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	<title>OsubversivO Zine &#187; thrash metal</title>
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	<description>Se você morresse hoje, o mundo sentiria sua falta? SUBVERTA-SE</description>
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		<title>Chakal Demon King</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Dec 2009 00:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<title>Megatherio e Armagedom CDs</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 12:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje a grande maioria de bandas de metal e punk procuram a sonoridade oitentista, como norte para seus trabalhos, essa sonoridade que muitos tentam imitar e poucas conseguem chegar perto. Até bandas já a muito consagradas em suas carreiras, vira e mexe relatam que o próximo álbum será uma retomada a suas raízes, ou seja seus primeiros discos.

Aqui tenho duas legitimas representantes do que digo, Megatherio e Armagedon]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Megatherio CD</p>
<div id="attachment_1295" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/237580.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1295" title="237580" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/237580-150x150.jpg" alt="Megatherio CD" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Megatherio CD</p></div>
<p style="text-align: justify;">Acabo de receber dois socos no ouvidos em forma de CD, o culpado disso é o selo Absurd Records na pessoa de Marcelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje a grande maioria de bandas de metal e punk procuram a sonoridade oitentista, como norte para seus trabalhos, essa sonoridade que muitos tentam imitar e poucas conseguem chegar perto. Até bandas já a muito consagradas em suas carreiras, vira e mexe relatam que o próximo álbum será uma retomada a suas raízes, ou seja seus primeiros discos.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui tenho duas legitimas representantes do que digo, Megatherio e Armagedon representantes cabais disso. O Megatherio eu já conhecia a séculos ou pelo menos a décadas, uma vez que essa banda tem seu inicio em 1986 uma época de ouro pro metal Brasileiro pra se ter idéia foi nesse ano que duas das influencias da banda Sepultura e Dorsal Atlântica lançavam seus discos “Morbid Vision” e “Antes do Fim “ respectivamente, poderia citar dezenas de outras perolas lançadas nesse ano mas&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O Megatherio infelizmente não conseguiu o mesmo reconhecimento até porque não chegou a lançar nenhum registro em disco nessa época, apenas demos maravilhosas que tive a oportunidade de ouvir algumas, depois de um tempo embernado, voltam em 2007. já em 2009 a Absurd Records reconhece o valor dessa banda e lança o cd de estréia do Megatherio, com uma produção gráfica bem cuidada, CD esse que tem todo seu repertório baseado em suas demos passadas, todas regravadas resultando em CD empolgante, vibrante com músicas bem atuais mas quem matem a sonoridade perdida que tantos procuram. Esse merecido cd tem 11 músicas sendo 2 maravilhosos covers um para United Forces do imortal SOD e Ramblin Rose do MC5, uma situação que chama a atenção é o fato da banda cantar em português uma atitude corajosa até em dias como hoje, em particular gosto das bandas que cantam em sua língua pátria. Então caro leitor se você gosta de Thrash metal original, compre esse cd depois faça um alongamento pro pescoço antes de ouvir&#8230;..</p>
<p style="text-align: justify;">ARMAGEDOM CD Sem Esperanças</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1296" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/semesperanca.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-1296" title="semesperanca" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/07/semesperanca-150x150.jpg" alt="Armagedom Sem Esperanca" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Armagedom Sem Esperanca</p></div>
<p>Outra banda oitentista que retorna com um lançamento novo é a já lendária banda paulista Armagedom, em Terceiro álbum o! A banda que começou sua trajetória no inicio dos anos 80 e segue influenciando até hoje bandas de som mais cru e direto dentro da cena punk, são precursores do Deathcore estilo que tem uma legião de seguidores pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Armagedom não tem disco ruim a evolução da banda esta presente em cada lançamento, e com o cd “Sem esperança” não é diferente pesado, rápido e com letras apocalípticas, alias a concepção lírica da banda sempre foi um diferencial em relação as demais bandas punks do Brasil e do mundo, poucas bandas desse estilo segue a temática de morte e destruição tão bem como esses mestre do desespero. Sem esperança é um cd que apresenta a banda em excelente fase, o Cd tem ao todo são 15 sons de um hardcore cru e direto. Músicas como Benção da Morte, suicídio, crianças crucificadas, medo do amanhecer, representam bem o cd, que agora vem aliado a uma pegada mais pesada e crust.</p>
<p style="text-align: justify;">Não perca tempo adquira logo esse CD.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.myspace.com/extremenoisediscos">www.myspace.com/extremenoisediscos</a><br />
<a href="http://www.absurd.com.br">www.absurd.com.br</a></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Entrevista VIOLATOR</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 21:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Violator Interview]]></category>

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		<description><![CDATA[A banda Violator tem apenas seis anos de idade, essa jovem banda Brasiliense  já possui um histórico considerável, mais até que muita banda que esta na estrada há mais tempo. Coleciona boas criticas de seus álbuns, já fizeram três turnês internacionais, América do Sul, Japão e Europa, já foram assediados pela toda poderosa EARACHE Records. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_891" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator.jpg"><img class="size-full wp-image-891" title="violator" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator.jpg" alt="Conquistando novos horizontes" width="590" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Conquistando novos horizontes</p></div>
<p class="MsoNormal">A banda Violator tem apenas seis anos de idade, essa jovem banda Brasiliense  já possui um histórico considerável, mais até que muita banda que esta na estrada há mais tempo. Coleciona boas criticas de seus álbuns, já fizeram três turnês internacionais, América do Sul, Japão e Europa, já foram assediados pela toda poderosa EARACHE Records.<br />
O Violator já se torna grande e só não é maior em detrimento da desprenteção de seus integrantes para com o “sucesso” iminente. As conquistas da banda vem através do carisma que possuem perante a seu publico que só cresce e do som honesto e enérgico, executado com paixão por seus integrantes,. Apesar de não ser um apreciador do estilo Thrash é inegável que são muito bons no que fazem. Representado aqui por seu baixista e vocalista Pedro Poney confira essa entrevista.</p>
<p class="MsoNormal">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Saudações Pedro. Queria começar perguntando sobre as recentes apresentações da banda na Europa e Japão. Você poderia comentar esses shows? Reação do publico, as bandas com quem dividiram o palco, e como surgiram os convites pra se apresentarem por lá?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Fala Amarildo, antes deixa eu te agradecer por essa entrevista, pelo interesse e pelo espaço. Obrigado. Então, foram 5 shows excelentes, 3 na Europa e dois no Japão. Um rolê em dezembro, o outro em fevereiro. Ambos compartilham da insanidade de dois caras que escreveram pra gente e perguntaram o que precisávamos para fazer uma viagem até os países deles. A gente respondeu “se você mandar o dinheiro das passagens, der comida e arrumar um lugar pra ficar, a gente está aí”. E assim aconteceu. Tocamos na Europa com o Tankard, mas o destaque pra mim mesmo foram o Strong as Tem e o Sock Troopers, excelentes bandas. No Japão, tivemos o prazer de dividir o palco com inúmeras excelentes bandas, a começar pelo Hirax, guiados pelo Katon, o cara que urina carisma. E aí tocamos com Rose Rose, Fastkill, Abigail, King’s Evil e uma porrada de bandas boas. Todos os shows estavam bem cheios e foram bastante animados. Conhecemos inúmeros lugares diferentes, comemos boa comida (nem sempre!), aprendemos um pouco mais sobre outros lugares, culturas e costumes e de alguma maneira conseguimos fortalecer um pouco essa rede de amigos subterrânea e internacional que a gente ama tanto e chama de underground. Resumindo, foi foda. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">E sobre a tour Sul Americana, em quantos paises vocês tocaram? E a diferença do publico vizinho ao nosso é muito grande?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Foram 9 países, 48 shows e quase 5 meses de rock, num total de 26,5 dias direto dentro de ônibus, trens, táxis e aviões. Por mais diferenças que possam haver entre culturas, quando se trata de stage dives, circle pits e balançar a cabeça freneticamente ao som de música rápida as coisas são bastante parecidas. Não se trata de uma homogenização, eu prefiro ver como a identificação das pessoas com essa cultura do thrash e do underground está acima de qualquer identidade nacional. O que é ótimo, pois nós sempre tivemos uma visão bastante internacionalista da cena, já tocamos com pessoas de três países diferentes (o batera é chileno e o Juan é mexicano/argentino) e sempre acreditamos que o sentimento de nação pode ser um grande muro, uma grande prisão. Underground é sobre quebrar muros, pelo menos foi sempre assim que entendi.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Violator atualmente é a banda de Metal de Brasília com maior visibilidade em termos nacionais e internacionais. Não me lembro de outra banda daqui ter conquistado tanto em tão pouco tempo como o Violator. O que acho muito positivo, acaba abrindo portas pra outras bandas daqui. Como a banda lida com esse assédio? </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Sei lá, bicho. Tentamos lidar da maneira mais natural possível, porque temos a consciência e a noção de que o fato de estarmos tocando fora do país ou de que muitas pessoas têm ouvido o Violator não quer dizer que somos melhores ou mais legais do que ninguém. A gente se sente parte de uma cena, que não é só local, formada por pessoas que tocam, vão aos shows, lançam discos, fazem programas de rádio e muitas outras atividades que são igualmente importantes e ninguém é melhor do que ninguém dentro disso. Se tem uma coisa que detestamos é esse deslumbre rock star, e nesse momento (um dos raros momentos, é bom destacar) eu me sinto bastante apto a falar em nome de todos da banda. Esse anseio por grandeza, fama e status, além de ser brega e ridículo é muito prejudicial pra própria cena underground, que é o que estamos realmente interessados. Então a gente mantem os pés no chão, eu realmente não acredito que um dia vamos chegar a fazer uma boa quantidade de dinheiro com o Violator e isso realmente não me preocupa. Tocar sempre foi o que realmente importava. No mais, eu venho pro trabalho sofrendo todas as segundas-feiras (onde estou enquanto respondo essa entrevista) mas tenho a despreocupação de que nunca vamos fazer nada com o Violator com o interesse em dinheiro ou em status. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Todos os registros da banda têm sido lançados pelo selo brasilense Kill Again Records, por outro lado à banda tem tido uma ascensão meteórica principalmente lá fora, o Ep</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> <em><span style="font-family: Verdana;">Violent Mosh</span></em>, acaba de ser lançado na Europa em versão LP, pelos selos alemães Metaleros Records e Iron Bonehead Prods. R</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">ecentemente saiu uma coletânea em CD e LP pela Major EARACHE RECORDS, responsável por lançar grandes nomes do Metal Mundial, como CARCASS, NAPALM DEATH, MORBID ANGEL são algumas delas. Vocês têm recebido convites de outros selos gringos pra assinarem contrato?</span></strong><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"><span style="color: #ff6600;">A</span> gente recebeu algumas propostas de alguns selos, sim, alguns bem grandes, mas optamos apenas por fazer apenas um licenciamento com a Earache para o lançamento do Chemical Assault. Foi uma boa para divulgar a banda, acho que talvez não tivéssemos conseguido tocar nem na Europa nem no Japão sem a intensa e ampla distribuição que a Earache possui. Mas uma coisa é certa, nossa parceria com a Kill Again não tem prazo de validade pois os nossos laços são de amizade e confiança e não de profissionalismo e dinheiro. Trabalhar com amigos e com a ética do faça-você-mesmo possibilitam uma liberdade e um prazer que não tem selo major no mundo que pague. Por mim, a gente continua assim pra sempre.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">O CD Chemical Assault foi um divisor de águas mostra o amadurecimento da banda, a saída do antigo guitarrista Juan, recebeu boas criticas no Brasil, houve interesse por algum selo gringo em lança lo?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Como eu disse acima, ele foi lançado pela Earache ao redor do mundo em um contrato de licenciamento com a Kill Again. Ele também foi lançado em vinil na Alemanha, pela Iron Bonehead e a Metaleros, do nosso amigo Rainer.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">A Kill Again Rec noticiou que esta pra sair dois EPs um chamado ”<em><span style="font-family: Verdana;">Annihilation Process”</span></em>, com 05 músicas inéditas e um  cover para <em><span style="font-family: Verdana;">You’ll Come Back Before Dying</span></em> da veterana banda paulista Executer. E um Split EP com o Bandanos, 02 faixas, inclusive mais um cover para <em><span style="font-family: Verdana;">Nausea</span></em> (Heresy). Quando virá o substituto para Chemical Assault?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Esses são os substitutos do Chemical Assault, ué. (risos) A gente ficou com vontade de lançar um EP e um split com uma banda que a gente gosta muito que é o Bandanos e foi o que resolvemos fazer. O split sairá pelos selos RAW Records (Brasília, do nosso irmão Pícaro Merchanda) e Cospe Fogo (do cara que sempre hospeda a gente em Sampa, Thiagon Dãr, do DER). Sobre um disco completo, quem sabe em 2010? Ou sei lá, se a gente resolver lançar outro split ou um 4 way ou somente uma tape a gente vai lá e faz. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Os membros do Violator têm outros projetos paralelos, como Pesticide (Death Metal), SCUMBAG (grind), SLAVER (thrash) e Possuído Pelo Cão (Crossover) essa ultima já tem status de banda uma vez que tem tocado bastante e tem recebidos boas resenhas do CD. Até que ponto esses projetos ajudam ou atrapalham a banda?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Eu não sei se dá pra chamar o P.P.C. de banda, com certeza é menos banda do que o Slaver ou o Pesticide (risos). Mas ao mesmo tempo eu não sei qual é exatamente a diferença entre um projeto e uma banda, se é que há uma. De qualquer maneira, eu posso responder da minha parte, todas as outras três bandas que eu toco (faltou falar o Ameaça Cigana, com o Pícaro) com certeza mais ajudam do que atrapalham o Violator. Primeiro porque nenhuma delas ensaia ou toca com a freqüência do Violas, segundo porque eu não dedico nem 1/10 do tempo que dedico ao Violator. Mas o mais importante, é que essas outras bandas me dão a liberdade musical pra eu tocar outros estilos de música que eu gosto sem comprometer nem uma vírgula a proposta do Violator. A gente pira muito em Napalm Death, por exemplo, muito mesmo, porém não acho que seria legal colocar as influências do Mick Harris nas nossas vidas no som do Violator, por isso montamos o Scumbag. O lance é que eu gosto de tocar, ensaiar, falar sobre rock e conhecer novas bandas. Brasília é uma cidade meio entediante e ainda por cima eu não bebo, então a diversão que resta é montar banda!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Apesar de a banda ser de Thrash Metal, pelo menos aqui em Brasília o Violator tem tocado somente em shows da cena Hardcore sei da admiração e respeito que vocês tem pela cena HC. Como é a relação do Violator com as outras bandas de metal de Brasília?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">A gente não tem tocado exclusivamente em shows punks, o nosso primeiro show em Brasília esse ano foi num show metal no Psul, organizado pelo Marcondes e o Lourenço. O lance é que a gente tem tocado muito pouco em Brasília e ainda por cima as coisas aqui, pelo menos da cena que mais nos identificamos, a cena Thrash é muito misturada com a cena Hardcore, o que eu acho ótimo. Talvez quem tenha começado a quebrar essas barreiras entre metal e punk, que hoje virou uma marca da cena de Brasília, que não vemos em muitos lugares do mundo e que torna as coisas por aqui tão empolgantes e divertidas foi o Fellipe CDC. A gente ta só ajudando a continuar isso, o que eu acho ótimo pois gosto tanto de metal quanto de punk e não gosto de ver muita diferença entre as duas coisas. Sobre as bandas de metal de Brasília e região minhas favoritas são o Massacre Bestial, o Slaver, o Pesticide, Acid Speech e o Orgy of Flies. São bandas que eu sou até meio suspeito pra falar, porque são todos grandes irmãos da gente. Tenho que falar também do Miasthenia, banda que somos muito amigos e sentimos uma aproximação bem legal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Desde a época do PUS que não vejo uma banda de Metal em Brasília ter um publico tão fiel como o Violator tem. Coisa rara hoje em dia. E apesar da pouca idade a banda já começa a fazer escola. Vejo bandas como Slaver, Massacre Bestial, Possuído pelo Cão trilhando o mesmo caminho.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Legal, muito obrigado. Tenho consciência de que muitas pessoas gostam do Violator e a gente de alguma maneira tem inspirado outras pessoas e bandas, por isso mesmo acho que temos o dever de fazer da banda um veículo de idéias e posturas bacanas. Por isso também o nosso esforço em desmistificar qualquer deslumbre em relação a banda, não cultivar nenhum teatro e matar o rock star que existe dentro de você (risos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Tempos atrás tínhamos um sistema de comunicação lento e precário, demo tapes, Fanzines impressos, cartas faziam parte de nosso universo. Hoje tem a revolucionária internet que mudou tudo isso, os tapes foram substituídos por mp3, os fanzines por webzines, blogs, as cartas por email. </span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Qual sua opinião sobre isso até onde ajuda e atrapalha uma banda como o Violator?</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">É uma pergunta que expõe uma situação complexa demais para responder apenas com um “ajuda” ou “atrapalha”. Acho que o fato de termos ido para o Japão e pra Europa são provas de que é possível transformar a rede mundial de computadores em uma boa ferramenta para a interação entre pessoas no mundo real. Por outro lado, existem pessoas preocupadas demais com seus fotologs e orkuts e que esquecem a vida real. A tecnologia pode ser uma coisa horrível quando aliena as pessoas do mundo e criam barreiras entre elas e o mundo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Acho que as pessoas envolvidas com underground deveriam ter a consciência de que ao comprar o disco de uma banda como o Terror Revolucionário, por exemplo, você não está simplesmente adquirindo um produto, como é o caso com um disco da Britney Spears. Você está ajudando e fazendo parte de uma cena, incentivando uma produção contracultural e de alguma maneira permitindo que ela continue. Então, no nosso caso é importante comprar discos sim. Essa história de que “músico ganha dinheiro é com show” é uma falácia que só funciona pros grandes artistas. A gente não é músico e não ganha dinheiro nenhum (risos) então precisamos sim de selos que banquem a gravação de discos pra que  bandas continuem existindo. Quem sabe quando o processo de gravação estiver completamente ao alcance de todos aí sim poderemos abrir mão de discos. Esse ainda não é o caso, infelizmente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Mas tem outra, essa substituição não é assim, compulsória. Tem muita gente, como eu, que é louca por discos de vinil e que vai continuar nessa caçada em busca de todas as bolachas do mundo mesmo que tenha tudo disponível em mp3 por um click. Ou como o lance do zine, no ultimo show em Brasília recebi três novos zines de papel, quanto tempo isso não acontecia? Acho que as diferentes tecnologias podem e devem conviver bem. Eu gosto de baixar filmes para ver em casa e ao mesmo tempo adoro ir ao cinema, entende?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Talvez essa excessiva democratização de acessos a tecnologia imploda os empregos de quem realmente vive daquilo, mas por mim tudo bem, se baixar mp3 vai acabar com a industria fonográfica eu não poderia dizer outra coisa a não ser “já vai, tarde”. Que coisa nojenta é essa tal da indústria musical, que transforma música em produto e que tudo é vendável, tudo é propaganda e dinheiro. Eu quero acreditar que os pequenos e dedicados selos, como a Kill Again, ainda encontrarão 1000 loucos espalhados pelo mundo pra bancar a gravação e a distribuição de discos. Mesmo que seja tudo cada vez menor, não me importo, de verdade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff6600;"><strong><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Pedro obrigado por sua colaboração, deixo esse espaço para suas considerações finais.</span></strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 11pt; font-family: Verdana;">Obrigado Amarildo, continue subversivo. Obrigado a todo mundo que leu essa entrevista e que de alguma maneira dá força pra gente continuar. Mantenham o espírito underground, UFT!</span></p>

<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-9' title='violator-9'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-9-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-9" title="violator-9" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-8' title='violator-8'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-8-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Violator e Hirax" title="violator-8" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-7' title='violator-7'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-7-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-7" title="violator-7" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-6' title='violator-6'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-6-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-6" title="violator-6" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-5' title='violator-5'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-5-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-5" title="violator-5" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-4' title='violator-4'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-4-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Violator e Hirax 2" title="violator-4" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-3' title='violator-3'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-3-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-3" title="violator-3" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-2-2' title='violator-2'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-2" title="violator-2" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-1' title='violator-1'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="violator-1" title="violator-1" /></a>
<a href='http://www.osubversivozine.com/entrevista/entrevista-violator/attachment/violator-2' title='violator'><img width="150" height="150" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2009/03/violator-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Conquistando novos horizontes" title="violator" /></a>

<p>Listen here</p>
<p><a href="http://www.earacherecords.com/myspace/ViolatorInterview.mp3">Violator Interview in inglish Earache records</a></p>
<p>Frontman <strong>Poney</strong> of the Brazilian thrash metal band <strong>VIOLATOR</strong> was recently interviewed by <strong>Talita</strong> of the UK radio station <strong>Total Rock</strong>. You can now download the chat as an <a class="iAs" style="border-bottom: 0.2em dotted #2b65b0 ! important; font-weight: normal ! important; font-size: 100% ! important; text-decoration: none ! important; padding-bottom: 0px ! important; color: #2b65b0 ! important; background-color: transparent ! important;" href="http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&amp;newsitemID=101700#" target="_blank">MP3<img style="border: 0pt none; margin: 0pt; padding: 0pt; height: 10px; width: 10px; position: relative; top: 1px; left: 1px; float: none;" src="http://images.intellitxt.com/ast/adTypes/mag-glass_10x10.gif" alt="" /></a> audio file at <a href="http://www.earacherecords.com/myspace/ViolatorInterview.mp3" target="_blank">this location</a>.</p>
<p><strong>VIOLATOR</strong> released its debut album, <strong>&#8220;Chemical Assault&#8221;</strong>, in Europe on July 21 through <strong>Earache Records</strong>.</p>
<p>Fresh off a two-month tour of South America and having recently featured on the <strong>&#8220;Thrashing Like A Maniac&#8221;</strong> compilation, <strong>VIOLATOR</strong>&#8216;s CD remains available in Brazil on <strong>Kill Again Records</strong>. For vinyl freaks, the album is also available on LP from <strong>Metaleros Records</strong>/<strong>Iron Bonehead Productions</strong>.</p>
<p>For more information, visit <a href="http://www.myspace.com/viothrash" target="_blank">www.myspace.com/viothrash</a>.</p>
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		<title>Entrevista Volkana</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 21:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amarildo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[brasilia]]></category>
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		<category><![CDATA[femmale fronted]]></category>
		<category><![CDATA[thrash metal]]></category>
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		<description><![CDATA[F A Volkana chegou a ensaiar, mas a volta da banda continua incerto quem sabe em 2009. segue ai a entrevista q fiz com as meninas e postei no blogspot. Foi um prazer entrevistar essas moças da Volkana, banda que eu já admirava há tempos, desde sua formação e shows memoráveis! Vale lembrar que esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>F</strong></p>
<div id="attachment_294" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/atgaaaahcnqn9kgwfml1goljkjzzltemangmrz5snaqwqes_siw30bto1yfrtr9pl76qefbrjyo6ml_-iqfws0wzhtejajtu9vajrtylmhbroqsknwaepdmuc6qbtg.jpg"><img class="size-medium wp-image-294" title="Volkana 2008" src="http://www.osubversivozine.com/wp-content/uploads/2008/11/atgaaaahcnqn9kgwfml1goljkjzzltemangmrz5snaqwqes_siw30bto1yfrtr9pl76qefbrjyo6ml_-iqfws0wzhtejajtu9vajrtylmhbroqsknwaepdmuc6qbtg-300x199.jpg" alt="Volkana 2008" width="300" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Volkana 2008</p></div>
<p>A Volkana chegou a ensaiar, mas a volta da banda continua incerto quem sabe em 2009. segue ai a entrevista q fiz com as meninas e postei no blogspot.</p>
<p><strong>Foi um prazer entrevistar essas moças da Volkana, banda que eu já admirava há tempos, desde sua formação e shows memoráveis! Vale lembrar que esta entrevista foi feita antes mesmo da confirmação oficial da volta delas.<br />
Após um longo inverno a Volkana floresce novamente, no mesmo lugar do topo. Desde que a banda findou suas atividades, nunca mais o metal nacional conheceu outra banda feminina que tenha tido tanto reconhecimento na cena nacional. A Volkana tem lugar certo na história do metal Brasil e da cena de Brasília, mesmo não sendo a primeira banda feminina da capital. A pioneira foi a banda Autópsia, formada por Syang, Débora e Marielle. Foi desta banda que surgiram o P.U.S. e a Volkana, a mais conhecida.<br />
A banda ensaia agora sua volta em grande estilo, com a formação clássica do 1º LP mais a Renata, guitarrista do segundo registro, Mind Trip. A entrevista que se segue é um bate papo com a duas figuras centrais da banda, a vocalista Marielle e a baixista Mila. Divirtam se!</strong></p>
<p><strong><span style="color: #ff9900;">Marielle e Mila é um prazer tê-las aqui no nosso zine. A Volkana vai se reunir novamente o que vocês podem nos adiantar sobre essa reunião, qual é a nova formação? Que sentimento motivou esse retorno?</span></strong><br />
<span style="color: #ff0000;">Marielle:<br />
Oi pra todos.. O prazer é todo meu em poder falar e contar um pouco da história das Volkanas pra vocês&#8230;<br />
Bom, estamos voltando sim! Deu a maior vontade de tocarmos juntas de novo, pois algumas pessoas que gostam do nosso trabalho, através da comunidade do orkut, pediam sempre pelo menos um show de reencontro, daí eu e a Mila, que sempre estamos conversando, resolvemos conversar com o Serginho (Sergio Facci &#8211; bateria), as guitarristas Karla Carneiro e Renata (que fez parte da segunda formação da Volkana), e sairmos fazendo uns barulhos pelo país a fora..vai ser legal&#8230; ainda mais assim na formação clássica.</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff9900;">Vocês se lembram do último show juntas? E o que esperam do primeiro show após essa volta?<br />
</span></strong><span style="color: #ff0000;">Marielle:<br />
Bom, o meu último show com a Volkana foi no Aeroanta em São Paulo, não lembro bem com quem foi, mas foi legal como todos os shows que fizemos juntas. Agora para esse retorno acho que a “vibe” será a mesma: muita energia e prazer em estar no palco.. a Mila não se agüenta mais de vontade de tocar&#8230; Eu, Serginho e Renata continuamos tocando, mas ela ta com o famoso “sangue no zóio” pra voltar aos palcos&#8230; E isso é muito bom, né?</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff9900;">(Para Marielle) De todas as Volkanas você foi a única que permaneceu no meio musical. Quais os projetos que você participou nesse período em que a Volkana descansava?</span></strong><br />
<span style="color: #ff9900;">Marielle:<br />
Eu voltei para Curitiba onde toda minha família estava por causa da doença de meu irmão, Mariel Loyola, que fez uma participação mais que especial no disco First da Volkana, e após a morte dele, eu perdi totalmente a vontade de cantar&#8230; Ele era muito meu parceiro em tudo&#8230; Daí fiquei por aqui e me mantive longe da música pelo menos por 3 anos, mas não agüentei. Logo resolvi montar a Cores D Flores, banda na qual trabalho com muito prazer até hoje e que está lançando seu terceiro CD, intitulado Paixão. A Cores pAra mim é uma síntese musical de tudo que fiz na minha carreira até hoje, tem o peso da Volkana, as letras ansiosas e cheia de buscas sentimentais da Arte no Escuro, e uma “levadinha” às vezes acelerada da Escola de Escândalo. Na verdade, não parei em nenhum minuto de respirar música!!<br />
</span><br />
<strong><span style="color: #ff9900;">A banda, no início, foi formada por musicistas de estilos distintos dentro da cena emergente de Brasília. A Débora (bateria) e Milla tocaram na lendária e ainda ativa banda Detrito Federal (Punk), na formação em que tínhamos a Syang também na guitarra e você nas cultuadas bandas Arte No Escuro (gótico) e Escola de Escândalo (pós punk) Como juntar essas diferentes correntes musicais e fazer metal.</span></strong><br />
<span style="color: #ff0000;">Marielle:<br />
Pois é, né?! Muito doida essa mistura&#8230; Mas acredito que isso que deu a liga para a personalidade da Volkana&#8230; Foi assim&#8230; Eu e Débora (batera da primeira formação efetiva da Volkana) éramos muito amigas, e fizemos uma banda chamada Autópsia com a Simone (Syang) de death metal, mas era mais a cara da Sy e não muita a nossa, tanto que depois que se separamos ela fez o P.U.S. (Porrada Ultra Suicida), Estávamos descobrindo o metal através do Fejão, que era guitarrista da Escola de Escândalo e fazia meio que “lavagem cerebral” na gente com muito heavy metal&#8230; Daí eu e ela conhecemos Metallica, Slayer, uicidal Tendencies, Anthrax&#8230; Aí já era! Nos apaixonamos pelos timbres e levadas. Nessa época, a Mila já estava formando a Volkana, que tinha a Ana (Flammea) na batera, a Karla no vocal e na guitarra, junto com a Eliana também guitarra. Já éramos amigas, daí com a saída da Ana e da Eliana a Mila chamou eu e Débora pra tocarmos com elas, daí tudo começou!!! Ai fu&#8230;.huahuahuahuha!</span></p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Hoje temos uma cena bem mais dinâmica que no tempo em que a Volkana estava na ativa. Há mais revistas especializadas, web magazines. A importância da internet é incontestáve.É graças a ela que a banda se manteve viva até hoje. Muitos que não conheceram a Volkana na época, baixa os discos e se tornam fãs. Por falar nisso, sei que a demo “Trash Flowers” ainda permanece inédita em material oficial. A Volkana tem mais algum material, digamos, “escondido” (risos)? Sobras de gravações&#8230; Alguma coisa ao vivo?</strong> </span><br />
<span style="color: #ff0000;">Marielle:<br />
Putz&#8230;que eu saiba não&#8230; Na real, não lembro, pode até ter&#8230; Gravamos algumas coisas quando estávamos ensaiando com os Titãs pra tour que fizemos com eles. O Charles gostava do som e fez umas produções musicais lá&#8230; Gravamos algumas coisas, agora não sei se isso ainda existe. Que eu me lembre é só isso!!</span></p>
<p><span style="color: #ffff66;">Mila:<br />
Em casa eu ainda tenho o rolo, onde gravamos nossa demo. Ainda era gravado em rolos&#8230; Foi num estúdio em Brasília mesmo. A Marielle deve lembrar do nome. Não tenho nada comigo também, de material novo ou inédito. Acho que nossa criatividade musical não era assim tão privilegiada e farta&#8230;rsss&#8230;<br />
</span><br />
<strong><span style="color: #ff9900;">Os discos há muito tempo estão fora de catálogo. Nunca ouve interesse em relançá-los?<br />
</span></strong><span style="color: #ff0000;">Marielle:<br />
Na real, eu estava tão “internada” na dedicação à Cores D Flores durante esses anos que nunca me preocupei muito em saber mais sobre as possibilidades de relançamentos da Volkana, mas sei que agora temos pessoas interessadas, pois com o retorno da banda fica mais fácil relançar e comercializar, pois as pessoas não fazem nada sem pensar em retorno financeiro, né? A arte por ela mesma não vale muito, nem mesmo como história, como seria o caso de uma banda como a Volkana, histórica e sem similares&#8230; hauhauhauha!!!<br />
</span><br />
<span style="color: #ffff66;">Mila:<br />
Isso é interessante realmente: enquanto a Volkana existiu, nós éramos tratadas com muito respeito, carinho mas com aquela pontinha de preconceito. Acho que as pessoas ainda criticavam e exigiam muito de nós. Hoje percebemos que fomos mais que guerreiras e o que fazíamos era muito bom mesmo. Nós fazíamos tudo sozinhas sem dinheiro apenas com apoio de alguns patrocinadores. Mas fomos as únicas responsáveis por durar 10 anos. E agora, se realmente conseguirmos voltar, acho que vamos ter mais apoio e teremos olhos sobre nós novamente com outra conotação.</span></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Autópsia, Flammea, Valhalla e Volkana são bandas que têm muito em comum. Todas nasceram em Brasília, tocam metal e foram formadas por mulheres. Brasília sempre foi celeiro de boas bandas. Vocês ainda mantêm algum vínculo com Brasilia?</span></strong><br />
<span style="color: #ff9900;">Marielle:<br />
Claro! Eu amo Brasília, tudo mudou e começou na minha vida em Brasília&#8230; Fui para aí com uns 13 anos, época de mudanças naturais na vida de um ser humano&#8230; E na minha foi tudo de bom, pois conheci pessoas maravilhosas e que realmente fizeram diferença na minha vida e de muitos.<br />
Meu filho mora em Brasília, é músico, foi de uma Banda chamada Colina. Teve uma música inserida em uma novela da Rede Globo (Alma Gêmea), tem um estúdio de ensaios no Lago Norte e trabalha muito com o Philippe Seabra, da Plebe Rude, que também está produzindo vários materiais legais aí pelo seu Selo “Sr. F”. Tenho muitos e muitos amigos em Brasília, na real, acredito que os melhores e mais queridos estejam por aí!!! E quanto aos trabalhos de metal saídos de Brasília, sem comentários, né? Acho que a própria história do rock nacional irá registrar, não só no metal&#8230; Acho que se tem uma coisa que Brasília produz, e muito bem, são grandes bandas e grandes músicos, que estão espalhados por todo País, tocando com os melhores da música nacional!!</span></p>
<p><span style="color: #ffff33;">Mila:<br />
Bom, eu se não fosse a net e minha irmã ter ido morar em Brasília, seria difícil qualquer referência daí. Morei 10 anos em São Paulo e agora já estou há 8 anos em Bauru, interior paulista. Fica muito difícil manter o vínculo com essa distância toda, mas ainda bem que existe a net. Mantenho contato com o pessoal da (banda) Detrito Federal, que também cogitou a minha volta. Só não voltei porque estou aqui, e não tem como largar tudo pra ir para Brasília só tocar. Mas minha vontade é enorme&#8230;<br />
</span><br />
<strong><span style="color: #ff9900;">Marielle e Milla agradeço pela entrevista. Espero vê-las tocando novamente em muito breve. Desejo que este reinício coloque novamente a Volkana no topo, seu lugar de direito. Boa sorte a todas. O espaço é todo seu.</span></strong><br />
<span style="color: #ff9900;">Marielle:<br />
Bom, quem agradece o espaço sou eu. Gostaria de deixar um recadinho a todos que gostam de boa música: ”acreditem sempre na alma de um músico&#8230; Ela é capaz de coisas maravilhosas&#8230;”<br />
Desejo a todos muita paz e que Deus continue iluminando os nossos caminhos.<br />
Queria aproveitar seu espaço aqui e passar os myspace da Cores D Flores e da Volkana, e pedir para que entrem em contato com a gente sobre as músicas preferidas das Volkanas, para podermos realmente fazer um repertório que agrade nosso público, pois se estamos voltando a tocar é só pra vocês, tenham certeza disso!!!<br />
E sobre a Cores D Flores, estamos lançando um novo CD que terá seu lançamento em Brasília em junho agora. Nos aguardem!!! Beijos a todos&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #ffff66;">Mila:<br />
A Marielle já falou tudo. Nos aguardem!!! Estamos voltando para quem já conhece, para quem tem vontade de conhecer, para todas as pessoas que nos falam diariamente que fomos e somos inspiração delas. Beijooooooo!!!</span></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/coresdflores">www.myspace.com/coresdflores</a><br />
<a href="http://www.myspace.com/volkana">www.myspace.com/volkana</a></p>
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