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	<title>OsubversivO Zine &#187; punk</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<title>MALCOLM MCLAREN INVENTOU TUDO</title>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 04:06:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista originalmente publicado no site Vince www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/ Malcolm McLaren começou a desenhar roupas no começo dos anos 70, depois de abandonar as aulas de arte. Em 1971, com a então namorada Vivienne Westwood, ele abriu uma butique chamada Let It Rock. Vendiam apetrechos para teddy-boys, rockers e greasers. Um saco. Mas então Malcolm conheceu os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-1759" title="malcolm-mclaren1" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/05/malcolm-mclaren1-300x230.jpg" alt="malcolm-mclaren1" width="300" height="230" /></p>
<p>Entrevista originalmente publicado no site Vince <a href="http://www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/">www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/</a></p>
<p><a href="http://www.viceland.com/blogs/br/2010/04/08/malcon-mclaren-inventou-tudo/"></a>Malcolm McLaren começou a desenhar roupas no começo dos anos 70, depois de abandonar as aulas de arte. Em 1971, com a então namorada Vivienne Westwood, ele abriu uma butique chamada Let It Rock. Vendiam apetrechos para teddy-boys, rockers e greasers. Um saco.</p>
<p>Mas então Malcolm conheceu os New York Dolls, vislumbrou uma luz para o futuro da música, e os convenceu a contratá-lo como seu empresário. Criou um visual completamente novo para eles, com direito a couro vermelho e símbolos soviéticos, mas foi um fracasso e a banda desmoronou. Tanto que até virou costume no meio punk culpar o McLaren pela morte do Dolls, mas nós achamos que o verdadeiro motivo foi eles terem poucas músicas boas e serem praticamente uns junkies imprestáveis.</p>
<p>Em uma viagem para Nova York lá pelo meio dos anos 70, McLaren conheceu Richard Hell. Ele tentou virar seu empresário também, mas Hell não quis. Então McLaren tomou sua melhor decisão: voltou para Londres, mudou o nome da sua loja para SEX e passou a vender camisetas diabólicas rasgadas e equipamentos de bondage. Aí veio o Sex Pistols e blá blá blá &#8211; você já deve estar careca de saber disso.</p>
<p>Depois dos Pistols, McLaren fundou a Bow Wow Wow. Ele não apenas começou com a influência da world music no pop, mas também inventou um visual para a menina-de-15-anos Annabella Lwin (ele chamou de pirate punk) que até hoje faz homens uivarem. Adam and the Ants também tentou o visual pirate punk, claro, só que eles não deixam mais ninguém de pau duro.</p>
<p>Depois, McLaren foi pro rap, praticamente introduzindo esse estilo no Reino Unido com seu álbum Duck Rock. Ele inventou o visual buffalo-gals, que praticamente consiste em se vestir como uma coroa mendiga cheia de camadas. Ah, e ele também roubou o passo voguing das drag queens bem antes da Madonna.</p>
<p>Enfim, Malcom McLaren é, pelo menos parcialmente, responsável por todas as boas ideias de 1970 em diante.</p>
<p>A Vice encontrou o McLaren em Paris recentemente. O cara é charmoso e hiper-inteligente. Ele estava de  jeans, camisa branca, cachecol laranja e um sobretudo marrom-claro. Comemos no Au Bascou, na Rue Réaumur, no 3º Distrito. McLaren pediu água com gás Badoit, carne de porco e repolho cozido.</p>
<p>Vice: Por que você se envolveu com toda a coisa de teddy-boy nos anos 70?</p>
<p>Malcon McLaren: Eu fiz isso como um ato de revolta contra os hippies. Fiz pra mim mesmo um terno azul, copiando a capa de um disco antigo do Elvis Presley, e desci a Kings Road para tentar fazer alguma coisa da minha vida. Queria ser explorado, mas ninguém olhava pra mim! Fui criado em uma família que trabalhava com moda e tive minha imaginação hooligan por causa da escola de arte. Essas duas coisas se juntaram acabei criando a antimoda.</p>
<p>Então, finalmente, depois de semanas, fui parado por um americano vestido de preto que apontou para um buraco na estrada e me convidou para vender roupas. Era na altura do 430 da Kings Road, e foi aí que eu comecei a criar o “visual escola de arte” para as ruas. Minha namorada naquela altura, a Vivienne Westwood, tinha um filho meu. Ela era professora, e eu tive que cuidar da criança. Convenci-a abandonar o trabalho e comprei algumas máquinas de costura.</p>
<p>Como era a sua primeira loja?</p>
<p>Chamava Let It Rock, mas depois mudou para Too Fast To Live Too Young To Die. Aquela parte da Kings Road era internacionalmente conhecida como a mais influente capital do rock and roll do mundo, então pessoas como os New York Dolls foram atraídas para lá junto com gente como o Iggy. Foi na época dos caftans e dos colares de contas, e eu coloquei uma jukebox lá que tocava rock and roll constantemente.</p>
<p>Mas quando a loja começou a fazer sucesso, passei a não suportar mais. Eu só gostava quando vendia para os jovens e perigosos. Quando passamos a vender para qualquer um, virou um exercício comercial. Quando começou a fazer dinheiro eu fechei. Isso deixou a Vivienne puta.</p>
<p>Você pode explicar o conceito do Dolls um pouquinho?</p>
<p>A ideia por trás do Dolls foi a de vesti-los com couro vermelho e debater a política do tédio. Escrevi um manifesto chamado “Better Red than Dead”. Foi no final da Guerra do Vietnã, e o escândalo do Watergate viria logo depois. A ideia era reinserir uma certa discussão política e social na cultura pop. Foi o começo da fase Sex Pistols.</p>
<p>Não foi um visual que funcionou muito bem pra eles, foi?</p>
<p>Foi eficaz no sentido de ter sido um fracasso monumental. Eu me recordo de uma jornalista da época, Lisa Robinson, correndo no backstage, vendo todos os seus queridinhos do do submundo do rock and roll e perguntando, especificamente, para o Johnny Thunders: “Você é comunista?” A resposta dele foi simples e comovente: “Sou. Você quer fazer alguma coisa a respeito?”</p>
<p>O que fez você querer abrir a loja SEX?</p>
<p>Queria vender coisas que eram normalmente vendidas por baixo da mesa em sacolas de papel marrons. Procurei fabricantes por todo o Reindo Unido… camisetas e capas-de-chuva de borracha preta, grampos para seios e anéis penianos. Vendemos tudo.</p>
<p>E o lugar parecia um sex shop?</p>
<p>As pessoas morriam de medo de entrar. Era fantástico. Bem no começo, nossa clientela incluía a brigada de velhos pervertidos e vários deles eram, na verdade, políticos famosos. Um deles era o apresentador do programa de TV News at Ten, e ele costumava dizer para a garota na loja: “Assista ao jornal hoje a noite porque estarei usando cuecas de látex!”</p>
<p>Daí a molecada começou a ir lá.</p>
<p>Claro. Eles amavam porque era um novo visual e era fora-da-lei.</p>
<p>Um dos nossos principais itens eram nossas camisetas eróticas. Eu as trazia da Christopher Street em Nova York. Tinha uma camiseta com um cara negro grande e seu pênis enorme murcho. Elas eram muito, mas muito justas, então você as usava e o pinto ficava ali abaixo do seu umbigo. Era uma colocação perfeita. Alguns dos moleques, só de andarem pela Kings Road até a Sloane Square, eram presos. A polícia deu duas batidas e fomos processados, mas eu não dava a mínima. Tudo foi confiscado, mas repusemos e a molecada toda pensou: “Esse é o lugar mais legal do mundo”.</p>
<p>Então por que você fechou a loja?</p>
<p>Foi no auge de popularidade do Sex Pistols. No começo eles tinham apelo junto aos intelectualmente curiosos e aos emocionalmente conectados, mas daí eles viraram uma porra de uma coisa domesticada.</p>
<p>E isso não é nada bom.</p>
<p>Então eu abri outra loja chamada Seditionary. Fui até um museu de guerra e peguei cópias de fotografias das ruínas de Dresden, as estourei e as usei como papel de parede. Daí  fiz um furo através do forro da loja porque eu queria que parecesse um pouco abandonada. Eu também tinha ratos embaixo da máquina registradora, correndo de um lado pro outro. Era muito divertido.</p>
<p>E gente como Boy George, Adam and the Ants e Bow Wow Wow iam lá te pedir para montar o visual deles, certo?</p>
<p>Sim, iam. O que aconteceu foi: eu estava envolvido com uma gravadora independente francesa chamada Barclay. Por fora eles costumavam fazer filmes pornô e queriam que eu arranjasse música pra colocar nos filmes. Eles disseram: “Não fode com a gente colocando música que tenha direitos autorais. Use música africana ou algo assim”.</p>
<p>Eu fui até a biblioteca no Centre Pompidou, em Paris, e lá tinha uma grande coleção de música. Eu gostava da menina que trabalhava lá, então ia todo dia para olhar para ela e ouvir música étnica. Ela tocou um dos discos, por engano, na velocidade errada, e eu fiquei maluco. Pensei: “Que porra é essa? É uma batida muito foda”. Então levei a ideia de volta para Londres e dei pra esses moleques que se chamavam Adam and the Ants.</p>
<p>Na mesma época, Vivienne estava embarcando na moda do século XVIII com esses vestidos de baile cafonas e eu disse: “Se você vai fazer isso, Vivienne, você tem que colocar um rótulo para que a molecada entenda”. A Vivienne respondeu; “Foda-se a molecada! Eu quero vender para mulheres elegantes”.</p>
<p>Mas nós não tínhamos uma loja desse tipo. Tínhamos que nos manter na cultura pop. Tínhamos que rotulá-la de algum jeito, então eu tive essa ideia de pegar imagens de piratas do século XVIII para que a molecada pudesse se identificar. Eu precisava de um grupo que se vestisse como os piratas. Falei para a molecada na loja: “Vocês têm que se vestir de pirata! Vocês não são mais desse beco cafona de Londres. Vocês vieram de Zanzibar e é isso que vai dar pra vocês a desculpa para tocarem essas percussões que eu vou te mostrar agora que tem essa batida étnica, e vocês vão se vestir como piratas!” Foi assim que o Bow Wow Wow começou.</p>
<p>Mas por que piratas?</p>
<p>Na época, uma grande notícia era a das fitas cassete, os boom boxes e a molecada gravando músicas do rádio. A indústria musical estava tentando colocar uma licença em cassetes virgens porque os moleques estavam gravando suas próprias músicas. Então tudo girava em volta da pirataria e os meus garotos se vestiam como piratas.</p>
<p>Foi um sucesso, então eu disse para Vivienne: “Vamos colocar essa porra de visual pirata na passarela!”.</p>
<p>Então foi mais ou menos nessa época que você começou a se desentender com a Vivienne Westwood?</p>
<p>Ela queria ser reconhecida como estilista e eu queria exatamente o oposto. Além do que, eu aprendi a trepar com algumas outras garotas quando estava naquele hiato em Paris. De qualquer forma, eu sabia que ela iria continuar a se esforçar para criar esses vestidos de baile do século XVIII, e eu não entendia. Não conseguia ver um osso rock and roll naquele corpo.</p>
<p>Decidi que não queria ser um sucesso comercial na moda. Pensei que iria custar uma fortuna e que daí nós não estaríamos mais de fora da cultura, estaríamos dentro. Sabia que acabaríamos irritando muito um ao outro, o que acabou acontecendo. Então fui embora e ela disse: “Bom, não tem que ser  assim”.</p>
<p>Eu disse: “Achei que isso era o que você queria fazer. Você pode assinar com alguma marca italiana e ficar totalmente envolvida com moda e toda essa herança que você teve comigo pode te direcionar para algo bom. E você vai conseguir viver desse legado e vai te dar toda a credibilidade que você precisa”.</p>
<p>E foi isso que ela fez. E eu fiz meu próprio disco, chamado Duck Rock. O single principal era “Buffalo Gals” e foi nisso que baseei a última coleção que fiz na vida.</p>
<p>Como isso pintou?</p>
<p>Eu pensei: “Como é o visual de uma buffalo-gal?” E tive a ideia de que seria uma garota grande e gorda que perambula como um búfalo pelo planeta. Era uma mendiga, basicamente.</p>
<p>O visual incluía grandes casacos de pele de ovelha, saias peludas gigantes e chapéus cinco vezes maiores do que o normal. Jogávamos alguns padrões de tecido étnico aqui e ali. Eu queria que os sapatos parecessem aquelas sacolas de plástico que as mendigas usam nos pés. Então eu os fiz com camurça.</p>
<p>Como essa coisa de buffalo-gal bateu no mundo da moda?</p>
<p>Eu nunca vou esquecer um momento quando, depois de um desfile em Paris, essa mulher da Vogue Itália foi ao backstage e me convenceu de que era melhor eu ir fazer outra coisa da vida.</p>
<p>Como ela conseguiu fazer isso?</p>
<p>Ela disse, “Malcolm, Malcolm, a música é bellissima, BELLISSIMA, mas as roupas, elas são tão pobres. Por que você faz todo mundo parecer tão pobre?”</p>
<p>Legal.</p>
<p>Eu não sabia o que dizer, então respondi: “Bom, você já ouviu falar em Robin Hood? Ele é um grande personagem, muito famoso na literatura inglesa. Estou tentando fazer os ricos parecerem pobres, porque assim os pobres podem parecer ricos! Essa é a ideia”.</p>
<p>Ela não engoliu?</p>
<p>Ela disse: “Malcolm, isso nunca via dar certo. A música é bellissima, mas esqueça as roupas”.</p>
<p>ENTREVISTA POR ANDY CAPPER</p>
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		<title>THE VARUKERS no Brasil mais uma vez!!</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 03:08:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em Abril receberemos mais uma vez a visita desta lendária banda do hardcore punk britânico. Confirmados shows no Hangar 110 em São Paulo e em Recife no festival Abril Pro Rock.  Ouvi rumores que eles devem fazer um show em Brasília tambem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/02/l_3715f61f0d25ac67d58e78e128047af7.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1644" title="The Varukers em BsB????????" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2010/02/l_3715f61f0d25ac67d58e78e128047af7-300x225.jpg" alt="The Varukers em BsB????????" width="300" height="225" /></a>Em Abril receberemos mais uma vez a visita desta lendária banda do hardcore punk britânico. Confirmados shows no Hangar 110 em São Paulo e em Recife no festival Abril Pro Rock.  Ouvi rumores que eles devem fazer um show em Brasília tambem.</p>
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		<title>Confirmado: The Exploited em Brasília!</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 17:25:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Tirem os coturnos do armário e preparem os moicanos!!! O que ontem era só um boato aqui no blog, hoje se tornou real: a seminal banda escocesa de punk rock The Exploited tocará em Brasília no dia 6 de novembro (sexta-feira), no Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul). A confirmação nos foi passada pela própria produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">
<div id="attachment_1413" class="wp-caption alignleft" style="width: 388px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/08/The+Exploited+The_Exploited.jpg"><img class="size-full wp-image-1413" title="The+Exploited+The_Exploited" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/08/The+Exploited+The_Exploited.jpg" alt="The Exploited em Brasília" width="378" height="494" /></a><p class="wp-caption-text">The Exploited em Brasília</p></div>
<p>Tirem os coturnos do armário e preparem os moicanos!!! O que ontem era só um boato aqui no blog, hoje se tornou real: a seminal banda escocesa de punk rock <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">The Exploited </strong>tocará em Brasília no <strong style="padding: 0px; margin: 0px;">dia 6 de novembro</strong> (sexta-feira), no Arena Futebol Clube (Setor de Clubes Sul). A confirmação nos foi passada pela própria produção do evento, que ainda estuda valores de ingressos e bandas locais para a abertura. Não há informações ainda sobre outras datas do grupo no Brasil.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">Formado entre 1979 e 1980 na cidade de Edimburgo, o quarteto liderou uma segunda onda do movimento punk no mundo, com letras politizadas e ácidas, como é comum aos estilo.  Sempre sob o comando do vocalista e ex-soldado Wattie Buchan <em style="padding: 0px; margin: 0px;">(foto)</em>, The Exploited lançou oito álbuns de estúdio, outros nove ao vivo, além de diversos singles, EPs e participações em splits e coletâneas. Na atual formação, estão o baterista Wullie Buchan, o guitarrista Gav e o baixista Irish Bob.</p>
<p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; margin: 0px;">Fonte: Cult22</p>
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		<title>Besthoven Clip &#8220;Life in Hell&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:56:50 +0000</pubDate>
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		<title>Besthoven gravação do DVD</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 19:43:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven.jpg"><img class="size-full wp-image-584" title="besthoven" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven.jpg" alt="Besthoven " width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Besthoven </p></div>
<p>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven' title='besthoven'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Besthoven" title="besthoven" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-13' title='besthoven_galpaozinho-13'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-13-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-13" title="besthoven_galpaozinho-13" /></a>
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<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-3' title='besthoven_galpaozinho-3'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-3" title="besthoven_galpaozinho-3" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/besthoven_galpaozinho-14' title='besthoven_galpaozinho-14'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/besthoven_galpaozinho-14-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="besthoven_galpaozinho-14" title="besthoven_galpaozinho-14" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/besthoven-2/attachment/295etd0-2' title='295etd0'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/01/295etd0-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Flyer" title="295etd0" /></a>
<br />
Quando o Fofão (Besthoven) me falou deste show achei uma grande idéia, nada melhor que comemorar 18 anos da banda no galpãozinho, afinal Fofão, foi (salvo engano) o primeiro a usar o Galpãozinho como local pra show, isso no inicio dos anos 90. E outra quantas bandas em Brasília de hardcore se mantém na ativa durante tanto tempo até hoje??? Da pra contar nos dedos. O Gama é reduto das mais antigas bandas de Hardcore punk em atividade em Brasília, ARD 25 anos, Alarme 20 anos e o Besthoven agora com 18, são bons exemplos, o que mantêm a fama do gama como Punk city.<br />
Cheguei bem cedo no galpão ainda deu pra dar uma ajuda nos retoques finais pra grande noite que viria mais tarde, Frango (vocalista do Galinha Preta) foi o mentor da montagem deste espetáculo, o palco estava impecável telão com imagens de guerras atrás do palco, movies,canhões de luz e o raio lazer dava o tom de uma produção poucas vezes vista no galpãozinho e olha que esse não é o primeiro DVD a ser gravado por lá, Rattus, Death Slam e ARD já gravaram seus receptivos registros nesse palco.<br />
A dedicação do Frango que inclusive já foi membro do Besthoven, para com o show me deixou feliz, é bom saber que boa parte da cena foi construída na base de amizades sólidas, que resistem ao tempo. Tudo feito na base da amizade e confiança na coletividade, esse foi o espírito deste evento, durante todo o show encontrei varias pessoas ligadas a cena punk do gama e do DF, que passaram por lá ou pra relembrar suas épocas em que eram mais atuantes no movimento que fervia no gama, e contar histórias hilariantes e por vezes trágicas também comuns a maioria ali presente de tretas, gangues,mortes, shows, discos enfim assuntos relacionados a cena ou para prestigiar essa gravação.<br />
A expectativa já era grande durante a tarde por parte dos envolvidos na produção. Quando o céu escureceu, era  o prénuncio da desgraceira sonora que viria,  tarde foi chuvosa e esse era um temor que poderia atrapalhar o show se a mesma se estendesse  noite adentro. Mas, por sorte que apenas um pedaço da noite choveu.<br />
A primeira banda a subir no palco foi o Prisão Civil banda do Ed um dos produtores mais repeitados da cena e dono de um dos  mais conhecidos studios de gravação de Brasília, o ME estúdio, onde o Besthoven sempre faz suas gravações, punk rock da melhor qualidade bem old school fez uma apresentação excelente, os covers então nem se fala, pena que eles toquem tão pouco em Brasília.<br />
Seguido por Os Maltrapilhos que executam músicas de seu recente CD, como sempre mostram um show energético, bem que não foi um dos melhores shows deles mas, ao lado das bandas em atividade Prisão Civil, Alarme e Faces do Caos Formam a elite do punk rock de Brasília.<br />
Galinha preta foi a terceira a subir no palco, a tarde ouvi um comentário “Como o Frango consegue montar, tocar e operar mesa de som?” o cara é muito loco, é o se vira nos 30, seu carisma é evidente tanto em cima do palco como fora dele, é o que o faz um dos melhores front man da cena e faz a fama do galinha crescer a cada dia na cena candanga . A ultima vez que o Galinha tocou no gama foi em 2005 no Festival Face do Chaos.<br />
O show do Death From Above infelizmente não vi todo então prefiro não dar opinião sei que é uma banda que segue a linha do D beat e já vi outros shows deles que foram muito bons, eles são a melhor expressão do HC Goiano atualmente.<br />
Besthoven dono de um curriculum invejável tem vinil, tape e cd espalhados pelo mundo afora, o que os torna a banda de Hardcore de Brasília mais conhecida nas gringas. Deste show sairá um Dvd e um LP ao vivo, ambos comemorativos aos 18 anos da banda, será o primeiro registro do Besthoven ao vivo e também o primeiro em anos com uma banda completa, apesar dessa formação já esta junta a muito tempo, as gravações do Besthoven são feitas pelo Fofão a mente doentia por trás da banda que compõe e grava tudo sozinho.  Bem que atualmente o baterista Juliano (ARD, DEATH SLAM e MURRO NO OLHO) tem participado das gravações também, a banda de suporte que  acompanha o Fofão ao vivo é composta por: Adriana DriKaos (ex Kaos Klitoriano no Baixo) e Regis (Murro no Olho guitarra) e o já citado Juliano Bin Laden nas baquetas.<br />
Esses dois registros serão uma boa oportunidade pra mostrar a fúria ao vivo dessa famigerada banda gamense a todos que acompanham a banda, mas nunca tiveram a oportunidade de ver um show do besthoven já que é meio raro eles tocarem com freqüência, principalmente em outros estados como todos gostariam estará disponível em breve. Não faltaram os &#8220;sucessos&#8221; pois pra esse show foi montado um setlist que pode ser comparado a trilha sonora do fim do mundo, vale a pena aguardar os lançamentos destes registros.<br />
Bom ao final do show ainda teve nas picups Mingau de Goiânia (Death from Above) tocando Gotic rock pra animar os animos e mais ao final uma peguena confusão. Mas aposto que a grande maioria saiu do galpãzinho com a sensação de ter assistido um excelente show, é mais um que será lembrado e entra pro rol dos históricos eventos no galpão.</p>
<h3 class="smller">Besthoven grava seu 1ºDvD&#8230;</h3>
<div class="para">Participação das bandas:<br />
Os Maltrapilhos,<br />
Prisão Civil,<br />
Death From Above (GO)<br />
Galinha preta.<br />
Serviço:<br />
quando? dia 27 (sabado)<br />
Que horas? 19h<br />
quanto? 5 lascas<br />
onde? Galpãozinho (ao lado da rodoviária do Gama)</div>
<p>FOTOS BY KEILO C.F</p>
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		<title>Murro no Olho em dose dulpa</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 21:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras. Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_533" class="wp-caption aligncenter" style="width: 213px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de.jpg"><img class="size-medium wp-image-533" title="murro no olho" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/mar-de-203x300.jpg" alt="Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;" width="203" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Capa CD &quot;Mar de cadaveres&quot;</p></div>
<p>MURRO NO OLHO iniciou sua carreira em Paracatu por volta de 2002.  fazem um som sujo, demonstrando uma influência de antigas bandas crust/punk da Finlândia e Suécia, como Rattus e Anti-Cimex, tanto em termos de sons quanto em letras.</p>
<p>Gravaram 2 demos &#8220;A nova catatumba (2005)&#8221; com a seguinte formação Regis Guitarra e vocal, Sandro Neiva vocal, jackob Baixo e Fofão (Besthoven) bateria</p>
<p>Demo &#8220;Mar de cadaveres&#8221; 2007 Regis guitarra e vocal, Jackob baixo, André pé de pano Guitarra e Juliano (ARD, DEATH SLAM e BESTHOVEN) bateria.</p>
<p>Formação atual com Régis (vocal e guitarra), Amadix (baixo) e Juliano (bateria).</p>
<p><a title="Murro no olho" href="http://rapidshare.com/files/177634297/Murro_no_olho_Mar_de_cadaveres_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank">DOWNLOAD CD &#8220;Mar de cadaveres&#8221;</a></p>
<p>DOWNLOAD demo &#8220;A nova catatumba&#8221; (Link removido pois as nomes músicas estão trocadas assim q resolver o link volta)<a href="http://rapidshare.com/files/177641484/Murro_no_olho___a_nova_catatumba_www.osubversivozine.com.rar.html" target="_blank"><br />
</a></p>
<p>Saiba mais <a href="http://www.myspace.com/murronoolhocore" target="_blank">http://www.myspace.com/murronoolhocore</a></p>
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		<title>Atari Teenage Riot &#8211; 60 Second Wipeout</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2008 22:57:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[atari teenage riot]]></category>
		<category><![CDATA[hardcore digital]]></category>
		<category><![CDATA[punk]]></category>

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		<description><![CDATA[1. &#8220;Revolution Action&#8221; (Alec Empire/Hanin Elias) – 4:09 2. &#8220;By Any Means Necessary&#8221; (Empire) – 2:38 3. &#8220;Western Decay&#8221; (Empire) – 5:50 4. &#8220;Atari Teenage Riot II&#8221; (Empire) – 6:08 5. &#8220;Ghostchase&#8221; (Empire/Elias) – 4:34 6. &#8220;Too Dead For Me&#8221; (Empire/Elias) – 4:17 7. &#8220;U.S. Fade Out&#8221; (Empire) – 2:52 8. &#8220;The Virus Has Been [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_528" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/60-second-wipeout.jpg"><img class="size-full wp-image-528" title="60-second-wipeout" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/60-second-wipeout.jpg" alt="Atari Teenage Riot" width="500" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Atari Teenage Riot</p></div>
<p>1. &#8220;Revolution Action&#8221; (Alec Empire/Hanin Elias) – 4:09<br />
2. &#8220;By Any Means Necessary&#8221; (Empire) – 2:38<br />
3. &#8220;Western Decay&#8221; (Empire) – 5:50<br />
4. &#8220;Atari Teenage Riot II&#8221; (Empire) – 6:08<br />
5. &#8220;Ghostchase&#8221; (Empire/Elias) – 4:34<br />
6. &#8220;Too Dead For Me&#8221; (Empire/Elias) – 4:17<br />
7. &#8220;U.S. Fade Out&#8221; (Empire) – 2:52<br />
8. &#8220;The Virus Has Been Spread&#8221; – 1:15<br />
9. &#8220;Digital Hardcore&#8221; (Empire) – 4:11<br />
10. &#8220;Death Of A President D.I.Y.!&#8221; (featuring Dino Cazares) (Empire/Elias) – 4:43<br />
11. &#8220;Your Uniform (Does Not Impress Me!)&#8221; (featuring MC D-Stroy from The Arsonists) (Empire/David Melendez) – 5:48<br />
12. &#8220;No Success&#8221; (featuring Freestyle, Kathleen Hanna) (Empire/Elias/Melendez/Kathleen Hanna) – 3:48<br />
13. &#8220;Anarchy 999&#8243; (featuring The Arsonists, Kinetics)</p>
<p>Atari Teenage Riot foi uma banda alemã de hardcore digital (também chamada de technocore) formada em 1992 por Alec Empire, Hanin Elias e Carl Crack. Posteriormente Nic Endo uniu-se a banda. Altamente política, eles fundiram uma música bastante eletrônica, barulhenta e com pitadas de Techno, com guitarras distorcidas, ideais anarquistas, anti-nazistas e um vocal típicamente punk. Apesar de a sonoridade da banda ter sido rotulada por muito tempo como &#8220;eletrônica&#8221; o próprio Alec Empire dizia que não era um rótulo que o Atari Teenage Riot se encaixava pelo som da banda ser &#8220;Barulhento demais&#8221; segundo Alec.</p>
<p>Muitas vezes os lugares onde o Atari Teenage Riot tocava não suportavam tecnicamente as grandes distorções e o barulho feito pelo quarteto e muitos aparelhos simplesmente estouravam. Para Alec Empire o som do Atari Teenage Riot poderia ser chamado de &#8220;Riot Sound&#8221; (algo como som de revolta) e a canção do ATR gerava sempre tumultos.</p>
<p>Em 1999 em Berlin (cidade natal da banda) houve um grande tumulto envolvendo centenas de fãs do grupo e a Polícia local. O grupo chegou até a ser investigado pelo Verfassungschutz, uma repartição do serviço secreto alemão que investiga grupos que representam perigo para a sociedade. O Atari Teenage Riot chegou até ser preso em outra apresentação em Berlin, por terem &#8220;incitado as pessoas à violência&#8221; durante uma passeata anti-nazista em 1° de maio. A banda estava tocando a canção &#8220;Revolution Action&#8221; em um caminhão estacionado no meio do evento quando de repente começou uma briga entre a polícia e os manifestantes, que totalizavam cerca de 30.000 pessoas.</p>
<p>De acordo com Alec Empire, &#8220;frontman&#8221; da banda, &#8220;houve um grande distúrbio, e era difícil cantar por causa do gás lacrimogêneo. As pessoas jogavam pedras e a situação saiu do controle. Os policiais atiraram pedras em nós e depois acabamos presos.&#8221; Depois de poucas horas, porém, a banda foi libertada sem ter que pagar qualquer tipo de fiança.</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/63394008/ac409ed5/Atari_Teenage_Riot_-_60_Second_Wipeout__por_GothicMetalDownloadsblogspotcom_.html?dirPwdVerified=99c435f" target="_blank">DOWNLOAD</a></p>
<p><span class="searchMonkey-displayURL">http://www.myspace.com/atr922000</span></p>
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		<title>DFC Nordeste mini Tur 2008</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 22:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com mais de 15 anos de carreira, o D.F.C. comemorou seu aniversário em uma Mini Tour por três capitais do Nordeste brasileiro acompanhado da NaKara (PE) Recife foi a Primeiro Estado que Foi Instalado o Inferno]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_523" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-523" title="dfc1" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/dfc1.jpg" alt="Resenha DFC em Recife" width="590" height="240" /><p class="wp-caption-text">Resenha DFC em Recife</p></div>
<p>DFC Nordeste mini Tur 2008</p>
<p>Com mais de 15 anos de carreira, o D.F.C. comemorou seu aniversário em uma Mini Tour por três capitais do Nordeste brasileiro acompanhado da NaKara (PE) Recife foi a Primeiro Estado que Foi Instalado o Inferno e a Primeira Banda a tocar foi o Metal-Core da XDISCÓRDIAX(PE) http://www.myspace.com/xxdiscordiaxx na Ativa desde 2004 e já passou por vários estados do Nordeste com seu som pesado e agressivo.</p>
<p>Quando a Banda começou a tocar por volta das 22h não tinha Muita gente dentro do local foi quando a galera começou a entrar pra ver a destruição da Banda que fez uma incrível apresentação em seu estado.</p>
<p>Logo após veio a (Lei do Silencio)(PE) desde 2002 na Ativa Link: www.purevolume.com/fobiarock antes chamada Fobia.</p>
<p>A Banda se apresentou muito bem com um Grindcore infernal destacando com um cover do D.F.C estigando mais e mais a espera da Grande Banda da noite que a anos não pisava em Solo Recifense. Em Seguida veio Nakara (PE) Perfil Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx acompanhou o D.F.C em toda Mini Tur uma Banda nova porem com integrantes Velhos na cena do Rock do Recife fizeram uma Ótima apresentação e deixando o publico de boca aberta com suas musicas Próprias e uma Performance Animal o  Som da Banda se resume a HARDCORE com muitas influencias do Metal-core, Muito parecido Candangos do Macakongs 2099 e influenciada por Muitas Bandas de Hc.</p>
<p>(Vocal Anderson NAKARA)</p>
<p>Na hora que estávamos tocando a casa começou a lotar não sei muito bem se era o som da Banda que estava Chamando a Galera ou os Grandes esperados da noite.</p>
<p>A Banda Promete Lançar seu Material em 2009 e Fazer outra Tur Infernal com D.F.C Novamente, Quando a Banda Terminou de Tocar não Tinha espaço pra mais ninguém era a Grande Hora do D.F.C tocar.</p>
<p>Então já estava um Calor Infernal o Publico Gritando “SE FODE D.F.C SE FODE D.F.C E VAI “ em Voz alta.</p>
<p>Quando o D.F.C http://www.myspace.com/dfc começou a Tocar o Inferno</p>
<p>Já estava próximo uma agonia Tamanha Todo Publico querendo Cantar o sucesso da Banda era Notável que iria ser a Melhor apresentação da Mini Tur tocaram todos os Sucessos da Banda e as Novas do Split com PRESTO?(SP). Rolou os sucessos de todos os álbuns da Banda e split e Pra Finalizar a noite Não poderia Faltar Molecada 666 e Assim Terminou a apresentação da Banda com Muita Gente sangrando olho roxo, e todos felizes com a Melhor apresentação do Ano em Recife o Publico já esta esperando a volta da Banda em 2009.</p>
<p>Mais a Noite não tinha acabado Faltava 1 Banda o REVOLTA CIVIL (PE)</p>
<p>http://www.myspace.com/revoltacivil Fez uma Boa apresentação mais o Publico não agüentava mais nada e Sobraram ainda 30 sobreviventes do Inferno Hellcife pra prestigiar o som da Banda.</p>
<p>Depois posto os Vídeos do Evento pra a galera ver o Verdadeiro Inferno na Terra. ANDERSON Nakara,Produtor e Vocal.</p>
<p>Credito Foto: <strong>Rafael Passos</strong></p>
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		<title>Lobotomia da morte no Blackout Bar</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 13:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Show no domingo é sempre ralo de gente e nem me animo em sair de casa. Morar longe e depender de busão no domingo é programa que até índio dispensa. Mas nesse caso, podia valer à pena: “Lobotomia é a forma de cura” (gritaria Marcão na última música). Perdi a estréia da nova banda do Bivis lokão, mas ainda consegui ver a apresentação da Prisão Civil, louvo o trampo do ED que como poucos, consegue operar a mesa e tocar no mesmo dia. O punk rock dos caras é total old school, canções incendiárias, com refrões que chamam à garganta, mesmo quando não se sabe a letra de cor. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/lobotomia-da-morte-no-blackout-bar/attachment/lobotomia' title='lobotomia'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/lobotomia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="lobotomia" title="lobotomia" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/resenhas/lobotomia-da-morte-no-blackout-bar/attachment/panfleto-lobotomia-2' title='panfleto-lobotomia'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/12/panfleto-lobotomia-150x150.gif" class="attachment-thumbnail" alt="panfleto-lobotomia" title="panfleto-lobotomia" /></a>
</p>
<p>7/12  – Lobotomia da morte no Blackout Bar.. </strong> Show no domingo é sempre ralo de gente e nem me animo em sair de casa.  Morar longe e depender de busão no domingo é programa que até índio  dispensa. Mas nesse caso, podia valer à pena: “Lobotomia é a forma  de cura” (gritaria Marcão na última música). Perdi a estréia da  nova banda do Bivis lokão, mas ainda consegui ver a apresentação  da Prisão Civil, louvo o trampo do ED que como poucos, consegue operar  a mesa e tocar no mesmo dia. O punk rock dos caras é total old school,  canções incendiárias, com refrões que chamam à garganta, mesmo  quando não se sabe a letra de cor. Agradeço muito aos caras por incluírem  mais uma vez em seu set list a música Demófagos do ARD, é um puta  orgulho poder ouvir nossas criação na versão de outras bandas. Parabéns  pela perfomance!!! Depois viriam os Maltrapilhos, banda que não dispensa  apresentação, os caras estão afiadinhos e a cada gig ficam mais brilhantes  suas apresentações. A platéia animada, cantava aos berros cada refrão  do mais refinado punk rock dos “bão”! Fiquei só assistindo, tava  cansadão depois dos dois dias trampando de voluntário no palco do  Rock Cerrado. Depois do primeiro acorde do Terror Revolucionário, não  deu para segurar. Caí na roda de pogo e me diverti feito criança no  parque de diversões: só alegria e botinada nas canelas!!! Sangrei  por dentro, mas não pulei fora, agüentei como um moleque de 15 anos&#8230;Depois  viriam os marlokos do mundo hardcore: Sem baixo, guitarrona seca e timbrada  grave nos dois amp´s no volume máximo, bateria insana e com precisão  de guilhotina e na voz o cara mais feroz que já vi arrotando hardcore.  Sou suspeito para falar da banda. Mas deixo o recado a mim mesmo: ARD  tem que tocar com os caras antes que uma das bandas desista, mas pelo  visto a estrada é longa e o caminho cheio de oportunidades. Não vou  citar musicas específicas, mas posso garantir que de dentro da muvuca  sanguinolenta que se formou na frente do palco, eu era um dos mais animados.  Minha intenção era agüentar até a última, mas em um momento de  extrema empolgação, arrisquei um stage diving mal calculado e fui  direto ao chão como um torpedo exocet, quase explodi a cabeça no cimentão&#8230;  Agradeço muito aos caras do Maltrapilhos que me rebocaram prum canto  e prestaram os primeiros socorros. Sobrevivi à ponto de assistir o  resto do massacre hardcore sentado ao fundo, louco pra voltar pra agitação  e sendo segurado pela idade&#8230;Se alguém me ver babando verde por aí  é sinal que ficou seqüela!!!! Risos, risos e risos!!</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">por: Gimar Batista <a href="http://www.myspace.com/ardhc">www.myspace.com/ardhc</a><br />
</span></p>
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		<title>ARD &#8211; 3 sem tirar em Nov/dez/2008</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Dec 2008 13:26:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ARD &#8211; 3 sem tirar em Nov/dez/2008 19 a 24/11 – Reprise surpresa do longa-metragem BOMB IT, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Festival no Gama deixa platéia fascinada. O Gama, pelo segundo ano consecutivo é agraciado com a participação no nacionalmente famoso Festival de Brasília de Cine Brasileira. Nesse ano, alguns dos curtas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>ARD &#8211; 3 sem tirar em  Nov/dez/2008</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>19 a 24/11  – Reprise surpresa do longa-metragem BOMB IT, no Festival de Brasília  do Cinema Brasileiro, Festival no Gama deixa platéia fascinada. </strong> O Gama, pelo segundo ano consecutivo é agraciado com a participação  no nacionalmente famoso Festival de Brasília de Cine Brasileira. Nesse  ano, alguns dos curtas exibidos durante o dia como concorrentes do festival,  foram reprisados no Gama à noite, em praça pública, frio intenso  e exibição em telão. O longa-metragem estrangeiro BOMB IT, que ano  passado foi exibido como Hour Concours! exclusivamente no Gama, foi  reprisado este ano. O filme é um documentário sobre a arte do Grafitismo,  filmado em 15 capitais do mundo e ainda inédito no Brasil. ARD participa  da trilha sonora do filme com um trecho da música “A.R.D.”, no  CD da referida trilha (ainda inédito também) a banda RAGE AGAINST  THE MACHINE também participa. Para exibições em escolas e grupos  interessados basta enviar email para </span><a href="mailto:gilbts@gmail.com" target="_blank"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0000ff; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">gilbts@gmail.com</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"> (Gilmar ARD).</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>28/11 no Hangar 110, São  Paulo-SP- Apocalipse Punk com as bandas Juventude Maldita, Final Fight,  Invasores de Cérebro.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Após meses  de negociação, finalmente Demente (<strong>Phobia, Final Fight e Juventude  Maldita</strong>) e Gilmar (<strong>ARD e X-GRANITO</strong>) fecharam o acordo: Levar  o <strong>ARD</strong> para tocar no HANGAR 110, templo internacional da cena  de shows hardcore e Punk-Rock (</span><a href="http://www.hangar110.com.br/" target="_blank"><span style="font-family: Times New Roman; color: #0000ff; font-size: small;"><span style="text-decoration: underline;">www.hangar110.com.br</span></span></a><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">) com as bandas Juventude Maldita e  Final Fight (guitarra e vocal da banda é da famosa Cock Sparrer) recém  chegadas da tour na Europa e os velhotes malditos do Invasores de Cérebro.  Tocar no hangar é o sonho de qualquer pião da cena, então dá-lhe  fotos com celular(esquecemos de levar máquinaaaaa fotográfica) &#8230;quando  chega a idade fica complicado) já postadas no <a href="http://www.myspace.com/ardhc" target="_blank">www.myspace.com/ardhc</a> &#8230;Comentários gerais no levaram a acreditar que nem todo mundo da  “cena verdadeira” iria aparecer, por acharem o ingresso caro. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">No final da  contas, entraram 80 pagantes que somados aos seguranças, bandas, cortesias  e demais funcionários da casa, totalizavam umas 150 pessoas. Um detalhe  muito significante: o palco fica escondido por uma cortina vermelha  em meia-lua que só abre quando a banda afina os instrumentos. Na lateral  do palco um grande telão transmitindo imagens do palco ao vivo e em  preto e branco &#8230; Demais!!!!! Foi como tocar em um churrasco só pros  amigos mais íntimos, com destaque para a presença da velha guarda  paulista como caras do DZK, Kaos 64, Excomungados, Inocentes e muitos  fãs do ARD da época do <strong>STUHLZÄPFCHEN VON N</strong>, que fizeram questão  de me confessar aos berros: &#8211; “Viemos aqui só pra ver vocês. Sonhamos  com esse show desde 1987”..Mas, vamos ao evento. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>Final Fight</strong> abre a gig detonando seu punk rock old school, com grande destaque para  Fernanda, baterista de pegada fortíssima (já morou Brasília). O power-trio  acaba de lançar com o Juventude Maldita, o CD Split <strong><em>Quem de medo  corre, de medo morre!-Rebel Music</em></strong>. A banda mostrou porque a  Europa foi um sucesso para eles. Em seguida vem ARD que deu à sigla  novo significado nesse dia: <strong>Arrente Rocka Dikunforça</strong>. Tocaram  15 pauladas, misturando todos os trabalhos e deixando a galera do hardcore  animadíssima. Destaques para Versão Brasileira Fuck the USA, Eixão  da Morte, Der Weg, S. Von N e o massacrante cover do Rattus, que deixou  todos sem fala!!! Alemão(dono do espaço) foi só elogios principalmente  depois de saber da distância percorrido e da energética performance. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Então veio <strong> Juventude Maldita</strong>, não deixando a galera respirar um segundo, até  ensaiei tomar umas bicudas na roda de pogo, mas a idade não permite  mais tanta extravagância para um dia só. Algumas canções eram como  hinos, todos cantando em coro e a cara de feliz do Demente me fez acreditar,  que estávamos vivendo ali, sagrados momentos da <strong>Vida Punk</strong> que  levamos se fazer muito esforço, muito menos, caretas de medo. Finalmente  os donos da noite: <strong>Invasores de Cérebro</strong> invadem o palco e mostram  porque são uma das bandas mais respeitadas da cena punk nacional. Ariel  com seu visual para lá chocante, misto de Freddie Krugger com Nosferatu,  assustou muito criança naquela noite. Lançando o CD <strong>O cérebro  é uma bomba relógio- o cérebro é  o apocalipse</strong>. A banda ficava na sua mão e a cada gesto, careta  ou discurso, a atmosfera criada era de um típico e holocáustico fim  de mundo. O filme de minha vida na cena passa e repassa, vai e volta  várias vezes, me senti uma criança dando os primeiros passos perto  desse gigante, de grito seguro e clamor certeiro pela causa social.  Viva os Invasores!!!! Depois da gig, um fim de noite completo, com direito  a pizza, cervas, muito papo sobre a cena mundial e etc.. Resultado:  A viagem de ida e volta foi tranquila, Mr. Rafael tem a manha da direção  segura. Regis (Murro no Olho) aprendeu que não dá para sair comendo  tudo que é porcaria de estrada, Juliano sacou que a bebida do mundo  nunca vai acabar e eu nem vi as toalhas brancas exigidas, muito menos  as virgens prometidas&#8230; Mas a diversão foi garantida!!!! Vida lôka  é a Vida Punk!</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>30 /11 na praça do Itapuã  Gama-DF- Arte e Cidadania com várias bandas de diversos estilos. Arrecadação  de donativos para as vitimas das enchentes em SC.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">Os velhotes  do ARD viajaram até São Paulo na quinta-feira 27 à tarde, depois  de 1050 km, chegaram ao Hangar 110, fizeram um puta show, no local mais  sonhado do circuito nacional pelas bandas de todo o mundo. Depois do  show, descansaram umas 5 horas e pegaram a estrada de volta, mais 1070  km e no dia 30 às 18 h, abriram a parte musical do Festival Cultural  ARTE e CIDADANIA, da Cia Lábios da Lua, ONG onde Gilmar (vocal) é  voluntário como coordenador de palco nos eventos. Repetiram o set matador  apresentado em Sampa. Como sempre, os hits clássicos: Maggie, Eixão  da Morte, Versão Brasileira Fuck the USA e Sotahullut (cover do Rattus)foram  os mais aclamados. Um detalhe super importante: a banda aproveitou a  boa onda e gravou da mesa principal todo o show, sem cortes e já está  pilhada para encontrar um selo interessado em lançar lá fora como  parte de um plano maluco. Vale também muito à pena comentar, que   Gilmar enquanto membro do grupo coordenador, sugeriu que fossem arrecadadas  doações para as vítimas das enchentes em SC. Resultado, umas 300  peças de roupa e mais mantimentos, colchões, dentre tantas doações. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>04/12 no  Blues Pub, Taguatinga-DF- Na Rota do Rock Brasilia  &#8211; Com Quebraqueixo e outras bandas. </strong>Após um provocativo email enviado à produção do Festival Na  Rota do Rock Brasília, questionando sobre panelas &amp; jabás, A banda  ARD é convocado para cobrir a vaga deixada pela banda Khallice. Resultado:  ARD fechou a morníssima noite da edição do festival no bar Blues  Pub em Taguatinga. Local decente, decoração perfeita, palco apropriado,  som à altura. Mas cadê o público??? O mais complicado: as bandas  da noite tocavam e na sequência iam embora, sem pestanejar. Então  depois da banda Quebraqueixo, que deu seu recado. Faltou “aquela”  que detona sobre a febre do consumo (Comprem!! Comprem!! Comprem! Eu  particularmente acho a melhor do CD dos caras), mas ainda fomos brindados  com 2 homenagens (ST do Suicidal Tendencies e Holiday in Cambodja do  Dead Kennedys!!!! perfeitos para a galera old school). Às 01:19 (já  era dia 05/12) as portas foram lacradas e intimidamos em alto e bravo  tom: NINGUEM SAI DESSA PORRA!!! Não sei se por medo ou por respeito  à proposta, todos os sobreviventes permaneceram e até aplaudiam após  cada música apresentada. O set apresentado por ARD foi curto e grosso,  hardcore até o osso trincar. Mesmo naquela hora, a raiva da banda contra  o sistema podia ser notada a cada acorde. A apresentação durou 30  minutos, mas valeu à pena o sono perdido. Tomara que a produção tenha  entendido o recado do ARD, pois no site o comentário ficou dúbio:  “<em>Ao ver a banda ARD se apresentar, dá  para imaginar porque a banda está  na estrada há tantos anos</em>” (trecho adaptado do original disponível  no site do evento)&#8230;. risos escandalosamente altos!!!!!!!!</span></p>
<p><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"><strong>5 e 6/12  Rock Cerrado  -  Gilmar atua como voluntário na coordenação  de palco, durante os 2 dias.</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">O evento reuniu  15 bandas dos mais diferentes estilos e coube a Gilmar da banda ARD  o papel mais chato do evento: controlar o tempo das bandas no palco.  Mesmo com as chuvas torrenciais, a roda de pogo, circle pit, slam dance,  death wall, ou outros nomes que dão à resposta do público à perfomance  das bandas, era insana. Diversão total!!! O melhores momentos foram  proporcionados pelas bandas: Black Bulldog, Maltrapilhos, Faces do Caos  e as estreantes Nervo e Silent Raze, Frontal (na minha modesta opinião)  foi o show mais bem elaborado, os caras vãolonge&#8230; Pena que o tempo  foi curto&#8230; Parabéns aos Parasitas de um homem só (Carlinhos, está  na hora de distribuir funções) e ao maravilhoso público (estimado  pelo contador Tomáz em aproximadamente 2 mil pessoas nos dois dias??)  2009 promete!</span></p>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;">pOR GILMAR BATISTA<br />
</span></p>
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