetos de Black Metal com outros estilos. Eu não via amor pelo Metal, eu via pessoas com uma modinha pra passar o tempo que estavam procurando por reputação. por sorte nos 2000 muitas pessoas jovens e velhas se rebelaram pelas merdas que apareceram nessas formas mais novas de Metal. Barbaric Thrash Metal como Atomic Roar ou Speed Metal como EM RUINAS, estilos NWOBHM estão de volta, também grandes bandsa de Metal como Lonewolf de Grenoble, França.</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">10 &#8211; O que vc conhece do Brasil? Vida, Estilos, Bandas. Quando teremos a honra de uma apresentação do Darkthrone no Brasil?</span></strong></p>
<p>Apresentação? Isso é conversa de promotores grandes. Porque pessoas ouvem &#8220;Grandes bandas&#8221; no Brasil? Porque a musica tem alma e é ótima? Não, porque os magnatas vendem isso para grandes e diferentes revistas. 9 de 10 pessoas estão sendo sempre engananadas. Elas terminam tentando gostar de Korn ou Linking Park HAHAHAHAHA. Não terá nada disso com o Darkthrone no Brasil, não mais do que seu ótimo VULCANO teve na escandinávia. Nós gostamos do Vulcano devido ao underground e palavra. Sem grandes contratos.<br />
Se você está pensando em shows ao vivo, vc está ferindo meus sentimentos, porque se você não sabe que nós somos famosos não por tocar ao vivo, talvez você nao ligue para minha banda. TODO DIA eu recuso ofertas para tocar ao vivo. A maior oferta que recusamos foi 200.000 para tocar no Wacken. Eu tenho um trabalho normal todo dia, então não preciso fazer coisas que eu ODEIO com o Darkthrone, o trabalho da minha vida. EU ODEIO tocar ao vivo e tudo que tenha a ver com isso. A gente não toca ao vivo desde a turne na Finlandia em 91 e um show na Noruega em 96. Mas foi uma merda e odiei muito mais que antes.<br />
Isso me lembra quando eu tinha que ir na igreja na época da escola. O Pastor no altar e um monte de ovelhas assistindo b-e-e-e-e-e<br />
Eu comprei os Vinis Bestial Devastation e Morbid Visions em 1987, e o cara que cuidava das encomendas do Sepultura era um cuzão. Mas o Max encontrou meu endereço nas encomendas e me mandou os 2 albuns mais o Schizophrenia novinho em folha porque eu estava esperando a muito tempo por essa encomenda! Isso foi no final de 87 começo de 88 quando recebi esse pacote. Aí eu conheci o Sarcofago. Eu tbem gosto de Mystifier, Vulcano, Mutilator, Dorsal Atlantica, Holocausto todas as bandas usuais na verdade.<br />
Atualmente eu tenho contato com os caras que devem ser os mais legais do Brasil. Agora finalmente tenho um pequeno contato via internet com Vic do Farscape/Atomic Roar (Oi!) e Igor do EM RUINAS (It&#8217;s Hammer time hahahahahahah) HAIL HAIL HAIL<br />
<strong><span style="color: #ff0000;"><br />
11 &#8211; Bom, não custa tentar a respeito de um show não é? ahahaahah eu tenho ido cada vez a menos eventos, e </span></strong><strong><span style="color: #ff0000;">apreciaria muito em ver Darkthrone ao vivo, não custa sonhar&#8230;estou muito grato pelo tempo dedicado para o Compêndio Hermético. deixe suas ultimas palavras. Em Honra ao seu nome!</span></strong></p>
<p>Não se esqueça do REAL METAL! Comprem discos do OMEN, ATTACKER. AGENT STELL, MANILLA ROAD, obrigado Wagner Moloch.</p>
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		<title>As mudanças na formação da banda Valhalla continuam</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 15:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças na formação da banda Valhalla continuam, depois da saída de Michelle dos vocais e a entrada de Mônica (ex Medjhai) na vaga deixada pela mesma. Agora é a vez de Alessandra guitarrista, deixar a banda  por motivos particulares, lembrando que ao lado da irmã Adriana (guitar) foram as fundadoras da Valhalla. Ainda não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_253" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/teste.jpg"><img class="size-medium wp-image-253" title="Alessandra deixa a Valhalla" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/teste-300x150.jpg" alt="Alessandra deixa a Valhalla" width="300" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra deixa a Valhalla</p></div>
<p>As mudanças na formação da banda Valhalla continuam, depois da saída de Michelle dos vocais e a entrada de Mônica (ex Medjhai) na vaga deixada pela mesma.</p>
<p>Agora é a vez de Alessandra guitarrista, deixar a banda  por motivos particulares, lembrando que ao lado da irmã Adriana (guitar) foram as fundadoras da Valhalla. Ainda não se sabe se a vaga de deixada por Alessandra será preenchida.</p>
<p>A Valhalla anuncia tambêm a venda de Cd&#8217;s do álbum Petrean Self (2001) e o Lp (1994) &#8211; In the darkness of limbo, cada, pelo valor de R$ 10,00 para o DF e R$15,00 para outros Estados (frete incluso).<br />
Para adquirir o material envie email para val_hallaband@yahoo.com.br</p>
<p><a title="Valhalla myspace" href="http://www.myspace.com/valhalladeathmetal" target="_blank">http://www.myspace.com/valhalladeathmetal</a></p>
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